{"id":2935,"date":"2025-07-20T08:56:30","date_gmt":"2025-07-20T08:56:30","guid":{"rendered":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/?p=2935"},"modified":"2025-07-20T08:56:39","modified_gmt":"2025-07-20T08:56:39","slug":"novos-ventos-20-de-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/2025\/07\/20\/novos-ventos-20-de-julho\/","title":{"rendered":"Novos Ventos &#8211; 20 de Julho"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"vii-domingo-do-tempo-comum-ano-c\">XVI Domingo do Tempo Comum\u00a0\u2013 Ano C<br>Mensagem dominical das par\u00f3quias de Torreira e S\u00e3o Jacinto<\/h2>\n\n\n\n<p>Neste XVI Domingo do Tempo Comum, o evangelista Lucas descreve o epis\u00f3dio em que Jesus vai \u00e0 casa de Marta e Maria. O contexto desta cena envolve uma atitude de acolhimento feito por ambas as irm\u00e3s ao \u00abreceber Jesus em sua casa\u00bb. Importa salientar que esta atitude nobre faz abrir n\u00e3o somente as portas da casa, mas sobretudo o cora\u00e7\u00e3o onde se faz a experi\u00eancia do encontro, isso pressup\u00f5e uma liberdade interior capaz de sair de si mesmo para acolher o Mestre. No entanto, esse acolhimento n\u00e3o \u00e9 feito somente com palavras \u00e9 necess\u00e1rio preparar tudo, antes de mais o cora\u00e7\u00e3o, mas claro que tamb\u00e9m \u00e9 preciso arrumar a casa, criar harmonia para receber uma Pessoa t\u00e3o importante, mas tamb\u00e9m preparar a refei\u00e7\u00e3o e p\u00f4r a mesa, isto \u00e9, servir o Senhor com todo o amor. Esta foi a atitude de Marta enquanto Maria estava sentada aos p\u00e9s de Jesus a ouvi-Lo, ao verificar isso, Marta tem uma atitude de impaci\u00eancia e at\u00e9 se mostra um pouco irritada, ou com inveja ao verificar que Maria estava tranquila a ouvir Jesus, enquanto ela andava atarefada com tantos afazeres. Diante disso ela interveio e disse a Jesus \u00abSenhor, n\u00e3o te importas que minha irm\u00e3 me deixe sozinha a servir? Diz-lhe que me venha ajudar\u00bb. A atitude de Marta n\u00e3o estava errada ela queria servir o Senhor com todo o seu amor, mas perde a caridade para com a sua irm\u00e3. Jesus responde a Marta que Maria fez uma boa escolha colocar-se a seus p\u00e9s a escut\u00e1-Lo.<\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e1 que a minha vida \u00e9 focada apenas pelo trabalho, pelos afazeres pela rotina da vida, ou sou capaz de tirar tempo para me colocar diante de Jesus no sacr\u00e1rio para O poder ouvir? A vida n\u00e3o se baseia apenas em trabalhar, mas procurar acolher Jesus na nossa casa, fazendo das nossas fam\u00edlias aut\u00eanticas igrejas dom\u00e9sticas onde Jesus tem lugar para ficar.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A leitura do Livro dos G\u00e9nesis,<\/strong> prop\u00f5e-nos o exemplo de Abra\u00e3o, o homem que n\u00e3o se importa de gastar tempo com o \u201coutro\u201d. Quando aparecem junto da sua tenda tr\u00eas visitantes inesperados, Abra\u00e3o acolhe-os, prepara-lhes um banquete, oferece-lhes o que tem de melhor. Em cada pessoa que nos \u201cvisita\u201d, \u00e9 Deus que vem ao nosso encontro. O tempo que gastamos a acolher e a cuidar dos nossos irm\u00e3os \u00e9 um tempo que enche de significado a nossa vida.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A leitura da Epistola de S\u00e3o Paulo aos Colossenses<\/strong>,&nbsp;Paulo fala aos crist\u00e3os de Colossos da sua experi\u00eancia: ele tem-se esfor\u00e7ado por testemunhar em todo o lado o projeto salvador de Deus revelado em Cristo. Espera que tamb\u00e9m os crist\u00e3os de Colossos se disponham a construir as suas vidas \u00e0 volta de Cristo. Nesse sentido, exorta-os a viverem numa comunh\u00e3o cada vez mais perfeita com Cristo, pois \u00e9 em Cristo que os crentes encontrar\u00e3o a salva\u00e7\u00e3o e a vida em plenitude.