Na Segunda-feira (2/12) haverá na Igreja Paroquial:
Eucaristia,
às 19:00;
Encontro Catequistas, Projeto Say Yes no Salão de
Albergaria-a-Velha, às 21:00;
Na Quarta-feira (4/12) haverá:
Atendimento Paroquial, às 15:00;
Eucaristia
nas Quintas do Norte, às 20:00;
Reunião do Conselho Pastoral e Paroquial, às 21:00;
Na Sexta-feira (6/12) haverá:
Visita e confissão aos idosos e doentes na Asfita, às 14:00;
Atendimento Paroquial, às 16:30;
Eucaristia
na Igreja Paroquial, às 19:00;
Reunião de Acólitos, às 21:00;
No próximo Sábado, (7/12), haverá:
Recitação do Rosário, Devoção do 1º Sábado, às 16:30;
Eucaristia na Igreja Paroquial, às 17:00;
No domingo (8/12) haverá:
Eucaristia
nas Quintas do Norte, às 8:00;
Eucaristia
na Igreja Paroquial, às 11:00;
Adoração ao Santíssimo Sacramento, às 16:00,
seguido de Vésperas;
No final da eucaristia podem
encontrar os livrinhos de rezar no
Advento como um subsídio para nos ajudar a preparar para o Natal. Aqueles que poderem colaborar poderão
fazê-lo para colmatar as despesas.
No dia 7 Dezembro, haverá na Igreja do Monte, às 21:00 uma Vigília de Oração seguido de um momento de convívio para todos os jovens do Arciprestado Estarreja/Murtosa dinamizado pela Pastoral Juvenil do
nosso arciprestado.
Intenções de Missa
Segunda-feira, 2 – Igreja Matriz, 19:00h
+ António Fernando Oliveira Mendes. + Manuel Assunção, esposa e filho. + 7º dia de Maria Isabel.
Quarta-feira, 4 – Quintas do Norte, 20:00h
+ José Soares e família.
Sexta-feira, 6 – Igreja Matriz, 19:00h
+ Carlos António da Silva Santos e familiares. + Maria da Encarnação Silvestre da Silva. + Ciprino Brandão. + João Evaristo, Maria dos Anjos, Manuel da Cunha, José Colantra, Domingos da Cunha e esposa. + Manuel Pinho e pais. + Alberto Manuel Marques Silva e pais.
Na Segunda-feira (25/11) haverá na Igreja Paroquial:
Eucaristia,
às 19:00;
Na Quarta-feira (27/11) haverá:
Visita e confissão aos idosos e doentes nas Quintas-do-Norte,
às 14:00;
Atendimento Paroquial, às 16:30;
Eucaristia
nas Quintas do Norte, às 20:00;
Reunião de Catequistas para preparar
Caminhada de Advento/Natal, às 21:00;
Na Quinta-feira (28/11) haverá:
Reunião de Luzeiros, às 21:00;
Na Sexta-feira (29/11) haverá:
Visita e confissão aos idosos e doentes, às 14:00;
Atendimento Paroquial, às 16:30;
Eucaristia
na Igreja Paroquial, às 19:00;
No próximo Sábado, (30/11), haverá:
Eucaristia na Igreja Paroquial, às 17:00;
No domingo (1/12) haverá:
Eucaristia
nas Quintas do Norte, às 8:00;
Eucaristia
na Igreja Paroquial, às 11:00;
No
próximo domingo, dia 1 de dezembro
damos início a um novo tempo litúrgico o
Advento, haverá uns livrinhos para rezar no Advento que nos ajudará a fazer
a caminhada para o Natal.
O ofertório de domingo para o Seminário
foi de 376.82€. Agradeço a oferta em
colaborar com a formação de novos sacerdotes, mas também a vossa oração pelos
seminários.
No próximo sábado, dia 30 de
Novembro, haverá no Seminário de Aveiro o dia aberto para rapazes e raparigas
do 5º e 6º ano de catequese, tem início às 9:30, eucaristia às 17:00 e termina
às 18:00. As inscrições devem ser feitas até ao dia 28 de Novembro.
No dia 2 Dezembro, haverá no Salão Paroquial de Albergaria-a-Velha o encontro Say Yes, (para catequistas do arciprestado de Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga e Estarreja/Murtosa), às 21:00;
Intenções de Missa
Segunda-feira, 25 – Igreja Matriz, 19:00h
+ Aniversário de Henrique Chaves e avô. + Aniversário natalício de Manuel Conde e por todos os falecidos na pesca do bacalhau.
Quarta-feira, 27 – Quintas do Norte, 20:00h
+ António Joaquim Rodrigues e familiares. + Sofia da Silva, marido e familiares. + Silvério Valente, Manuel Almeida e familiares.+ Maria do Céu Valente e familiares.
Sexta-feira, 29 – Igreja Matriz, 19:00h
+ Joaquim Maria Pinho Silva. + Manuel Conde. + Júlia Caravela, marido e netos. + Felicidade Vieira Pinho e familiares.
