19 a 26 de Julho

Informações

  • Na Segunda-feira, dia (20/07) haverá:
    • Missa na Igreja Matriz, às 19:00;

  • Na Quarta-feira, dia (22/07) haverá:
    • Atendimento Paroquial, das 16:00 até às 18:30;
    • Missa nas Quintas do Norte, às 20:00;

  • Na Sexta-feira, dia (24/07), haverá:
    • Atendimento Paroquial, das 16:00 até às 18:30;
    • Missa na Igreja Matriz, às 19:00;

  • No Sábado, dia (25/07) haverá:
    • Eucaristia na Igreja da Torreira, às 19:00;

  • No Domingo, dia (26/07) haverá:
    • Eucaristia nas Quintas do Norte, às 8:00;
    • Eucaristia na Igreja da Torreira, às 11:00;

  • Conforme informamos na semana passada já temos disponíveis os títulos que podem ser adquiridos no cartório paroquial ou junto de qualquer membro do Conselho Económico. Neste momento, já temos alguns títulos vendidos, de modo a que possamos obter algum dinheiro, para o arranque da primeira fase da Obra do Centro Cívico Padre Fidalgo.

Intenções de Missa

Segunda-feira, 20 – Igreja Matriz, 19:00h

+ Felicidade Vieira Pinho e família.
+ Júlia Caravela, marido e netos.
+ Albertino Manuel Sousa Tavares.
+ Manuel da Silva Bastos.
+ João de Almeida Santos.

Quarta-feira, 22 – Quintas do Norte, 20:00h

+ Matilde, David e António Santos.
+ Aníbal Nunes Pereira.
+ Silvério Valente e Manuel Almeida.

Sexta-feira, 24 – Igreja Matriz, 19:00h

+ José Maria de Oliveira Santos, esposa e filhos.
+ Manuel Agostinho e Maria de Lurdes.
+ Ernesto José Pinho Oliveira.
+ Aniversário de falecimento de João Simões Carinha.

Títulos de Empréstimo

Caros paroquianos e amigos da Torreira, sendo necessário criar um espaço para dar resposta à catequese e outras actividades da paróquia, levamos por diante o projecto do Centro Cívico Padre Fidalgo, sendo que em breve teremos a Maquete do projecto. Nesse sentido, foram criados 2000 títulos de empréstimo, no valor de 50€ cada, com o objectivo de levar por diante esta obra.
Estes títulos são reembolsáveis a partir de Janeiro de 2021, sendo a amortização de um título por mês (podendo ser mais, caso a tesouraria o permita), através de sorteio na reunião mensal do Conselho Económico.
De notar também que os títulos são transmissíveis aos herdeiros, em caso de falecimento do titular.

Cada pessoa (paroquiano ou não) poderá adquirir a quantidade de títulos que desejar, no final das eucaristias, junto dos membros do Conselho económico ou na residência paroquial.
Cordialmente, Pe Victor

12 a 19 de Julho

Informações

  • Na Segunda-feira, dia (13/07) haverá:
    • Missa na Igreja Matriz, às 19:00;

  • Na Quarta-feira, dia (15/07) haverá:
    • Atendimento Paroquial, das 16:00 até às 18:30;
    • Missa nas Quintas do Norte, às 20:00;
    • Reunião do Conselho Económico, às 21:15;

  • Na Sexta-feira, dia (17/07), haverá:
    • Atendimento Paroquial, das 16:00 até às 18:30;
    • Missa na Igreja Matriz, às 19:00;

  • No Sábado, dia (18/07) haverá:
    • Eucaristia na Igreja da Torreira, às 19:00;

  • No Domingo, dia (19/07) haverá:
    • Eucaristia nas Quintas do Norte, às 8:00;
    • Eucaristia na Igreja da Torreira, às 11:00;

  • Conforme informamos na semana passada estávamos a criar uns títulos para serem vendidos, a fim de podermos obter algum dinheiro depois para o arranque da primeira fase da Obra do Centro Cívico Padre Fidalgo. Assim, os interessados poderão adquirir junto de qualquer membro do Conselho Económico, mas depois tencionamos percorrer a paróquia.