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo S\u00e3o Lucas<\/strong>, duas irm\u00e3s \u2013 Marta e Maria \u2013 acolhem Jesus na sua casa. Marta prepara para o h\u00f3spede uma boa refei\u00e7\u00e3o; Maria senta-se aos p\u00e9s de Jesus, a escutar o que Jesus diz. S\u00e3o duas atitudes v\u00e1lidas, pr\u00f3prias do disc\u00edpulo. Mas Lucas, o narrador deste epis\u00f3dio, aproveita para sugerir que a escuta da Palavra de Jesus deve preceder a a\u00e7\u00e3o. A a\u00e7\u00e3o sem a escuta de Jesus torna-se mero ativismo que, mais tarde ou mais cedo, se esvazia de sentido.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><u>Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo S\u00e3o Lucas<\/u><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Naquele tempo, Jesus entrou em certa povoa\u00e7\u00e3o, e uma mulher chamada Marta recebeu-O em sua casa. Ela tinha uma irm\u00e3 chamada Maria, que, sentada aos p\u00e9s de Jesus, ouvia a sua palavra. Entretanto, Marta atarefava-se com muito servi\u00e7o. Interveio ent\u00e3o e disse: \u00abSenhor, n\u00e3o Te importas que minha irm\u00e3 me deixe sozinha a servir? Diz-lhe que venha ajudar-me\u00bb. O Senhor respondeu-lhe: \u00abMarta, Marta, andas inquieta e preocupada com muitas coisas, quando uma s\u00f3 \u00e9 necess\u00e1ria. Maria escolheu a melhor parte, que n\u00e3o lhe ser\u00e1 tirada\u00bb. <strong>P<\/strong><strong>a<\/strong><strong>lavra da Salva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full is-resized\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"294\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/139.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2936\" style=\"width:534px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/139.jpg 400w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/139-300x221.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong><u>Palavra de vida (Julho 2025)<\/u><\/strong><strong><u><\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u00abMas um samaritano, que ia de viagem, passou junto dele&nbsp;e, ao v\u00ea-lo, encheu-se de compaix\u00e3o\u00bb<\/strong>&nbsp;(<em>Lc<\/em>&nbsp;10,33)<\/h2>\n\n\n\n<p>A resposta final e decisiva expressa-se com um convite claro: \u00abVai e faz tu tamb\u00e9m o mesmo\u00bb<sup>[5]<\/sup>. \u00c9 isso que Jesus repete a quem aceita a sua Palavra: tornar-se pr\u00f3ximos, tomando a iniciativa de \u201ctocar\u201d as feridas das pessoas que encontramos, no dia a dia, pelas estradas da vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Para viver a proximidade evang\u00e9lica, antes de tudo, pe\u00e7amos a Jesus que nos cure da cegueira dos preconceitos e da indiferen\u00e7a, que nos impede de ver para al\u00e9m de n\u00f3s mesmos. Depois, aprendamos com o Samaritano a capacidade da compaix\u00e3o, que o levou a colocar em jogo a sua pr\u00f3pria vida. Imitemos a sua prontid\u00e3o para dar o primeiro passo em dire\u00e7\u00e3o ao outro com a disponibilidade para o escutar, para fazer nossa a sua dor, livres dos ju\u00edzos e do medo de \u201cperder tempo\u201d. Foi a experi\u00eancia de uma jovem coreana: \u00abProcurei ajudar um adolescente que n\u00e3o era da minha cultura e que eu n\u00e3o conhecia bem. No entanto, apesar de n\u00e3o saber o que fazer nem como fazer, enchi-me de coragem e tentei ajud\u00e1-lo. Para minha surpresa, ao oferecer aquela ajuda, notei que me senti \u201ccurada\u201d das minhas feridas interiores\u00bb. Esta Palavra oferece-nos a chave de ouro para atuar o humanismo crist\u00e3o: torna-nos conscientes da nossa humanidade comum, em que se reflete a imagem de Deus, e ensina-nos a ir com coragem para al\u00e9m da mera \u201cproximidade\u201d f\u00edsica e cultural. Nesta perspetiva, \u00e9 poss\u00edvel alargar as fronteiras do \u201cn\u00f3s\u201d at\u00e9 ao horizonte do \u201ctodos\u201d e redescobrir a base fundamental da vida social. <em>Letizia Magri<\/em><em>&nbsp;<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"626\" height=\"417\" data-id=\"2937\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/140.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2937\" srcset=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/140.jpg 626w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/140-300x200.