Mensagem dominical das paróquias de São Jacinto e Torreira
A liturgia da Palavra deste domingo reflete
sobre o sentido da história da salvação e diz-nos que a meta final para onde
Deus nos conduz é o novo céu e a nova terra da felicidade plena, da vida
definitiva. Este quadro faz nascer em nós a esperança e dá-nos a coragem para
enfrentar a adversidade para lutar pelo Advento do Reino, em que se encontrará
a plenitude da salvação.
Na primeira
leitura da Profecia de Malaquias, um “mensageiro de Deus” anuncia a uma
comunidade desanimada, céptica e apática que Deus não abandonou o seu Povo. O
Deus libertador vai intervir no mundo, vai derrotar o que oprime e rouba a vida
e vai fazer com que nasça esse “sol de justiça” que traz a salvação.
Na segunda
leitura de São Paulo aos Tessalonicenses, o Apóstolo reforça a ideia de
que, enquanto esperamos a vida definitiva, não temos o direito de nos
instalarmos na preguiça e no comodismo, alheando-nos das grandes questões do
mundo e evitando dar o nosso contributo na construção do Reino.
O Evangelho
e São Lucas faz uma reflexão sobre o percurso que a Igreja é chamada a
fazer, até à segunda vinda de Jesus. A missão dos discípulos em caminhada na
história é comprometer-se na transformação do mundo, de forma que a velha
realidade desapareça e nasça o Reino. Esse “caminho” será percorrido no meio de
dificuldades e perseguições; mas os discípulos terão sempre a ajuda e a força
de Deus.
“Não vos alarmeis!”
O
ano litúrgico está a chegar ao seu termo, convidando-nos a pensar no fim dos
tempos, no nosso fim e no fim da história. Também a leitura do Evangelho de
Lucas se volta para o fim e nos apresenta – antes da ceia pascal – o último
grande discurso de Jesus sobre a destruição de Jerusalém, símbolo do fim do
mundo. O fim do mundo! Sempre descrito com imagens tão trágicas e
acontecimentos tão catastróficos que só o facto de se nomear já assusta. Quando
acontecerá? Como será? A responder a essas questões logo se apresentam
adivinhos, astrólogos e demais profetas da desgraça, com previsões tão
terríveis que é melhor nem escutar. Não lhes demos mesmo nenhum crédito.
Quando
será, de facto? Também os discípulos de Jesus o quiseram saber, mas Ele, ao
contrário dos astrólogos, não lhes respondeu, porque aquilo que importa é outra
coisa: o que é o fim do mundo e como é que nos devemos preparar.
O
fim do mundo é tão simplesmente o regresso de Jesus. Devemos olhar para Ele,
não para as coisas que possam suceder à volta. Jesus virá ao nosso encontro e
nos levará com Ele, para o Seu Reino, onde haverá alegria, paz, plenitude da
vida, contentamento sem fim. Jesus sempre nos ensinou que não importa saber
quando é que Ele voltará, mas como O devemos esperar. Ele convida-nos a
esperá-Lo com anseio e entusiasmo, com confiança, vigilantes na oração, como se
espera uma pessoa muito querida que, depois de muito tempo, não vemos a hora
que chegue. O fim do mundo – a nossa morte será uma sua antecipação – não será
uma tragédia (“Não vos alarmeis”), mas o encontro com Jesus, desde há
muito esperado e desejado.
Antes
disso acontece o caminho da vida, a sucessão dos acontecimentos históricos. É
agora o período difícil não o do fim, que assinalará a libertação do nosso
sofrimento quotidiano. Este é o tempo das violências, das guerras, dos ódios,
das perseguições. É este tempo de agora que devemos temer, não o do fim.O nosso
é um caminho cansativo, marcado por contradições, por desilusões que podem
advir até de pessoas muito chegadas, por doenças, por falta de trabalho,
inseguranças… Jesus que conhece a nossa história já previa as revoltas entre
povos, os terramotos, as secas, as epidemias…
Mas
Ele não nos deixa sozinhos neste caminho em direção ao fim. Ele está lá à nossa
espera, na meta da vida, mas também está aqui, ao longo do nosso percurso, e
sugere-nos modos de atuar, de falar, de estar… Acima de tudo, protege-nos e
coloca ao nosso serviço a Sua omnipotência: “Nenhum cabelo da vossa cabeça
se perderá”! De que ter medo, então?
