Novos Ventos – 24 de Janeiro

III Domingo do Tempo Comum – Ano B

Mensagem dominical das paróquias de Torreira e São Jacinto

A liturgia deste domingo salienta três aspetos fundamentais da vida pública de Jesus; após a prisão de João Baptista, Jesus começa a sua vida pública com o convite à conversão e o anúncio do Evangelho. Importante salientar que a primeira coisa que Jesus faz é desafiar as pessoas ao arrependimento e mudar de atitudes. Depois, faz o convite a acreditar no Evangelho, ou seja, acreditar na sua Pessoa, Jesus é o Evangelho vivo e para o seguir é necessário alterar os comportamentos humanos.

O terceiro aspeto deste Evangelho é o chamamento; Jesus viu Simão e André e convida-os a seguirem-n’O. Para seguir Jesus é necessário sentir uma enorme liberdade interior de modo a sermos capazes de deixar para trás as redes que muitas vezes nos tolhem e permanecemos amarrados.

A leitura da Profecia de Jonas, diz-nos – através da história do envio do profeta Jonas a pregar a conversão aos habitantes de Nínive – que Deus ama todos os homens e a todos chama à salvação. A disponibilidade dos ninivitas em escutar os apelos de Deus e em percorrer um caminho imediato de conversão constitui um modelo de resposta adequada ao chamamento de Deus.

A Leitura da Primeira Epístola de São Paulo aos Coríntios,   convida o cristão a ter consciência de que “o tempo é breve” – isto é, que as realidades e valores deste mundo são passageiros e não devem ser absolutizados. Deus convida cada cristão, em marcha pela história, a viver de olhos postos no mundo futuro – quer dizer, a dar prioridade aos valores eternos, a converter-se aos valores do “Reino”.

O Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo São Marcos, aparece o convite que Jesus faz a todos os homens para se tornarem seus discípulos e para integrarem a sua comunidade. Marcos avisa, contudo, que a entrada para a comunidade do Reino pressupõe um caminho de “conversão” e de adesão a Jesus e ao Evangelho.


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia e começou a proclamar o Evangelho de Deus, dizendo: «Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho». Caminhando junto ao mar da Galileia, viu Simão e seu irmão André, que lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores. Disse-lhes Jesus: «Vinde comigo e farei de vós pescadores de homens». Eles deixaram logo as redes e seguiram-n’O. Um pouco mais adiante, viu Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco a consertar as redes; e chamou-os. Eles deixaram logo seu pai Zebedeu no barco com os assalariados e seguiram Jesus.

Palavra da Salvação


Podcast “Algo Mais”

Olá a todos, é com grande entusiasmo que vos apresentamos o nosso novo projeto:

O Podcast “Algo Mais” https://anchor.fm/algomais-jpmu destina-se a TODAS as pessoas de boa vontade e tratar-se-á dum espaço onde se privilegia a escuta e o diálogo com o objetivo de proporcionar ao ouvinte uma experiência que o permita descobrir algo mais à luz do carisma da Unidade.

Acreditas num mundo sem guerras e injustiças, onde prevalece a paz e a fraternidade universal? Há quem o chame de utopia…Nós chamamo-lo “Mundo Unido”.

Neste podcast convidamos-te a descobrir algo mais, à luz do carisma que está na origem do nosso movimento e do qual cremos que o mundo tem sede: a Unidade. Após, termos realizado a primeira semana de diversas reflexões do evangelho quotidiano, damos a início de mais uma semana de novidades e também um convidado surpresa que nos vai premiar com a sua história pessoal e como foi descobrindo o dedo de Deus na sua vida.


“Crianças do “Gen3” dos Focolares visitam a FAO”

Cidade do Vaticano

Centenas de crianças e adolescentes, dos 9 aos 14 anos, do Movimento dos Focolares (“Gen3”), representantes dos cinco Continentes do mundo, visitaram, nesta sexta-feira (22/6), em Roma, a sede da FAO, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, para acompanhar o Projeto “Fome Zero”. Ao término da sua visita, a FAO atribuiu-lhes o título de “Cidadãs Fome Zero”.

Entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (OSS), – aprovados em 25 de setembro de 2015, pelos 193 Estados Membros das Nações Unidas, – encontra-se o seguinte: “Adolescentes e jovens podem tornar-se a primeira geração para erradicar a fome no mundo”. Este compromisso deveria ser atuado entre 15 anos (2015-2030).

O segundo objetivo, “Fome Zero” é o coração deste programa. Para alcançá-lo, a FAO aposta nas novas gerações.

Por isso, os “Gen3”, crianças e adolescentes do Movimento dos Focolares, quiseram colocar este projeto ao centro da temática do seu Congresso de formação anual, que se realiza, de 20 a 24 deste mês, no Centro Mariápolis de Castelgandolfo, perto de Roma.

O Congresso “Gen 3” reúne 630 meninas e 250 meninos, provenientes de diversos países da Europa e América do Sul, no Centro de Formação Internacional de Loppiano, perto de Florença.


“Francisco: é essencial que os cristãos continuem o caminho rumo à unidade plena e visível”

Celebrada no Hemisfério Norte de 18 a 25 deste mês, a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos tem como tema “Permanecei no meu amor e produzireis muitos frutos”. No Brasil, é celebrada entre a Ascensão e Pentecostes.

Segundo Francisco, a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos tem como objetivo “invocar de Deus o dom da unidade a fim de superar o escândalo das divisões entre os fiéis em Jesus”.

Pedir a Deus a paz, a reconciliação, a unidade

Depois da Última Ceia, Jesus rezou pelos seus, «para que todos sejam um». “Foi a sua oração antes da Paixão, poderíamos dizer o seu testamento espiritual. Observamos, contudo, que o Senhor não ordenou aos discípulos a unidade. Nem lhes fez um discurso para motivar a sua necessidade. Não, Ele rezou ao Pai por nós, para que fôssemos um. Isto significa que não somos suficientes, com a nossa força, para realizar a unidade. A unidade é primeiramente um dom, é uma graça a ser pedida com a oração”, disse o Papa.

Cada um de nós precisa dela. Com efeito, damo-nos conta de que não somos capazes de preservar a unidade nem sequer dentro de nós mesmos. O Apóstolo Paulo também sentiu um conflito dilacerante dentro de si: querer o bem e estar inclinado para o mal. Ele compreendeu que a raiz de tantas divisões à nossa volta, entre pessoas, na família, na sociedade, entre povos e até entre os fiéis, está dentro de nós. A solução para as divisões não é opor-se a alguém, porque a discórdia gera mais discórdia. O verdadeiro remédio começa pelo pedir a Deus a paz, a reconciliação, a unidade.

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