{"id":1448,"date":"2022-03-27T08:42:17","date_gmt":"2022-03-27T08:42:17","guid":{"rendered":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/?p=1448"},"modified":"2022-03-27T08:42:22","modified_gmt":"2022-03-27T08:42:22","slug":"novos-ventos-27-de-marco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/2022\/03\/27\/novos-ventos-27-de-marco\/","title":{"rendered":"Novos Ventos &#8211; 27 de Mar\u00e7o"},"content":{"rendered":"\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"vii-domingo-do-tempo-comum-ano-c\">IV\u00a0<strong>Domingo da Quaresma<\/strong>\u00a0\u2013\u00a0<strong>Ano C<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\" id=\"mensagem-dominical-das-paroquias-de-torreira-e-sao-jacinto\"><strong>Mensagem dominical das par\u00f3quias de Torreira e S\u00e3o Jacinto<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Neste IV Domingo da Quaresma o evangelista Lucas apresenta a par\u00e1bola do Filho pr\u00f3digo ou do Pai misericordioso. O filho mais novo tendo atingido a maioridade quer abandonar a casa paterna e pede a parte da heran\u00e7a ao pai. Enquanto o dinheiro existiu este filho nunca mais se lembrou do pai, mas viveu a sua vida de forma leviana e desordenada. Quando lhe come\u00e7ou a faltar o dinheiro lembrou-se que os empregados do seu pai eram tratados com dignidade e respeito e n\u00e3o lhes faltava o alimento, por\u00e9m ele nem podia alimentar-se com a comida dos porcos. Tomando consci\u00eancia de ter perdido a intimidade com o seu pai, regressa \u00e0 casa paterna pedindo-lhe perd\u00e3o. Atitude deste pai vai muito al\u00e9m do perd\u00e3o, faz uma festa ao filho e restitui-lhe a dignidade que tinha perdido. Manda trazer-lhe a melhor t\u00fanica e colocar um anel no dedo. Esta \u00e9 a forma e a pedagogia que Deus usa connosco est\u00e1 sempre pronto a limpar e purificar a nossa veste baptismal no sacramento da reconcilia\u00e7\u00e3o e volta a restabelecer alian\u00e7a com cada pecador arrependido. <strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A leitura do livro do Josu\u00e9, <\/strong>&nbsp;&nbsp;&nbsp;a prop\u00f3sito da circuncis\u00e3o dos israelitas, convida-nos \u00e0 convers\u00e3o, princ\u00edpio de vida nova na terra da felicidade, da liberdade e da paz. Essa vida nova do homem renovado \u00e9 um dom do Deus que nos ama e que nos convoca para a felicidade.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A<\/strong> <strong>Leitura de S\u00e3o Paulo aos Cor\u00edntios,<\/strong>&nbsp;convida-nos a acolher a oferta de amor que Deus nos faz atrav\u00e9s de Jesus. S\u00f3 reconciliados com Deus e com os irm\u00e3os podemos ser criaturas novas, em quem se manifesta o homem Novo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Evangelho de S\u00e3o Lucas,<\/strong> apresenta-nos o Deus\/Pai que ama de forma gratuita, com um amor fiel e eterno, apesar das escolhas erradas e da irresponsabilidade do filho rebelde. E esse amor l\u00e1 est\u00e1, sempre \u00e0 espera, sem condi\u00e7\u00f5es, para acolher e abra\u00e7ar o filho que decide voltar. \u00c9 um amor entendido na linha da miseric\u00f3rdia e n\u00e3o na linha da justi\u00e7a dos homens.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-wide\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><u>Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo S\u00e3o Lucas<\/u><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Naquele tempo, os publicanos e os pecadores aproximavam-se todos de Jesus, para O ouvirem. Mas os fariseus e os escribas murmuravam entre si, dizendo: \u00abEste homem acolhe os pecadores e come com eles\u00bb. Jesus disse-lhes ent\u00e3o a seguinte par\u00e1bola: \u00abUm homem tinha dois filhos. O mais novo disse ao pai: \u2018Pai, d\u00e1-me a parte da heran\u00e7a que me toca\u2019. O pai repartiu os bens pelos filhos. Alguns dias depois, o filho mais novo, juntando todos os seus haveres, partiu para um pa\u00eds distante e por l\u00e1 esbanjou quanto possu\u00eda, numa vida dissoluta. Tendo gasto tudo, houve uma grande fome naquela regi\u00e3o e ele come\u00e7ou a passar priva\u00e7\u00f5es. Entrou