Fotografia: Diogo Lino Pimentel (E) e Luiz Cunha (D).; Gabinete de Comunicação e Imagem do ISCTE-IUL.

Notícia recolhida e adaptada da Agência Ecclesia (Atualizada em 05/02/2019)

Leia, aqui, artigo sobre Movimento de Renovação da Arte Religiosa (M.R.A.R.)

Recomendamos a leitura de artigo de António Bracons

Luiz Cunha, arquiteto da Igreja de Santa Joana Princesa | Aveiro, e Diogo Lino Pimentel, ambos figuras ligadas ao Movimento de Renovação da Arte Religiosa, no século XX, faleceram, aos 84 e 85 anos de idade, respetivamente.

Luiz Cunha, antigo membro do MRAR, foi autor de uma vasta obra entre a arquitetura sacre e artes plásticas; foi professor de Desenho Urbano e Arquitetura do Departamento de Arquitetura e Urbanismo do ISCTE-IUL.

Entre as suas obras estão a Igreja de Cristo-Rei, na Portela de Sacavém (1983-1992); a Igreja de São Mamede, Negrelos, Santo Tirso (1961-65); a Igreja do Sagrado Coração de Jesus, Porto (1966-72); ou a Igreja de Santa Joana Princesa, Aveiro (1971-76).

Diogo Lino Pimentel, falecido este domingo, foi sepultado hoje, no cemitério de São Pedro, em Sintra.

A Missa de corpo presente de Luiz Cunha, que morreu na segunda-feira, vai ser celebrada esta quarta-feira, às 14h00, na igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa, sendo sepultado no cemitério de Carnide.

Diogo Lino Pimentel, membro fundador do MRAR (Movimento de Renovação da Arte Religiosa), foi diretor técnico do Secretariado das Novas Igrejas do Patriarcado de Lisboa, posteriormente Departamento das Novas Igrejas.

A Ordem dos Arquitetos destaca, na nota em que dá conta do falecimento, a “particular atenção à arquitetura religiosa”, com obras como a Igreja de Nossa Senhora do Desterro, Angra do Heroísmo (1984-1985); Igreja do Seminário Dominicano do Olival, Aldeia Nova, Ourém (1964-1965); Igreja de Santo António, Santo António dos Cavaleiros, Loures (1966-1979); Igreja da Sagrada Família, Évora (1993).

OC (Adaptada)

(Correção de informação: Luiz Cunha terminou o curso em 1957, com 24 anos, e não em 1953.)