Intenções de Missa

Segunda-feira, 13 – Igreja Matriz, 19:00h

+ 7º dia de Maria Teresa Alves Esteves Pereira.
+ Manuel da Silva Bastos.
+ João de Almeida Santos.
+ Paulo Manuel dos Santos Carinha.
+ Filipe Gomes Tavares e filho.
+ João Evaristo, Maria dos Anjos, Manuel da Cunha, José Colantra, Domingos da Cunha e esposa, Luís Maia e esposa.
+ Manuel Campos da Silva Bastos.
+ Ilda dos Santos Fernandes Silva.
+ Ilka Niemyer.

Quarta-feira, 15 – Quintas do Norte, 20:00h

+ Rosa Emília, Manuel Rebelo e familiares.
+ Arlindo Matos e António Correia.
+ Manuel António, Adriano Soares e familiares.
+ António Joaquim Pereira Santos e Joaquim Pereira Santos.

Sexta-feira, 17 – Igreja Matriz, 19:00h

+ Manuel Agostinho e Maria de Lurdes.
+ Bruno Matos.
+ Aniversário de falecimento de Manuel Caldeira Fernandes.
+ Maria José Flores e marido.
+ Aniversário de Cipriano Brandão.
+ Aniversário de falecimento de Maria do Rosário e marido.
+ José Manuel Leitão Serra.
+ Maria Benedita Pinho.

Novos Ventos – 28 de Junho

XIII Domingo do Tempo Comum – Ano A

Mensagem dominical das paróquias de Torreira e São Jacinto

A liturgia deste domingo põe em evidência que devemos escolher em primeiro lugar o amor por Jesus como o Tudo da nossa vida. «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim…». “Não é digno de Mim” Jesus mostra-nos que os relacionamentos ou as pessoas são passageiras e que nós devemos fazer escolhas que perdurem para a Vida Eterna. No entanto, o nosso ser cristão realiza-se no duplo mandamento do Amor; e Amar a Deus e amar o próximo é a medalha de duas faces que nos carateriza como autênticos cristãos. Diz Jesus no evangelho de hoje «se alguém der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes mais pequeninos…», ou seja vivendo as Obras de Misericórdia.

A leitura do livro dos Reis,  o profeta Eliseu mostra-nos como todos podem colaborar na realização do projecto salvador de Deus. De uma forma directa (Eliseu) ou de uma forma indirecta (a mulher sunamita), todos têm um papel a desempenhar para que Deus se torne presente no mundo e interpele os homens.

A Epistola de São Paulo aos Romanos, recorda que o cristão é alguém que, pelo Baptismo, se identificou com Jesus. A partir daí, o cristão deve seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida e renunciar definitivamente ao pecado.

O Evangelho de São Mateus,  faz uma catequese sobre o discipulado, com vários passos. Num primeiro passo, define o caminho do discípulo: o discípulo tem de ser capaz de fazer de Jesus a sua opção fundamental e seguir o seu mestre no caminho do amor e da entrega da vida. Num segundo passo, sugere que toda a comunidade é chamada a dar testemunho da Boa Nova de Jesus. No terceiro passo, promete uma recompensa àqueles que acolherem, com generosidade e amor, os missionários do “Reino”.


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: “Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim. Quem não toma a sua cruz para Me seguir, não é digno de Mim. Quem encontrar a sua vida há-de perdê-la; e quem perder a sua vida por minha causa, há-de encontrá-la. Quem vos recebe, a Mim recebe; e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou. Quem recebe um profeta por ele ser profeta, receberá a recompensa de profeta; e quem recebe um justo por ele ser justo,
receberá a recompensa de justo. E se alguém der de beber, nem que seja um copo de água fresca, a um destes pequeninos, por ele ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa”.

Palavra da Salvação


Caminhar a Dois @home

Caminhar a Dois: Alterações importantes

Devido à evolução da situação da pandemia COVID-19, a equipa organizadora do curso Caminhar a Dois decidiu adiar a edição de 2020 para o ano de 2021.

Desta forma, não terá lugar este ano uma edição deste curso nos moldes realizados nos últimos dois anos.
No entanto, será aproveitado o fim-de-semana de 29 e 30 de agosto para realizar um evento online. O objetivo, como não poderia deixar de ser, é continuar a “Caminhar a Dois”!
Serão brevemente disponibilizadas mais informações sobre esta iniciativa à distância.

