Como já tivemos a possibilidade de informar acerca do Centro Cívico Padre Fidalgo, após terem executado as fundações, a empresa deixou a empreitada. Neste momento, tínhamos duas possibilidades ou entregar o terreno à Câmara Municipal, ou utilizar as fundações já existentes e fazer um novo projecto inferior e mais económico. Deste modo, foi pedido à Câmara Municipal da Murtosa, tendo por base estas fundações se haveria a possibilidade de requalificar o projecto de arquitectura tornando possível a execução da sua construção. Por isso, informamos que já criámos uns títulos e que tencionamos vender, a fim de podermos proceder à primeira fase da Obra.
Intenções de Missa
Segunda-feira, 6 – Igreja Matriz, 19:00h
+ Paulo Manuel dos Santos Carinha. + Maria José Mendes Gomes. + Filipe Gomes Tavares e família. + João Evaristo, Maria dos Anjos, Manuel da Cunha, José Colantra, Domingos da Cunha e esposa, Luís Maia e esposa. + Ângela Maria Gavina Marques. + Carlos António da Silva Santos e família.
Quarta-feira, 8 – Quintas do Norte, 20:00h
+ José Soares e Manuel António Soares. + Carlos Valente e Sofia Silva.
Sexta-feira, 10 – Igreja Matriz, 19:00h
+ Bruno Matos. + Maria José Flores e marido. + João Eusébio, Filipe Carlos e Maria José. + Maria Noémia e tia. + Horácio Manuel Pinho Costeira. + Cipriano Brandão. + Mário Filipe e Guiomar Bastos. + Aniversário de Nascimento de Manuel Evaristo, esposa e filho.
Reunião Extraordinária Conselho Económico, às 21:15;
Na Quarta-feira, dia (1/07) haverá:
Atendimento Paroquial, das 16:00 até às 18:30;
Missa nas Quintas do Norte, às 20:00;
Na Sexta-feira, dia (3/07), haverá:
Atendimento Paroquial, das 16:00 até às 18:30;
Missa na Igreja Matriz, às 19:00;
No Sábado, dia (4/07) haverá:
Eucaristia na Igreja da Torreira, às 19:00;
No Domingo, dia (5/07) haverá:
Eucaristia nas Quintas do Norte, às 8:00;
Eucaristia na Igreja da Torreira, às 11:00;
Intenções de Missa
Segunda-feira, 29 – Igreja Matriz, 19:00h
+ Manuel Pinho e pais. + Ângela Gavina. + Carlos António da Silva Santos e família. + João Eusébio, Filipe Carlos e Maria José. + Maria Noémia e tia. + Rosa dos Anjos Assunção. + Horácio Manuel Pinho Costeira. + Cipriano Brandão. + Júlia Caravela, marido e netos. + Albertino Manuel Sousa Tavares. + Trigésimo dia de Delfina Murta e José Murta. + Aniversário de falecimento de Luís António Lopes e Aniversário Natalício de Maria Ramos Neto. + José Manuel Leitão Serra.
Quarta-feira, 1 – Quintas do Norte, 20:00h
+ 1º Aniversário de Daniel Lopes, Nazaré Lopes e Hernâni Castro. + António Joaquim Rodrigues e família. + Manuel Pinho e Maria Jacinta. + Aniversário de José Maria da Silva, Matilde, David e António.
Sexta-feira, 3 – Igreja Matriz, 19:00h
+ António Fernando Oliveira Mendes e familiares. + Manuel José Assunção, esposa e filho.
Mensagem dominical das paróquias de Torreira e São Jacinto
A liturgia deste domingo revela-nos o Amor e a misericórdia de Deus para connosco; São Paulo descreve que se a morte entrou pelo pecado de um só homem, por meio de Jesus Cristo se concedeu com abundância a graça a todos os homens; e o evangelho mostra-nos a importância que temos diante de Deus: «Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Portanto, não temais: valeis muito mais do que todos os passarinhos». Será que respondo com a mesma gratuidade e generosidade de Deus? Sou muito importante para Deus. O que é que ofereço a Deus: a minha vida, a vida da minha família, as minhas simples orações? Ou apenas o final do dia quando já não me apetece orar?