ent\u00e3o ao servi\u00e7o de um dos habitantes daquela terra, que o mandou para os seus campos guardar porcos. Bem desejava ele matar a fome com as alfarrobas que os porcos comiam, mas ningu\u00e9m lhas dava. Ent\u00e3o, caindo em si, disse: \u2018Quantos trabalhadores de meu pai t\u00eam p\u00e3o em abund\u00e2ncia, e eu aqui a morrer de fome! Vou-me embora, vou ter com meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra o C\u00e9u e contra ti. J\u00e1 n\u00e3o mere\u00e7o ser chamado teu filho, mas trata-me como um dos teus trabalhadores\u2019. P\u00f4s-se a caminho e foi ter com o pai. Ainda ele estava longe, quando o pai o viu: encheu-se de compaix\u00e3o e correu a lan\u00e7ar-se-lhe ao pesco\u00e7o, cobrindo-o de beijos. Disse-lhe o filho: \u2018Pai, pequei contra o C\u00e9u e contra ti. J\u00e1 n\u00e3o mere\u00e7o ser chamado teu filho\u2019. Mas o pai disse aos servos:<br>\u2018Trazei depressa a melhor t\u00fanica e vesti-lha. Ponde-lhe um anel no dedo e sand\u00e1lias nos p\u00e9s. Trazei o vitelo gordo e matai-o. Comamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou \u00e0 vida, estava perdido e foi reencontrado\u2019. E come\u00e7ou a festa. Ora o filho mais velho estava no campo. Quando regressou, ao aproximar-se da casa, ouviu a m\u00fasica e as dan\u00e7as. Chamou um dos servos e perguntou-lhe o que era aquilo. O servo respondeu-lhe: \u2018O teu irm\u00e3o voltou e teu pai mandou matar o vitelo gordo, porque ele chegou s\u00e3o e salvo\u2019. Ele ficou ressentido e n\u00e3o queria entrar. Ent\u00e3o o pai veio c\u00e1 fora instar com ele. Mas ele respondeu ao pai: H\u00e1 tantos anos que eu te sirvo, sem nunca transgredir uma ordem tua, e nunca me deste um cabrito para fazer uma festa com os meus amigos. E agora, quando chegou esse teu filho, que consumiu os teus bens com mulheres de m\u00e1 vida, mataste-lhe o vitelo gordo\u2019. Disse-lhe o pai: \u2018Filho, tu est\u00e1s sempre comigo e tudo o que \u00e9 meu \u00e9 teu. Mas t\u00ednhamos de fazer uma festa e alegrar-nos, porque este teu irm\u00e3o estava morto e voltou \u00e0 vida, estava perdido e foi reencontrado\u2019\u00bb. <strong>Palavra do Senhor<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-wide\"\/>\n\n\n\n<p><strong><u>&nbsp;Palavra de Vida \u2013 Mar\u00e7o<\/u><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>\u201cPerdoai-nos as nossas ofensas, assim como n\u00f3s perdoamos a quem nos tem ofendido.\u201d\u00a0<\/strong><em>(Mt 6,12)<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p>A ora\u00e7\u00e3o do Pai Nosso parte sempre da perspetiva do \u201cn\u00f3s\u201d, da fraternidade: rezo n\u00e3o apenas por mim, mas tamb\u00e9m pelos outros e com os outros. A minha capacidade de perd\u00e3o \u00e9 sustentada pelo amor dos outros e, por outro lado, o meu amor pode, de algum modo, fazer sentir como meu o erro do irm\u00e3o: talvez tamb\u00e9m dependesse de mim, talvez n\u00e3o tenha feito toda a minha parte para que se sentisse bem aceite, compreendido\u2026<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"475\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/44.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1449\" srcset=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/44.png 1024w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/44-300x139.png 300w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/44-768x356.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-wide\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong><u>A ora\u00e7\u00e3o do Papa na consagra\u00e7\u00e3o da R\u00fassia e da Ucr\u00e2nia a Maria<\/u><\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>&#8220;Nesta hora, a humanidade, exausta e transtornada, est\u00e1 ao p\u00e9 da cruz convosco. E tem necessidade de se confiar a V\u00f3s, de se consagrar a Cristo por vosso interm\u00e9dio. O povo ucraniano e o povo russo, que Vos veneram com amor, recorrem a V\u00f3s\u2026\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 uma das passagens centrais da ora\u00e7\u00e3o que o Papa elevar\u00e1 depois de amanh\u00e3 para consagrar e