Na Segunda-feira (30/12) haverá na Igreja Paroquial:
Eucaristia,
às 19:00;
Na Terça-feira (31/12) véspera da Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus
haverá:
Eucaristia
nas Quintas do Norte, às 20:00;
Na Quarta-feira (01/01) Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus haverá:
Eucaristia
na Igreja Paroquial, às 11:00;
Na Sexta-feira (03/01) haverá:
Atendimento Paroquial, às 16:00;
Eucaristia
na Igreja Paroquial, às 19:00;
No Sábado, (04/01), haverá:
Eucaristia na Igreja Paroquial, às 17:00;
No próximo domingo, dia 5 de janeiro haverá apenas Missa nas Quintas do Norte, às 8:00,
não haverá a Missa das 11:00.
No próximo domingo, dia 5 de Janeiro será o passeio a Braga e ao Presépio de Priscos. A saída será às 8:15 em São Jacinto, 8:30 na Torreira e às 9:00 nas Quintas do Norte rumo a Braga onde teremos eucaristia no Bom Jesus, às 11:00. Os interessados devem fazer a
sua inscrição até ao dia 1 de Janeiro.
No próximo sábado, dia 11 de Janeiro teremos a noite de Fados no Salão Paroquial de São Jacinto, com o objetivo de angariação de Fundos para o Centro Social Paroquial de São Jacinto. Ainda
há alguns lugares, os interessados devem fazer a sua inscrição o mais breve
possível.
No dia 26 de Janeiro faremos a tradicional «festa da Família». Será
realizada como é habitual no salão da
sede da Associação nas Quintas do Norte. As inscrições serão feitas no final das eucaristias ou na Associação. Recordamos que devido ao espaço
existe um número limite de inscrições que é 250 pessoas. Faça já a sua reserva.
Intenções de Missa
Segunda-feira, 30 – Igreja Matriz, 19:00h
+ Joaquim Maria Pinho Silva. + Júlia Caravela, marido e netos. + Felicidade Vieira Pinho e familiares.
Sexta-feira, 03 – Igreja Matriz, 19:00h
+ António Fernando Oliveira Mendes e familiares. + Júlia Evaristo e marido.
Oh, Noite Santa do nascimento do Deus Menino, que para assumir a nossa humanidade tiveste uma família humana, a Sagrada Família de Nazaré. Neste dia, parei para contemplar e meditar tão grande mistério. José e Maria empreenderam uma viagem, a fim, de se recensearem na Judeia, porque José era da descendência de David. Após, alguns dias de caminho e cansaço da viagem chegam à cidade de Judá e completam- se os dias de Maria dar à luz. José começa a procurar estalagem na cidade, para garantir um espaço digno onde Maria possa dar à luz o seu Filho, mas não encontra acolhimento. Todos estavam tão ocupados que não há lugar para José nem para Maria dar à luz o seu Filho. Famílias inteiras fechavam a porta a José e a Maria, 《não há lugar para eles》. Um grande comodismo: famílias ocupadas e preocupadas talvez com a refeição, ou fechados sobre si próprios a verdade é que todas as portas se fecham. Mais ainda, no coração daquelas famílias não há lugar onde Jesus possa nascer. Neste Natal, Jesus contínua à procura de um ambiente familiar, onde possa encontrar um coração aberto, para que possa entrar e encher com o Seu Amor. Feliz Natal a todas as famílias das paróquias de Torreira e São Jacinto.
Na Segunda-feira
(23/12) haverá na Igreja Paroquial:
Eucaristia, às 19:00;
Na Terça-feira
(24/12) Natal do Senhor haverá:
Missa do
Galo, às 23:30;
Na Quarta-feira
(25/12) Natal do Senhor haverá:
Eucaristia nas Quintas do
Norte, às 8:00;
Eucaristia na Igreja
Paroquial, às 11:00;
Na Sexta-feira
(27/12) haverá:
Atendimento
Paroquial, às 16:00;
Eucaristia na Igreja
Paroquial, às 19:00;
No Sábado,
(28/12), haverá:
Eucaristia na Igreja Paroquial, às 17:00;
No domingo
(29/12) haverá:
Eucaristia nas Quintas do
Norte, às 8:00;
Eucaristia na Igreja
Paroquial, às 11:00;
Celebração
de Vésperas, às 17:00;
Estamos
a organizar um passeio a Braga e
visita ao Presépio de Priscos, no
dia 5 de Janeiro. A saída será às 8:15 em São Jacinto, 8:30 na Torreira e às 9:00 nas Quintas do Norte rumo a Braga onde teremos eucaristia no Bom Jesus, às 11:00. Os interessados devem fazer a
sua inscrição até ao dia 1 de Janeiro.