Aleitura do livro de Jeremias, O profeta ouve a voz maldosa dos seus adversários que espreitam a ocasião de o verem cair, e assim se vingarem dele. Mas ele apela para o Senhor, para a sua justiça e a sua proteção. Deus lê no coração do homem e compreende as suas intenções mais profundas. É com esta fé que ele continuará firme e fiel ao serviço da palavra de Deus; então como hoje e sempre.
AEpistola de São Paulo aos Romanos, O Apóstolo estabelece o confronto entre Adão, o primeiro homem, e Cristo, o novo Adão, entre a situação dos homens que viviam sob a lei de Moisés e os que vivem agora pela graça de Jesus Cristo. Por esta graça, somos a humanidade nova, que pelo dom gratuito do Senhor Jesus, novo Adão, triunfamos da própria morte, porque participamos do seu triunfo pascal.
O Evangelho de São Mateus, relata-nos que o Senhor Jesus, ao enviar os seus discípulos a anunciar a Boa Nova, previne-os de que irão encontrar oposições e contradições, mas de que não devem, por isso, perder a confiança.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: “Não tenhais medo dos homens, pois nada há encoberto que não venha a descobrir-se, nada há oculto que não venha a conhecer-se. O que vos digo às escuras, dizei-o à luz do dia; e o que escutais ao ouvido proclamai-o sobre os telhados. Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Temei antes Aquele que pode lançar na geena a alma e o corpo. Não se vendem dois passarinhos por uma moeda? E nem um deles cairá por terra sem consentimento do vosso Pai. Até os cabelos da vossa cabeça estão todos contados. Portanto, não temais: valeis muito mais do que os passarinhos. A todo aquele que se tiver declarado por Mim diante dos homens também Eu Me declararei por ele diante do meu Pai que está nos Céus. Mas àquele que me negar diante dos homens, também Eu o negarei diante do meu Pai que está nos Céus”.
Palavra da Salvação
Palavra de Vida (Junho)
“Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou” (Mt 10,40).
Enquanto discípulos, todos os cristãos têm uma missão: testemunhar com mansidão, primeiro com a vida e depois também com as palavras, o amor de Deus que eles próprios encontraram, para que se torne uma realidade aprazível para muitos, para todos. E, por se terem sentido acolhidos por Deus, apesar das suas fragilidades, o primeiro testemunho é precisamente o acolhimento caloroso dos irmãos. Numa sociedade marcada tantas vezes pela procura do sucesso e da autonomia egoística, os cristãos são chamados a mostrar a beleza da fraternidade, que sabe reconhecer as necessidades uns dos outros e atuar a reciprocidade.
“Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou”
Assim escreveu Chiara Lubich a respeito do acolhimento evangélico: «[…] Jesus foi a manifestação do amor totalmente acolhedor do Pai celeste por todos nós, e do amor que nós, consequentemente, deveremos ter uns pelos outros. […] Procuremos então viver esta Palavra de vida sobretudo nas nossas famílias, comunidades, grupos de trabalho; eliminando os nossos juízos, as discriminações, os preconceitos, os ressentimentos, a intolerância com este ou aquele próximo. São atitudes em que caímos muitas vezes com facilidade, mas que muito esmorecem e comprometem os relacionamentos humanos e impedem, bloqueando como a ferrugem, o amor recíproco. […] O acolhimento do outro, do que é diferente de nós, está na base do amor cristão. É o ponto de partida, o primeiro degrau para a construção daquela civilização do amor, daquela cultura de comunhão, para a qual Jesus nos chama de modo especial nos dias de hoje».
Testemunho da Palavra de Vida
Refugiados
Sabendo que um jovem refugiado albanês estava à procura de alojamento, ajudámo-lo a procurar e, entretanto, hospedámo-lo na nossa casa. Alguns dos nossos familiares não concordaram. Alertavam-nos para possíveis problemas e diziam que éramos inconscientes. Mas, talvez até por esta rotura momentânea, encontrámos na unidade entre nós os dois a força para continuar, apesar de tudo.
