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Conferencistas

D. Carlos Azevedo
Carlos Alberto de Pinho Moreira de Azevedo historiador de formação e membro da Academia Portuguesa de História, nasceu em Milheirós de Poiares, Santa Maria da Feira, a 4 de setembro de 1953; estudou nos Seminários do Porto e no Instituto de Ciência Humanas e Teológicas, doutorou-se em 1986, na Faculdade de História Eclesiástica da Universidade Gregoriana, em Roma, e durante esse período, colaborou na Secretaria de Estado do Vaticano, na secção de língua portuguesa.
D. Carlos Azevedo, ordenado padre na Sé do Porto em julho de 1977 por D. António Ferreira Gomes, foi professor da Faculdade de Teologia da Universidade Católica Portuguesa (UCP) desde 1987 e vice-reitor da instituição académica entre os anos 2000 e 2004; presidiu à direção do Centro de Estudos de História Religiosa da UCP, de 1992 a 2001, e dirigiu a obra ‘Dicionário e História religiosa de Portugal’, tendo sido também presidente da comissão científica para a publicação da Documentação Crítica de Fátima (1998-2008).
Foi nomeado por João Paulo II como bispo auxiliar de Lisboa a 4 de fevereiro de 2005 e ordenado no Porto, a 2 de abril de 2005.
Foi membro da Conferência Episcopal Portuguesa, onde desempenhou diversas funções como Secretário, Presidente da Comissão Episcopal dos Assuntos Sociais e Culturais e membro da Comissão Cultural, do Património e da Comunicação Social.
Foi o coordenador-chefe da Comissão que organizou a Visita Apostólica do Papa Bento XVI a Portugal em maio de 2010. Em 2010 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem de Henrique do Navegador e no ano seguinte o Papa Bento XVI nomeou-o Oficial do Pontifício Conselho para a Cultura. Recentemente, em dezembro de 2022, o papa Francisco nomeou D. Carlos Azevedo delegado do Comité Pontifício para as Ciências Históricas.
Autor de vários artigos e publicações, destacamos a última obra, apresentada em 2022: “Entre Vaticano e Portugal - Questões de Governo e Pastoral (Séc. XVII a XX)", onde analisa diferentes percursos de acontecimentos, que marcaram a Igreja de Portugal, como o período logo após a Restauração da Independência, em 1640. Vasto tempo, em que por 28 anos e por imposição da Espanha, não houve qualquer nomeação de bispos para a metrópole e as colónias.

ANTÓNIO BARRETO

Nasceu no Porto em 1942. Viveu em Vila Real, Coimbra, Genebra (Suíça) e Lisboa. Foi exilado político até 1974. Licenciou-se e doutorou-se em Sociologia na Universidade de Genebra. Foi Assistente na Universidade e Investigador das Nações Unidas. Regressou a Portugal em 1974. Professor na Universidade Nova de
Lisboa e Investigador na Universidade Católica e no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Foi deputado à Assembleia Constituinte e à Assembleia da República. Secretário de Estado do Comércio Externo, ministro do Comércio e Turismo e ministro da Agricultura e Pescas. Prémio Montaigne de 2004. Sócio
da Academia das Ciências. Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos de 2009 a 2014. Fundador da PORDATA. Membro do Júri do Prémio Pessoa (desde 1995). Presidente das comemorações do Dia de Portugal (2009 a 2011). Grã-cruz da Ordem Militar de Cristo. Grã-cruz da Ordem da Liberdade. Colunista do jornal Público. Autor de livros nas áreas da sociologia, da política, da fotografia e do Douro. Coordenador do Dicionário de História de Portugal, 1925/1974. Autor da série de televisão Portugal, Um Retrato Social e de Horas do Douro (longa metragem). Autor de livros e exposições de fotografia, designadamente “Gente da Batalha” (Mosteiro da Batalha).