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 626px) 100vw, 626px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"503\" data-id=\"2938\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/141.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2938\" srcset=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/141.jpg 960w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/141-300x157.jpg 300w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/141-768x402.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ordena\u00e7\u00e3o Diaconal<\/h2>\n\n\n\n<p>Natural de \u00cdlhavo, Rafael Malaquias Oliveira de 26 anos, vai ser ordenado di\u00e1cono no pr\u00f3ximo dia 20 de julho, numa celebra\u00e7\u00e3o presidida por D. Ant\u00f3nio Moiteiro, na igreja matriz de \u00cdlhavo.<\/p>\n\n\n\n<p>Em est\u00e1gio pastoral nas par\u00f3quias da Branca e Ribeira de Fr\u00e1guas, concluiu o ciclo de estudos do Mestrado Integrado em Teologia, com a tese \u2018Os leigos numa Igreja sinodal. Um itiner\u00e1rio eclesiol\u00f3gico: da \u00abhierarcologia\u00bb \u00e0 corresponsabilidade\u2019, onde foi aprovado com distin\u00e7\u00e3o, em maio deste ano, na Universidade Cat\u00f3lica Portuguesa (UCP).<\/p>\n\n\n\n<p>O Rafael prestar\u00e1 \u201cJuramento de Fidelidade\u201d no dia 17 de julho, na missa das 19h00 na Igreja Matriz da Branca, em celebra\u00e7\u00e3o presidida pelo Bispo de Aveiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Antes da ordena\u00e7\u00e3o ter\u00e3o lugar duas vig\u00edlias de ora\u00e7\u00e3o, na sua par\u00f3quia de origem e onde serve pastoralmente:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 dia 18 de julho, 21h30, na Igreja Matriz da Branca<\/p>\n\n\n\n<p>\u2013 dia 19 de julho, 21h00, na Igreja Matriz de \u00cdlhavo<\/p>\n\n\n\n<p>A ordena\u00e7\u00e3o diaconal acontecer\u00e1 no domingo 20 de julho, pelas 16h00, na Igreja Matriz de \u00cdlhavo.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><u>O Papa \u00e0s clarissas: \u00e9 belo que a Igreja conhe\u00e7a a vida de voc\u00eas<\/u><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Uma visita para rezar juntos. Assim foi a visita de Le\u00e3o XIV ao Mosteiro das Clarissas em Albano &#8211; um dos munic\u00edpios mais importantes dos Castelos Romanos -, dedicado \u00e0 Imaculada Concei\u00e7\u00e3o. Conforme relatado pela Sala de Imprensa da Santa S\u00e9, o Papa visitou na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (15\/07) as religiosas ap\u00f3s celebrar a Missa na capela da Esta\u00e7\u00e3o dos Carabineiros, em Castel Gandolfo, onde se encontra a resid\u00eancia de ver\u00e3o do Papa. Acolhido na entrada do Mosteiro, o Pont\u00edfice foi at\u00e9 a capela, onde se deteve para rezar com as monjas. Em seguida, na sala capitular, Le\u00e3o XIV passou um tempo em conversa\u00e7\u00e3o com elas, cumprimentando cada Clarissa e dirigindo-lhes algumas palavras: &#8220;\u00c9 belo que a Igreja conhe\u00e7a a vida de voc\u00eas&#8221;, porque \u00e9 um testemunho precioso.<\/p>\n\n\n\n<p>No final, antes de recitarem juntos o Pai-Nosso e se despedir delas, Le\u00e3o XIV presenteou o Mosteiro com um c\u00e1lice e uma patena para a Missa e recebeu de presente um \u00edcone da Face de Cristo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"422\" data-id=\"2939\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/142.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2939\" srcset=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/142.jpg 750w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/142-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"422\" data-id=\"2940\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/143.