1ª Leitura: Act 4,32-35
Evangelho: Jo 20, 1-9
Mensagem:
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| “A incredulidade de S. Tomé” (1602) de Caravaggio |
É isto que S. João começa por dizer ao apresentar Jesus, que surge no meio dos seus discípulos, estando as portas fechadas. Jesus ressuscitado é o mesmo que foi crucificado, com os sinais da morte: o lado, as mãos e os pés.
A presença do Senhor ressuscitado é motivo de alegria, transmitindo a paz e comunicando (soprando) aos seus discípulos o Espírito (sopro) Santo.
O reconhecimento de Jesus ressuscitado dá-se sempre no primeiro dia da semana, assinalado progressivamente como dia do Senhor, quando a comunidade está reunida para fazer a experiência de perceber a presença do Senhor na sua vida, receber a força do Espírito e a paz de Cristo. Quem não está presente, como Tomé, não percebe nem quer perceber o anúncio: «Vimos o Senhor», e quer provas físicas.
A figura de Tomé aparece como modelo de incredulidade e de fé. A vida do Senhor ressuscitado escapa aos nossos sentidos, não pode ser tocada com as nossas mãos nem ser vista com os nossos olhos. Só pode ser alcançada através da fé.
Fonte: Boa Nova – Diocese de Aveiro (adaptação)


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