Sinais | Leitura de ‘sinais’ inquietantes | Rubrica promovida em parceria com o Correio do Vouga
Fim do “Ecos da Ria”
António Jorge Pires Ferreira
Os jornais também acabam e, quanto a mim, isso não é nenhuma tragédia. Quando os meios não servem (e podem deixar de servir, depois de muito terem servido), mudam-se. A comunicação é que não pode acabar. Tem de encontrar novos canais, novas modalidades. No caso do “Ecos da Ria”, jornal da paróquia de São Tiago de Beduído,
fico um pouco mais triste, mas por uma razão particular. Foi o primeiro jornal onde escrevi, aí pelos 13 ou 14 anos, com o acompanhamento da São Nunes do António Aresta e do P.e António Fragoso. O meu muito obrigado ao “Ecos da Ria” e aos voluntários que o fizeram.