Quem estiver interessado em participar neste evento online, pode manifestar esse interesse pode inscrever-se a partir da página do Movimento dos Focolares. Caminhar a dois é uma proposta destinada para noivos, ou namorados que desejam aprofundar a vocação ao matrimónio, enriquecido por diversos testemunhos. Hoje tão importante e fundamental para estas gerações novas.


Novo Diretório para a Catequese: “É urgente uma conversão pastoral”

“É urgente realizar uma ‘conversão pastoral’ a fim de liberar a catequese de certos laços que a impedem de ser eficaz”. Palavras de Dom Rino Fisichella na coletiva de apresentação nesta quinta-feira (25/06) do novo “Diretório para a Catequese”

Vatican News

“Na era digital, vinte anos podem ser comparados, sem exageros, a pelo menos meio século”. A observação é de Dom Rino Fisichella, presidente do Pontifício Conselho para a promoção da Nova Evangelização, durante a apresentação nesta quinta-feira (25/06) na Sala de Imprensa da Santa Sé do novo “Diretório para a Catequese”.

Considerar o que está surgindo

O documento nasceu da necessidade de levar em consideração “com grande realismo o novo que está surgindo, com a tentativa de propor uma leitura que envolvesse a catequese”. É por esta razão que o Diretório apresenta “não apenas os problemas inerentes à cultura digital, mas também sugere caminhos a serem tomados para que a catequese se torne uma proposta que encontre o interlocutor capaz de compreendê-la e ver sua adequação com seu próprio mundo”. 

Recordar os Sínodos

“Viver cada vez mais a dimensão sinodal faz com que não esqueçamos os últimos Sínodos que a Igreja viveu”, explicou Fisichella. O presidente do Dicastério mencionou em particular o Sínodo sobre a Nova Evangelização e transmissão da fé de 2012, com a consequente Exortação Apostólica do Papa Francisco Evangelii gaudium, e o 25º aniversário da publicação do Catecismo da Igreja Católica, que afeta diretamente a competência do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

Conversão pastoral

“A evangelização ocupa o primeiro lugar na vida da Igreja e no ensinamento diário do Papa Francisco”, observou o prelado: “Portanto, a catequese deve estar intimamente ligada à obra de evangelização e não pode ser separada dela. Ela precisa assumir em si mesma as próprias características da evangelização, sem cair na tentação de se tornar um substituto para ela ou de querer impor-lhe suas próprias premissas pedagógicas”. A partir disso podemos ver o primado do “primeiro anúncio” e o vínculo entre evangelização e catecumenato, “como experiência do perdão oferecido e da nova vida de comunhão com Deus”. Segundo Fisichella, “é urgente realizar uma ‘conversão pastoral’ a fim de liberar a catequese de certos laços que a impedem de ser eficaz”. O primeiro ponto pode ser identificado no esquema escolar, segundo o qual a catequese de Iniciação Cristã é vivida no paradigma da escola. O segundo é a mentalidade com a qual a catequese é feita a fim de receber um sacramento. Um terceiro é a instrumentalização do sacramento por causa da pastoral, desse modo os tempos do sacramento da Confirmação são estabelecidos pela estratégia pastoral de não perder o pequeno rebanho de jovens que não abandonaram a paróquia e não pelo significado que o sacramento possui em si mesmo na economia da vida cristã”.

Novos Ventos – 21 de Junho

XII Domingo do Tempo Comum – Ano A

Mensagem dominical das paróquias de Torreira e São Jacinto

A liturgia deste domingo revela-nos o Amor e a misericórdia de Deus para connosco; São Paulo descreve que se a morte entrou pelo pecado de um só homem, por meio de Jesus Cristo se concedeu com abundância a graça a todos os homens; e o evangelho mostra-nos a importância que temos diante de Deus: «Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Portanto, não temais: valeis muito mais do que todos os passarinhos». Será que respondo com a mesma gratuidade e generosidade de Deus? Sou muito importante para Deus. O que é que ofereço a Deus: a minha vida, a vida da minha família, as minhas simples orações? Ou apenas o final do dia quando já não me apetece orar?

A leitura do livro de Jeremias,  O profeta ouve a voz maldosa dos seus adversários que espreitam a ocasião de o verem cair, e assim se vingarem dele. Mas ele apela para o Senhor, para a sua justiça e a sua proteção. Deus lê no coração do homem e compreende as suas intenções mais profundas. É com esta fé que ele continuará firme e fiel ao serviço da palavra de Deus; então como hoje e sempre.

