No dia 31 de março decorreu uma palestra na Casa Diocesana, em Albergaria-a-Velha, orientada pelo Prof. Luis Silva, onde foi tratado o tema “A vida: a sua origem e o seu termo”.
“Porque duvidamos do dever de proteger a vida?”, questionou-nos o Prof. Luis. Foram apresentados nove das muitas respostas possíveis: por causa da liberdade? Por causa dos direitos humanos? Por causa da compaixão? Por causa do futuro? Por causa da duvida sobre a dignidade da vida humana? Por causa da modernidade? Por causa do combate ao que é clandestino? Por causa de não ser desejado? Por causa da forma como alguém foi gerado? Nenhuma das respostas é capaz de formular uma conclusão válida.

Apenas deveríamos colocar em questão quando está em causa tanto a vida da mãe como a vida do filho, em que para se salvar um o outro terá que “morrer”.
Durante a palestra foi analisada a evolução sobre a lei do aborto até à atualidade. Só a partir de 1984 foi permitido o aborto para casos de malformação, casos de conflitos “entre famílias” e para casos de violação. E no dia 11 de fevereiro de 2007 foi legalizado o aborto até às 10 semanas sem qualquer restrição, ate às 16 semanas por violação e ate às 24 semanas com deficiência ou malformação.
Desde 2007 já se realizaram cerca de 170.000 abortos, 97% são por vontade da Mulher e 30% referem-se à prática recorrente do aborto.
Tivemos, assim, nesta sessão, uma excelente oportunidade para refletir sobre um tema tão importante e atual, que diz respeito a todos nós, e a cada um de nós: a vida e a sua dignidade desde a sua origem ao seu termo.





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