No
dia 26 de Janeiro faremos a tradicional
«festa da Família». Será realizada como é habitual no salão da sede da Associação nas Quintas do Norte. As inscrições serão feitas no final das eucaristias ou na Associação.
Recordamos que devido ao espaço existe um número limite de inscrições que é 250 pessoas. Faça já a sua reserva.
Intenções de Missa
Segunda-feira, 23 – Igreja Matriz, 19:00h
+ 7º dia de Manuel Araújo. + 7º dia de Manuel Silva. + Manuel Agostinho e Maria de Lurdes. + António Luís Lopes e Telmo Jorge Lopes Pereira.
Sexta-feira, 27 – Igreja Matriz, 19:00h
+ Armindo Fernandes e cunhado. + Alcino Fernando Morais e Luís António Fernandes.
Mensagem dominical das paróquias de São Jacinto e Torreira
A liturgia da Palavra deste terceiro domingo
de Advento prepara-nos para esta expetativa da Vinda do Senhor. Aproximamo-nos
do Natal e a proposta das leituras é que «Deus vem salvar-nos».
Na primeira
leitura do Livro Isaías, o descreve o regresso do Povo de
Israel do exílio da Babilónia um período muito difícil para o povo e de grande
sofrimento. O profeta anuncia uma nova época o regresso não somente à sua
pátria, mas de modo particular a permanecer unidos na fé e descreve a atitude
espiritual desses momentos que devem ser vividos numa explosão de alegria. «Aí
está o vosso Deus, vem para fazer justiça e dar a recompensa. Ele próprio vem
salvar-vos».
Na segunda
leitura de São Tiago, o apóstolo encoraja a comunidade a esperar com
paciência, porque a vinda do Senhor está próxima. Na verdade, importante estar
atento porque muitas vezes desperdiçamos esse encontro com Cristo no irmão.
O Evangelista
São Mateus relata-nos o episódio em que João Baptista está na prisão e ouvindo
falar do que Jesus realizava enviou os seus discípulos a perguntar a Jesus: «És
Tu Aquele que há-de vir, ou devemos esperar outro?». Esta interpelação faz com
que os discípulos de João façam a descoberta de Jesus Cristo por si mesmos. No
diálogo que Jesus estabelece com eles interpela a fazer a descoberta de João
Baptista: «Que fostes ver ao deserto?». Saibamos nós também fazer a descoberta
de Jesus Cristo, interpelados pelo anúncio dos Profetas.
“És Tu Aquele que há-de
vir, ou devemos esperar outro?”
João
Batista, o maior entre todos os homens! Viveu por Jesus, desejou-O, esperou-O
e, por fim, reconheceu-O. Proclamou-O como “Cordeiro de Deus”, porque
compreendeu que Jesus haveria de carregar sobre Si os nossos pecados e os do
mundo inteiro. Indicou-O, encaminhou para Ele os seus discípulos, retirou-se
para dar o lugar a Jesus.
João
que fascinava as multidões, para quem todos acorriam – gente
simples, estudiosos, soldados –, está agora solitário, em silêncio, numa
obscura masmorra subterrânea, prisioneiro no Herodium, palácio-fortaleza
que o rei Herodes, o Grande, mandou construir nos confins do deserto da Judeia.
Ele sabe que Jesus tomou o seu lugar. Agora as pessoas vão ter com Jesus, como
antes iam ter com João. Foi isso que ele sempre desejou. Mas o comportamento de
Jesus era tão diferente daquilo que ele tinha imaginado! Tinha pensado que
Jesus chegaria como Juiz severo, para separar o trigo da palha, para queimar os
pecadores como se queima a palha.
Entretanto,
Jesus tem um modo de se comportar muito diferente de João. João vivia no
deserto, com grande austeridade. Jesus convive com os pobres, as prostitutas,
os pecadores e publicanos; come à mesa com eles, vai às suas bodas de
casamento, chamam-no “glutão e ébrio”. Manso e humilde de coração, Jesus não
apaga a torcida que ainda fumega nem quebra a cana já fendida. Vai ao encontro
de todos, porque não veio para condenar, mas para salvar o que estava perdido. Surge,
por isso, uma dúvida em João Batista: “És Tu Aquele
que há-de vir, ou devemos esperar outro?”. É a sua noite escura.
