Mensagem aos Professores de EMRC da Diocese de Aveiro
Início do Ano Letivo 2025/2026
Queridos Professores de Educação Moral e Religiosa Católica,
Ao darmos início a este novo ano letivo de 2025/2026, dirijo-vos uma palavra de profunda gratidão, encorajamento e esperança.
A vossa presença nas escolas é sinal visível da missão da Igreja no coração do mundo educativo. Mais do que ensinar, sois chamados a testemunhar, com entusiasmo e dedicação, os valores do Evangelho junto dos alunos, das suas famílias e de toda a comunidade escolar. A Educação Moral e Religiosa Católica é, cada vez mais, um espaço privilegiado de encontro, diálogo, sentido e humanização.
Este ano será especialmente marcado acontecimentos significativos na vida da nossa Diocese, onde destacamos dois:
– A celebração do Jubileu do Mundo Educativo, em comunhão com o Jubileu 2025 da Igreja, é um convite a renovar a nossa missão à luz da esperança e da misericórdia de Deus;
– A comemoração dos 75 anos do nosso Seminário de Aveiro, sinal de uma Igreja que continua a gerar vocações e a formar servidores para o Povo de Deus.
Convido-vos, por isso, a viver este ano letivo com um renovado sentido de serviço e de missão, conscientes de que o que fazemos, mesmo nos pequenos gestos, tem um impacto duradouro na vida dos nossos alunos. Que saibamos ser presença atenta, escuta disponível e testemunho coerente, levando Cristo aos corações de todos e quanto nos cruzarmos e construindo pontes de sentido num mundo tantas vezes fragmentado.
Contem com a oração, o apoio e o reconhecimento da Diocese. Que o Espírito Santo vos inspire e fortaleça, e que Maria, Mãe da Igreja e Educadora, vos acompanhe em cada passo.
Com estima fraterna,
Diretor Diocesano do Departamento de Pastoral nas Escolas, serviço de EMRC
Diocese de Aveiro
“Dá-nos, Senhor, a coragem dos recomeços.
Torna-nos confiantes como os que se atrevem a olhar tudo, e a si mesmos, com o encanto e disponibilidade de uma primeira vez.
Dá-nos, a possibilidade de viver sem pressa, extasiados pela surpresa que os dias trazem consigo pela mão.
Dá-nos a capacidade de viver de olhos abertos, de viver intensamente.
Dá-nos a humilde simplicidade dos artesãos que, preferindo a sabedoria da experiência ao aparato das teorias, reconhecem que estão sempre a recomeçar.”
(José Tolentino de Mendonça – excertos)