Ao fim de alguns dias encontrámos um apartamento. Com o B., um artesão que tinha decidido dar trabalho a um albanês, fomos ao centro de acolhimento de refugiados a fim de regularizar o assunto. O impacto com aquele lugar foi duro: centenas de pessoas à espera de uma resposta, para o seu drama! Sentimo-nos impotentes, mas, no fim, B. decidiu contratar não um, mas três albaneses, um dos quais ainda menor, e do qual aceitou ser tutor.
Bastaram poucos meses para os jovens se inserirem no trabalho e se integrarem também na vida da povoação, onde procurámos envolver o maior número possível de pessoas, para que eles se sentissem parte de uma grande família.
+ Felicidade Vieira Pinho e família. + Júlia Caravela, marido e netos. + Albertino Manuel Sousa Tavares. + Trigésimo dia de José Oliveira Tavares Rebelo e Iria dos Anjos da Silva. + Manuel Agostinho e Maria de Lurdes. + Aniversário de morte de Casimiro Agostinho Lopes. + Aniversário de Diamantina Marques Cavilhas Dias. + 1º Aniversário de morte de Carolina Cunha e Manuel Chipelo.
Quarta-feira, 24 – Quintas do Norte, 20:00h
+ Aníbal Nunes Pereira. + Silvério Valente Manuel Almeida.
Sexta-feira, 26 – Igreja Matriz, 19:00h
+ António Fernando Oliveira Mendes e familiares. + Manuel José Assunção, esposa e filho. + Aniversário de Maria Eugénia Teixeira. + José Manuel Leitão Serra.
Mensagem dominical das paróquias de Torreira e São Jacinto
A liturgia deste domingo revela-nos o Amor e para com as multidões que andavam abatidas como ovelhas sem Pastor. Quantas vezes, na nossa vida andamos desanimados e abatidos mas o nosso orgulho impede que nos deixemos transformar pelo Amor de Jesus. Outro aspecto deste evangelho é o desafio à oração a pedir ao Senhor da Messe trabalhadores na missão da Igreja. Um terceiro ponto evidencia a Igreja a curar tantas feridas, neste tempo marcado pelo Covid19 somos desafiados e curar tantas famílias feridas por este isolamento social.
Aleitura do livro do Êxodo, apresenta-nos o Deus da “aliança”, que elege um Povo para com ele estabelecer laços de comunhão e de familiaridade; a esse Povo, Jahwéh confia uma missão sacerdotal: Israel deve ser o Povo reservado para o serviço de Jahwéh, isto é, para ser um sinal de Deus no meio das outras nações.
AEpistola de São Paulo aos Romanos, sugere que a comunidade dos discípulos é fundamentalmente uma comunidade de pessoas a quem Deus ama. A sua missão no mundo é dar testemunho do amor de Deus pelos homens – um amor eterno, inquebrável, gratuito e absolutamente único.
O Evangelho de São Mateus, traz-nos o “discurso da missão”. Nele, Mateus apresenta uma catequese sobre a escolha, o chamamento e o envio de “doze” discípulos (que representam a totalidade do Povo de Deus) a anunciar o “Reino”. Esses “doze” serão os continuadores da missão de Jesus e deverão levar a proposta de salvação e de libertação que Deus fez aos homens em Jesus, a toda a terra.
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
Naquele tempo, Jesus, ao ver as multidões, encheu-Se de compaixão, porque andavam fatigadas e abatidas, como ovelhas sem pastor. Jesus disse então aos seus discípulos: «A seara é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara». Depois chamou a Si os seus doze discípulos e deu-lhes poder de expulsar os espíritos impuros e de curar todas as doenças e enfermidades. São estes os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Tadeu; Simão, o Cananeu, e Judas Iscariotes, que foi quem O entregou. Jesus enviou estes Doze, dando-lhes as seguintes instruções: «Não sigais o caminho dos gentios, nem entreis em cidade de samaritanos. Ide primeiramente às ovelhas perdidas da casa de Israel. Pelo caminho, proclamai que está perto o reino dos Céus. Curai os enfermos, ressuscitai os mortos, sarai os leprosos, expulsai os demónios. Recebestes de graça, dai de graça».