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2940\" srcset=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/143.jpg 750w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/143-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong><u>Papa celebra missa a policiais que&nbsp;trabalham na regi\u00e3o de Castel Gandolfo<\/u><\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira, 15 de julho, o Papa Le\u00e3o XIV presidiu a Santa Missa na capela da Esta\u00e7\u00e3o dos Carabineiros de Castel Gandolfo, situada na hist\u00f3rica Vila dos Jesu\u00edtas e muito pr\u00f3xima do Pal\u00e1cio Apost\u00f3lico. A celebra\u00e7\u00e3o contou com a presen\u00e7a do ministro da Defesa da It\u00e1lia, do comandante das For\u00e7as Armadas e de diversos membros da Arma dos Carabineiros, institui\u00e7\u00e3o que presta um servi\u00e7o policial essencial \u00e0 ordem p\u00fablica italiana e \u00e0 seguran\u00e7a do Estado.<\/p>\n\n\n\n<p>Na homilia, Le\u00e3o XIV, ao refletir sobre o Evangelho proposto pela liturgia, sublinhou o sentido profundo das palavras \u201cirm\u00e3o\u201d e \u201cirm\u00e3\u201d \u00e0 luz da vontade de Deus: <em>&#8220;Jesus, o Filho unig\u00eanito de Deus, explica o sentido dessas palavras em rela\u00e7\u00e3o a si mesmo e ao seu Pai, revelando um v\u00ednculo mais forte que o do sangue, pois nos envolve a todos, unindo cada homem e cada mulher. Todos n\u00f3s, de fato, somos verdadeiramente irm\u00e3os e irm\u00e3s de Jesus quando fazemos a vontade de Deus, isto \u00e9, quando vivemos amando uns aos outros, como Deus nos amou.&#8221;<\/em> Nesta perspectiva, o Papa destacou ainda a figura de Maria como modelo de escuta e fidelidade \u00e0 Palavra e afirmou que \u201co amor de Deus \u00e9 t\u00e3o grande que Jesus n\u00e3o reserva nem mesmo sua m\u00e3e para si, entregando Maria como nossa m\u00e3e, na hora da cruz.\u201d Em seguida, recordou as palavras de Santo Agostinho, que considerava mais importante para Maria ser disc\u00edpula do que m\u00e3e de Cristo: \u201cMaria foi bem-aventurada porque ouviu a palavra de Deus e a colocou em pr\u00e1tica.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>O Santo Padre, em tom de gratid\u00e3o e reconhecimento, recordou o 75\u00ba anivers\u00e1rio da proclama\u00e7\u00e3o da&nbsp;<em>Virgo Fidelis<\/em>&nbsp;(Virgem fiel) como padroeira da Arma dos Carabineiros, institu\u00edda por Pio XII em 1949, feita tamb\u00e9m em Castel Gandolfo: <em>\u201cAp\u00f3s a trag\u00e9dia da guerra, em um per\u00edodo de reconstru\u00e7\u00e3o moral e material, a fidelidade de Maria a Deus tornava-se assim modelo da fidelidade de cada Carabineiro \u00e0 P\u00e1tria e ao povo italiano. Essa virtude expressa a dedica\u00e7\u00e3o, a pureza, a const\u00e2ncia no compromisso com o bem comum, que os Carabineiros protegem ao garantir a seguran\u00e7a p\u00fablica e defender os direitos de todos, especialmente daqueles que se encontram em situa\u00e7\u00f5es de perigo. Expresso, portanto, profunda gratid\u00e3o pelo servi\u00e7o nobre e exigente que a Arma presta \u00e0 It\u00e1lia e aos seus cidad\u00e3os, assim como \u00e0 Santa S\u00e9 e aos fi\u00e9is que visitam Roma: penso especialmente nos muitos peregrinos deste ano jubilar.\u201d<\/em> Le\u00e3o XIV dirigiu palavras de encorajamento aos presentes, especialmente \u00e0s autoridades civis e militares, convidando-os a permanecerem firmes em meio \u00e0s dificuldades: <em>\u201cDiante das injusti\u00e7as que ferem a ordem social, n\u00e3o cedam \u00e0 tenta\u00e7\u00e3o de pensar que o mal pode triunfar. Especialmente neste tempo de guerras e de viol\u00eancia, permane\u00e7am fi\u00e9is ao seu juramento: como servidores do Estado, respondam ao crime com a for\u00e7a da lei e da honestidade.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o Papa homenageou a mem\u00f3ria dos Carabineiros que deram a vida cumprindo o seu dever, com men\u00e7\u00e3o especial ao vener\u00e1vel Salvo D\u2019Acquisto, her\u00f3i da Segunda Guerra Mundial, cuja causa de beatifica\u00e7\u00e3o est\u00e1 em andamento.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:42px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>XVI Domingo do Tempo Comum\u00a0\u2013 Ano CMensagem dominical das par\u00f3quias de Torreira e S\u00e3o Jacinto Neste XVI Domingo do Tempo Comum, o evangelista Lucas descreve o epis\u00f3dio em que Jesus vai \u00e0 casa de Marta e Maria. 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