Cada
um de nós – de acordo com o que nos ensinaram ou com a nossa experiência de
vida – imagina Jesus de um certo modo; tem uma ideia formada sobre Ele e espera
que Ele se comporte dessa determinada maneira. Jesus, pelo contrário, é sempre
imprevisível e, mais cedo ou mais tarde, se nos apresenta com modalidades
inesperadas. Quantas vezes, por exemplo, ouvimos dizer ou temos vontade de
dizer também nós: “Se eu fosse Deus faria assim, diria assim…”. Queremos que se
comporte de acordo com o nosso modo de ver, devia apresentar-se na nossa vida
da forma que nos parece melhor… Queríamos que Ele fosse diferente, segundo os
nossos gostos. Como é difícil reconhecer Jesus quando Ele chega da maneira que
nós não esperamos: “És mesmo Tu? Ou devemos esperar outro? Ou devemos
procurar noutro lado?”.Jesus repete também para nós: “Feliz aquele que
não encontra em mim ocasião de escândalo!”. Feliz quem sabe acolher Jesus
tal como Ele é, como se apresenta, também nas provas da vida, nas dores, nas
contrariedades. Feliz quem reconhece Jesus nos misteriosos desígnios do Seu
amor infinito, mesmo quando nos parecem absurdos, incompreensíveis. Estas são
as verdadeiras “crianças” do reino dos céus.
Ensina-me a reconhecer os sinais do Teu amor, a confiar no Teu modo de ser também quando parece absurdo, a acolher-Te tal como Te apresentas. Torna-me sinal do Teu amor para os que duvidam de Ti, não sentem a Tua presença, não compreendem o Teu modo de agir. Que o Evangelho, a boa e extraordinária notícia do Teu amor, seja anunciado a todos, aos pobres e aos desiludidos, aos sós e descartados e seja sinal da Tua presença, da Tua proximidade, da Tua salvação. (Fábio Ciardi, in “In Cerca di Perle Preziose”)
“Viver
a Palavra”
«Vigiai, pois, porque não sabeis em que dia virá o vosso
Senhor» (Mt 24,42).
Quando
se ama alguém, o coração vigia sempre, espera por ela, e a cada minuto que
passa sem ela é em função dela. Age assim quem ama Jesus. Faz tudo em
função d’Ele, encontra-O nas simples manifestações da Sua vontade em cada
momento presente, e encontra-lo-á solenemente no dia em que Ele há-de chegar.
Há alguns dia foi
expontâneo dirigir a Deus esta oração.Gostaria de a recordar aqui: «Jesus, faz-me falar sempre como se fosse
a última palavra que digo. Faz-me agir sempre como se fosse a última ação que
faço. Faz-me sofrer sempre como se fosse o último sofrimento que tenho para te
oferecer. Faz-me rezar sempre como se fosse a última possibilidade, que eu
tenho na terra, para falar conTigo”.
3ª Semana do Advento –
ANUNCIA
1.
LEITURA DO EVANGELHO – Mt 11, 2-11
2. MEDITAÇÃO «Ide contar a João o que vedes e ouvis: “Os cegos vêem, os coxos andam… a Boa Nova é anunciada aos pobres…”.» A nossa fé não nasce no vazio. Há sinais, pequenos e grandes, que nos sugerem a presença de um Deus terno, próximo de nós. Para crescer na fé tens de procurar os sinais. E o maior é o Amor. A coragem daqueles que amam sempre, mesmo nesta cultura de violência e indiferença. Os gestos de perdão, de amor gratuito, que só se explicam pela presença de Deus na vida das pessoas. A capacidade de servir os outros sem esperar recompensa. O empenho por transformar uma sociedade injusta numa casa acolhedora para todos.
3. ORAÇÃO DIÁRIA Eu quero louvar-Te, Senhor, pelos sinais de bondade que pusestes no meu caminho. Eles ajudam-me a perceber a imensidão do Amor que me tens. Eles convencem-me que a minha vida tem valor e mostram-me que não estou sozinho, diante das minhas dificuldades.
4. AÇÃO – Preparar uma mensagem de Natal e trazer na próxima semana para a eucaristia, para no dia de Natal levar para as nossas famílias. – Viver o sacramento da Reconciliação (do 4.º ao 6.º ano) ou participar numa Celebração do Perdão (do 1.º ao 3.º ano). – Agradecer a Deus o dom da nossa vida e família. – Telefonar para alguém da família que esteja só.