Viver a Palavra “Alegrai-vos com os que se alegram, chorai com os que choram” (Rom 12,15). Um Amor Sem Confins O apóstolo Paulo, na carta aos Romanos, de onde foi retirada esta frase, convida todos a passar do amor simplesmente para com aqueles que partilham a mesma fé, ao amor evangélico, para com todos os seres humanos. Porque, para os crentes, o amor não tem fronteiras, nem se pode limitar só a alguns. É um convite a colocar-se “NA PELE DO OUTRO”, como expressão concreta de uma verdadeira caridade. (PV. Nov)
Jesus, Tu conheces a dureza do nosso caminho: também o percorreste. Tu conheces as provas que nos esperam, dia após dia: também Tu as viveste. Tu sabes como é difícil o desapego das coisas mais belas, mais queridas, mais santas… Tu conheces a frieza da nossa morte: também passaste por ela. Permanece então ao nosso lado, companheiro da nossa viagem, dá-nos a força da constância, sem nunca cedermos ao desalento, até chegarmos ao encontro Contigo, no fim dos tempos, quando todas as vaidades cairão e ficarás apenas Tu, nosso único bem, na alegria do Céu. (Fabio Ciardi, in “Dovè Il Tu Tesoro…”)
“Say e Yes”
O projeto Say Yes, como caminhada catequética dos adolescentes do 7º ao 10º anos, envolveu 54 paróquias da diocese. Neste projeto estão empenhadas cerca de 420 catequistas e mais de 2.400 adolescentes. Sabemos que alguns catequistas e sacerdotes, têm tido alguma dificuldade quer no desenvolvimento dos encontros com adolescentes, quer na procura dos materiais de apoio: símbolos, hinos das variadas jornadas, videos, mapa… e, sobretudo, na forma melhor de se fazer esta catequese que pede, naturalmente mais atenção e preparação. Neste sentido, o departamento da catequese de adolescentes, disponibilizou-se para fazer um encontro não para explicar o projeto (o que foi feito já pelo P. Tiago), mas para tirar dúvidas e para mostrar algumas formas práticas de execução. Queremos fazer uma abordagem prática de implementação. Por isso, pedimos que mobilize os catequistas de adolescentes da sua paróquia e que estão com este projeto, para participarem num dos seguintes encontros: 28 de Novembro, às 21,15, no salão paroquial de Ílhavo (para catequistas do arciprestado de Aveiro, Ilhavo e Vagos) 2 Dezembro, às 21 hs, no salão Paroquial de Albergaria-a-Velha (para catequistas do arciprestado de Albergaria-a-Velha, Sever do Vouga e Estarreja/Murtosa)
Carta Pastoral «Cada Família, uma história de amor».
4. Perspetivas e desafios
ao encontro da realidade matrimonial
Tem que se tornar efetivo um
acompanhamento que se traduza em percursos remotos e diferenciados de
preparação para o matrimónio, o acompanhamento dos casais novos e o
acompanhamento das famílias feridas (separados, divorciados não recasados,
divorciados recasados, famílias monoparentais). O discernimento deve ajudar a
encontrar os caminhos possíveis de resposta a Deus e de crescimento no meio dos
limites. É preciso enfrentar todas as situações de forma construtiva,
procurando transformá-las em oportunidades de caminho para a plenitude do
matrimónio e da família à luz do Evangelho. Trata-se de acolhê-las e
acompanhá-las com misericórdia, paciência e delicadeza – estar atentos ao modo
em que as pessoas vivem e sofrem por causa da sua condição. «Na abordagem
pastoral das pessoas que contraíram matrimónio civil, que são divorciadas
novamente casadas, ou que simplesmente convivem, compete à Igreja revelar-lhes
a pedagogia divina da graça nas suas vidas e ajudá-las a alcançar a plenitude
do desígnio que Deus tem para elas» (AL 297). Ajudar cada um a
encontrar a sua própria maneira de participar na comunidade eclesial. A sua
participação pode exprimir-se em diferentes serviços eclesiais, sendo
necessário discernir quais as diferentes formas de inclusão e nunca de
exclusão. A caridade fraterna não pode ser esquecida. «Acima de tudo, mantende
entre vós uma intensa caridade, porque o amor cobre a multidão de pecados» (1Ped 4,8);
«redime o teu pecado pela justiça; e as tuas iniquidades, pela piedade para com
os infelizes» (Dn 4,24). Esta é a lógica que deve prevalecer na
Igreja, para fazer a experiência de abrir o coração àqueles que vivem nas mais
variadas periferias existenciais. Tudo isto implica construir comunidades
paroquiais vivas, capazes de acolher os novos esposos e ajudar a inseri-los nas
comunidades, oferecendo-lhes espaços de formação e de reflexão; organizar
equipas de apoio para desencadear um processo pedagógico de aproximação ou
manutenção dos novos casais com a comunidade eclesial, auxiliando-os nos
momentos difíceis e nas dificuldades dos primeiros anos da vida matrimonial…
ajudar todos os casais a serem Igreja na sua conjugalidade.
Ontem teve lugar mais um encontro do grupo “Say Yes”, que engloba as catequeses do 7º ao 10º ano, que tem como objectivo a preparação para a Jornada Mundial da Juventude de Lisboa, em 2022.
Fica um breve registo fotográfico, bem como a mensagem que os nossos jovens nos deixam:
“Somos o grupo de catequese do “Say Yes”. Temos esperança num futuro melhor e por isso vamos ajudar o próximo em vez de o julgar. NÓS TEMOS ESPERANÇA. E VÓS?”