Palavra da Salvação
Palavra de Vida (Junho)
“Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou” (Mt 10,40).
Jesus dá as Suas instruções aos Doze: eles devem pôr-se a caminho, descalços e com pouca bagagem: sem alforge, só uma túnica… Devem deixar-se tratar como hóspedes, prontos a aceitar os cuidados dos outros, com humildade; gratuitamente devem cuidar e estar próximos dos pobres e deixar a todos, como dom, a paz. Como Jesus, serão pacientes nas incompreensões, confiando na assistência do amor do Pai.
Deste modo, quem tiver a sorte de encontrar algum deles poderá verdadeiramente experimentar a ternura de Deus.
Sagrado Coração de Jesus
O tempo de Covid-19 que vivemos desde março passado impediu a celebração da missa crismal. Inicialmente ela foi adiada para o último domingo de Junho, na festa das famílias. Uma vez que o próximo ano pastoral continua a ser dedicado à vocação para o matrimónio e as grandes celebrações e concentrações diocesanas devem ser suspensas, foi marcada para o dia 19 de junho, às 10h00, na Sé de Aveiro, presidida pelo nosso bispo D. António Moiteiro, na solenidade do Coração de Jesus e dia de oração pela santificação dos sacerdotes, a missa crismal com a bênção dos santos óleos. A nossa Catedral de Aveiro, com o devido distanciamento, tem capacidade para cerca de 140 pessoas.
Testemunho da Palavra em tempo de Covid
Tudo começou de uma “centelha” de unidade entre quem se empenha, sem medida, na Pastoral sócio-caritativa e o Focolar de Faro, diante da necessidade que surgiu de encontrar uma pessoa para integrar a equipa da Pastoral Prisional.
“Bem cientes da nossa pequenez, mas fortes na unidade, decidimos avançar.” – conta uma das pessoas que integrou o grupo e que, há quase um ano, começou como uma “célula de Unidade” nestas duas vertentes. Foram muitas as ocasiões para colaborar, que incluiu a procura de presentes de Natal para os filhos dos detidos.
Todas as semanas a equipa da Pastoral Prisional, constituída por cinco pessoas, visitou o Estabelecimento Prisional de Faro, alternando-se, mas garantindo que fosse sempre possível irem dois ou três elementos. Procurou centrar esta ação não apenas nos detidos, mas também em todos os que lá vivem ou trabalham. As temáticas e materiais escolhidos para estas visitas foram a Palavra de Vida, a Revista Cidade Nova, o jornal diocesano local e outros artigos que sublinhassem valores humanos.
Escreve um dos participantes deste grupo de visitantes: “O nosso sonho, essencialmente, é que seja Jesus presente onde dois ou mais estão unidos no Seu nome, a proporcionar uma lufada de ar puro, manter em todos os detidos a esperança de poder – um dia – voltar a “voar” e crescer num relacionamento construtivo com os educadores e guardas. Partilhamos a vontade de dar sempre o melhor, pessoalmente e como equipa.”
A atmosfera que encontravam, por vezes, era de grande pessimismo, desânimo, critica contra a estrutura, os guardas, o governo, a família que tiveram e o mundo. Contam: “Saímos de lá como se tivéssemos “descarregado um navio”, mas, sempre com mais vontade de voltar e mais empenho para dar algo mais, que pudesse indicar uma luz, ao fundo do túnel.”
A experiência de unidade cresceu também entre o grupo de visitantes, com telefonemas e mensagens que vão para além deste empenho específico. “É esta unidade que nos dá a luz para o passo a seguir. Nada mais.” – referem.
Um momento privilegiado deste percurso aconteceu no dia 18 de Fevereiro, com a visita à cidade e, também, ao Estabelecimento Prisinal, do Bispo de Faro. Uma ocasião para se aumentar a profundidade, conhecer anseios, perguntas e sonhos dos detidos! “Juntos constrói-se algo, surgem ideias, algumas com êxito.” – comenta o grupo. A pedido dos reclusos, participou neste momento também o Presidente da Câmara. Estavam presentes cerca de umas quarenta pessoas, entre director, funcionários e detidos, alguns dos quais não costumavam participar nestas atividades.