Sinais | Leitura de ‘sinais’ inquietantes | Rubrica promovida em parceria com o Correio do Vouga

Esperança numa das maiores lixeiras de África

António Jorge Pires Ferreira

Na semana passada, em colaboração com a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, publicámos uma reportagem sobre a missão do padre Subah, que vive na favela de Agbogbloshie (Gana, África), uma das maiores lixeiras de África, acompanhando os que catam lixo eletrónico proveniente principalmente da Europa. Por coincidência, a Revista do Expresso de sexta-feira passada traz uma reportagem sobre o mesmo local, “Os ecrãs, quando morrem, vêm para aqui”. Se no texto do CV o foco está no padre que procura cuidados de saúde e de edução para os catadores de lixo, no texto do Expresso destacam-se as organizações que ensinam métodos menos poluentes de extrair do lixo eletrónico os metais valiosos, ao mesmo tempo que deixam um recado aos europeus: é preciso reutilizar (telemóveis, televisões, computadores…) antes de reciclar. Em ambos, sinais de esperança na grande lixeira.

 


Foto: Ganeses a trabalhar na favela de Agbogbloshie