A Epistola de São Paulo aos Romanos, O Apóstolo estabelece o confronto entre Adão, o primeiro homem, e Cristo, o novo Adão, entre a situação dos homens que viviam sob a lei de Moisés e os que vivem agora pela graça de Jesus Cristo. Por esta graça, somos a humanidade nova, que pelo dom gratuito do Senhor Jesus, novo Adão, triunfamos da própria morte, porque participamos do seu triunfo pascal.

O Evangelho de São Mateus, relata-nos que o Senhor Jesus, ao enviar os seus discípulos a anunciar a Boa Nova, previne-os de que irão encontrar oposições e contradições, mas de que não devem, por isso, perder a confiança.


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus

Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: “Não tenhais medo dos homens, pois nada há encoberto que não venha a descobrir-se, nada há oculto que não venha a conhecer-se. O que vos digo às escuras, dizei-o à luz do dia; e o que escutais ao ouvido proclamai-o sobre os telhados. Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Temei antes Aquele que pode lançar na geena a alma e o corpo. Não se vendem dois passarinhos por uma moeda? E nem um deles cairá por terra sem consentimento do vosso Pai. Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Portanto, não temais: valeis muito mais do que os passarinhos. A todo aquele que se tiver declarado por Mim diante dos homens também Eu Me declararei por ele diante do meu Pai que está nos Céus.
Mas àquele que me negar diante dos homens, também Eu o negarei
diante do meu Pai que está nos Céus”.

Palavra da Salvação


 Palavra de Vida (Junho)

 “Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou” (Mt 10,40). 

Enquanto discípulos, todos os cristãos têm uma missão: testemunhar com mansidão, primeiro com a vida e depois também com as palavras, o amor de Deus que eles próprios encontraram, para que se torne uma realidade aprazível para muitos, para todos. E, por se terem sentido acolhidos por Deus, apesar das suas fragilidades, o primeiro testemunho é precisamente o acolhimento caloroso dos irmãos. Numa sociedade marcada tantas vezes pela procura do sucesso e da autonomia egoística, os cristãos são chamados a mostrar a beleza da fraternidade, que sabe reconhecer as necessidades uns dos outros e atuar a reciprocidade. 

 “Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou” 

Assim escreveu Chiara Lubich a respeito do acolhimento evangélico: «[…] Jesus foi a manifestação do amor totalmente acolhedor do Pai celeste por todos nós, e do amor que nós, consequentemente, deveremos ter uns pelos outros. […] Procuremos então viver esta Palavra de vida sobretudo nas nossas famílias, comunidades, grupos de trabalho; eliminando os nossos juízos, as discriminações, os preconceitos, os ressentimentos, a intolerância com este ou aquele próximo. São atitudes em que caímos muitas vezes com facilidade, mas que muito esmorecem e comprometem os relacionamentos humanos e impedem, bloqueando como a ferrugem, o amor recíproco. […] O acolhimento do outro, do que é diferente de nós, está na base do amor cristão. É o ponto de partida, o primeiro degrau para a construção daquela civilização do amor, daquela cultura de comunhão, para a qual Jesus nos chama de modo especial nos dias de hoje». 


Testemunho da Palavra de Vida

Refugiados

Sabendo que um jovem refugiado albanês estava à procura de alojamento, ajudámo-lo a procurar e, entretanto, hospedámo-lo na nossa casa. Alguns dos nossos familiares não concordaram. Alertavam-nos para possíveis problemas e diziam que éramos inconscientes. Mas, talvez até por esta rotura momentânea, encontrámos na unidade entre nós os dois a força para continuar, apesar de tudo.

Ao fim de alguns dias encontrámos um apartamento. Com o B., um artesão que tinha decidido dar trabalho a um albanês, fomos ao centro de acolhimento de refugiados a fim de regularizar o assunto. O impacto com aquele lugar foi duro: centenas de pessoas à espera de uma resposta, para o seu drama! Sentimo-nos impotentes, mas, no fim, B. decidiu contratar não um, mas três albaneses, um dos quais ainda menor, e do qual aceitou ser tutor.

Bastaram poucos meses para os jovens se inserirem no trabalho e se integrarem também na vida da povoação, onde procurámos envolver o maior número possível de pessoas, para que eles se sentissem parte de uma grande família.

S.E. – Itália