confiar a humanidade, e especialmente a R\u00fassia e a Ucr\u00e2nia, ao Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria. Francisco pronunciar\u00e1 a ora\u00e7\u00e3o no final da liturgia da penit\u00eancia na Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro, na tarde de sexta-feira, 25 de mar\u00e7o, festa da Anuncia\u00e7\u00e3o. A liturgia ter\u00e1 in\u00edcio \u00e0s 17h00 (hora de Roma), enquanto a consagra\u00e7\u00e3o ter\u00e1 lugar por volta das 18h30:<\/p>\n\n\n\n<p>\u00d3 Maria, M\u00e3e de Deus e nossa M\u00e3e, recorremos a V\u00f3s nesta hora de tribula\u00e7\u00e3o. V\u00f3s sois M\u00e3e, amais-nos e conheceis-nos: de quanto temos no cora\u00e7\u00e3o, nada Vos \u00e9 oculto. M\u00e3e de miseric\u00f3rdia, muitas vezes experimentamos a vossa ternura providente, a vossa presen\u00e7a que faz voltar a paz, porque sempre nos guiais para Jesus, Pr\u00edncipe da paz.<\/p>\n\n\n\n<p>Temos necessidade urgente da vossa interven\u00e7\u00e3o materna.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso acolhei, \u00f3 M\u00e3e, esta nossa s\u00faplica:<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00f3s, estrela do mar, n\u00e3o nos deixeis naufragar na tempestade da guerra;<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00f3s, arca da nova alian\u00e7a, inspirai projetos e caminhos de reconcilia\u00e7\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>V\u00f3s, \u00abterra do C\u00e9u\u00bb, trazei de volta ao mundo a conc\u00f3rdia de Deus;<\/p>\n\n\n\n<p>Apagai o \u00f3dio, acalmai a vingan\u00e7a, ensinai-nos o perd\u00e3o;<\/p>\n\n\n\n<p>Libertai-nos da guerra, preservai o mundo da amea\u00e7a nuclear;<\/p>\n\n\n\n<p>Rainha do Ros\u00e1rio, despertai em n\u00f3s a necessidade de rezar e amar;<\/p>\n\n\n\n<p>Rainha da fam\u00edlia humana, mostrai aos povos o caminho da fraternidade;<\/p>\n\n\n\n<p>Rainha da paz, alcan\u00e7ai a paz para o mundo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"422\" data-id=\"1450\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/45.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1450\" srcset=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/45.jpg 750w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/45-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"830\" height=\"450\" data-id=\"1451\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/46.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1451\" srcset=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/46.jpg 830w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/46-300x163.jpg 300w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/paroquiadatorreira\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/46-768x416.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 830px) 100vw, 830px\" \/><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Testemunho Livre de um peso<\/h3>\n\n\n\n<p>Uma ofensa recebida h\u00e1 v\u00e1rios anos \u2013 e depois praticamente esquecida \u2013 voltou-me \u00e0 mente quando me cruzei com a pessoa \u201cculpada\u201d. N\u00e3o recordava tanto aquele homem, mas mais o meu marido por n\u00e3o me ter defendido. Os sentimentos de dor e de humilha\u00e7\u00e3o estavam ainda vivos sob as cinzas e n\u00e3o consegui evitar um desabafo sobre ele. Depois veio-me ao pensamento: \u00abSede misericordiosos como o vosso Pai \u00e9 misericordioso\u00bb. Parecia-me que Jesus me dizia: \u00abComo queres dar-me tudo se est\u00e1s ainda apegada a estas recorda\u00e7\u00f5es dolorosas?\u00bb. Palavras fortes, mas verdadeiras. Finalmente, Deus com a sua gra\u00e7a ajudou-me a dar o passo de perdoar. A miseric\u00f3rdia infinita do Pai libertou-me deste peso. Bernardette<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:46px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>IV\u00a0Domingo da Quaresma\u00a0\u2013\u00a0Ano C Mensagem dominical das par\u00f3quias de Torreira e S\u00e3o Jacinto Neste IV Domingo da Quaresma o evangelista Lucas apresenta a par\u00e1bola do Filho pr\u00f3digo ou do Pai misericordioso. 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