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NUTRIR COM ESPERANÇA

NUTRIR COM ESPERANÇA

Para além das diferentes atividades, durante os meses de novembro, dezembro e inicio de janeiro, todos os que quiserem juntar-se à Cáritas, participando na sua missão de estar ao lado dos mais frágeis, poderão adquirir uma vela, pelo valor de 1€, nas Cáritas diocesanas, escolas e paróquias aderentes e nas lojas Pingo Doce, que continua a ser parceiro desta ação.

Do total de verbas recolhidas 65% destina-se a apoiar a ação de Cáritas diocesana no seu trabalho de apoio às pessoas necessitadas.
Os restantes 35% são canalizados para um projeto internacional. 

Com esta iniciativa a Cáritas apresenta-se como um sinal para a vivência do Natal, momento privilegiado de encontro entre as pessoas. A vela acesa propõe-se espalhar a Luz do Natal. Ela é esperança e despertadora de consciências.

É uma oportunidade para proporcionar aos nossos alunos e às nossas comunidades educativas uma experiência de doação aos outros, através da cooperação numa iniciativa em concreto.

Podes consultar toda a informação em:  https://caritas.pt/estrelas/

 

 

 

NUTRIR COM ESPERANÇA (https://caritas.pt/nutrir-com-esperanca/)

A situação humanitária que se vive na Venezuela tem colocado a Cáritas na linha da frente da resposta a situações que comprometem diariamente a dignidade humana. A inflação galopante na Venezuela colocou a economia em queda livre dizimando o poder de compra e o emprego. A migração está a caminho de superar a crise dos refugiados sírios. De acordo com a Organização Mundial das Migrações (OIM), desde 2016, 2.300.000 venezuelanos migraram devido a esta crise económica e social que não tem precedentes. Desde 2002, cerca de 6 milhões de pessoas deixaram o país.

Os números oficiais divulgadas pelo Estado mostram que entre 2015 e 2016, 11.400 crianças morreram antes do primeiro ano de vida (aumento de 33%) e mais 65% mulheres perderam a vida durante a gravidez ou no parto. Houve um aumento dos casos de malária reportados, e reapareceram doenças tropicais já erradicadas.

A falta de produção nacional de alimentos e medicamentos, a queda do comércio de petróleo e o controlo absoluto por parte do Estado, contribuíram para a escassez de medicamentos, estimada em 90% do esquema básico da OMS e para a escassez em 40% dos alimentos do cabaz básico.

Yilmary, à esquerda, 5 anos e Roxymar, 6 anos, mordiscam a sopa enquanto os voluntários da Cáritas Los Teques estabelecerem um centro de monitoramento de nutrição no Club Esmeralda, em Tomuso, Venezuela.

 

Valentina Greenidge, 7, come uma tigela de arroz com pedaços de carne picada na sua casa em Tomuso, na Venezuela. A mãe Yusmarelis luta para alimentar os três filhos, fazendo malabarismos com as refeições, muitas vezes optando pelo almoço antes da escola ou antes do jantar para que eles não vão para a cama com fome. Ela tem recebido apoio nutricional da Cáritas Venezuela para os dois filhos mais novos.

 

Rosa Irima, 62, segura o neto Gabriel, 6 meses, enquanto a voluntária da Cáritas, Miriam Herrera, verifica o seu crescimento no Club Esmeralda, em Tomuso, na Venezuela. Rosa cuida de quatro netos.