Novos Ventos – 25 de janeiro

III Domingo do Tempo Comum – Ano A
Mensagem dominical das paróquias de Torreira e São Jacinto

Neste III domingo do Tempo Comum o evangelista São Mateus descreve a etapa final da vida pública de João Baptista e dá início à vida pública de Jesus. Depois, de João ter sido preso por causa de Herodíade cunhada de Herodes, Jesus retirou-se deixou a cidade de Nazaré e foi para a Galileia, aí começou a anunciar o arrependimento e a conversão, dizendo que o «reino dos Céus estava próximo».

De facto, Jesus veio instaurar a libertação daqueles que estavam presos ao pecado e garantir a promessa desse reino eterno. Depois, de feito o anúncio ao arrependimento e à conversão, Jesus começa a fazer a eleição daqueles que viriam a ser o grupo dos Apóstolos. Jesus não escolhe os doutores da lei, nem os escribas, nem os sábios, mas escolhe homens simples que diariamente lançavam as redes para a pesca, uma vida árdua de trabalho que sabiam lidar com os sucessos e da pesca ou porventura com os fracassos de uma noite em que não pescavam nada, que sabiam enfrentar as tempestades do mar da vida. O convite que Jesus lança é de iniciarem uma pesca nova, deixar as redes e a barca e entrar na barca da Igreja para se tornarem «pescadores de homens». Talvez, não tivessem compreendido o alcance destas palavras ditas por Jesus, no entanto, aceitam entrar nesta divina aventura. E tu já questionaste-te se o Senhor também te chama?

A leitura do Livro de Isaías, o profeta Isaías – que fala aos habitantes de Judá num tempo histórico marcado pelo imperialismo da Assíria – anuncia uma luz que Deus irá fazer brilhar por cima das montanhas da Galileia e que porá fim às trevas que se abateram sobre aquela região. Talvez as intervenções de Deus não estejam sincronizadas com nossa impaciência e a nossa pressa; mas Ele nunca deixará de vir em socorro dos seus filhos que caminham no mundo.

A leitura do Apóstolo São Paulo aos Coríntios, o apóstolo Paulo pede aos cristãos de Corinto que não se esqueçam do compromisso que assumiram quando se dispuseram a seguir Jesus e a acolher a Boa Notícia da salvação. Membros do “Corpo de Cristo”, os cristãos não podem viver no meio de disputas, de conflitos e de divisões. Compete-lhes anunciar, com a própria vida, esse mundo novo de fraternidade, de comunhão e de paz que Cristo veio propor.

O Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo São Mateus, mostra-nos a concretização da promessa feita por Deus através do profeta Isaías: Jesus é a luz que começa a brilhar na Galileia para iluminar os caminhos e as vidas de todos aqueles que habitam “na sombria região da morte”. Ele anuncia a chegada de Deus para fazer nascer um mundo novo, mais justo, mais fraterno e mais humano. Jesus não está sozinho neste projeto: junta à sua volta alguns discípulos e convida-os a colaborar com Ele na construção do Reino de Deus.


Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo Segundo São Mateus

Quando Jesus ouviu dizer que João Batista fora preso, retirou-Se para a Galileia. Deixou Nazaré e foi habitar em Cafarnaum, terra à beira-mar, no território de Zabulão e Neftali. Assim se cumpria o que o profeta Isaías anunciara, ao dizer: «Terra de Zabulão e terra de Neftali, caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios: o povo que vivia nas trevas viu uma grande luz; para aqueles que habitavam na sombria região da morte, uma luz se levantou». Desde então, Jesus começou a pregar: «Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos Céus». Caminhando ao longo do mar da Galileia, viu dois irmãos: Simão, chamado Pedro, e seu irmão André, que lançavam as redes ao mar, pois eram pescadores. Disse-lhes Jesus: «Vinde e segui-Me, e farei de vós pescadores de homens». Eles deixaram logo as redes e seguiram-n’O. Um pouco mais adiante, viu outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, que estavam no barco, na companhia de seu pai Zebedeu, a consertar as redes. Jesus chamou-os, e eles, deixando o barco e o pai, seguiram-n’O. Depois começou a percorrer toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, proclamando o Evangelho do reino e curando todas as doenças e enfermidades entre o povo.
Palavra da Salvação


Fundação AIS lança a iniciativa «24 Horas de Oração pela Paz»

A Fundação AIS repete, este ano, a nível internacional, no dia 01 de fevereiro, a iniciativa «24 Horas de Oração pela Paz em Mianmar». Nesta data, que marca o quinto aniversário do início de um conflito “cada vez mais violento no país”, a FAIS convida as pessoas de todo o mundo “a unirem-se em oração como sinal de solidariedade para com a Igreja local e todos aqueles que continuam a sofrer”. “Mais uma vez, queremos unir-nos em oração para pedir paz e reconciliação em Mianmar”, afirma Regina Lynch, presidente executiva da Fundação AIS Internacional. “Estamos profundamente comovidos com o sofrimento e a dor suportados pelos nossos irmãos e irmãs neste país há já cinco anos. Este dia de oração é uma oportunidade para todos nós nos unirmos num apelo coletivo pelo fim da violência e pela cura dos corações feridos”.

Após um período tão prolongado de conflito, a situação em Mianmar corre o risco de desaparecer da atenção internacional. “O que importa”, explica Lynch, “é que a nossa atenção e compaixão não enfraqueçam”. “As pessoas lá precisam de outros que estejam dispostos a permanecer com elas, que estejam ao seu lado. Isso é o que podemos fazer, e a nossa oração é a ajuda mais preciosa que podemos oferecer.”

Durante o dia de oração, a FAIS recordará de forma especial as vítimas e todos aqueles que perderam a vida, bem como os afetados pelo “devastador terramoto que atingiu o país a 28 de Março do ano passado, aprofundando ainda mais o sofrimento da população”. Bispos, padres, religiosas e fiéis leigos continuam o seu cuidado pastoral e serviço ao povo com extraordinária dedicação, muitas vezes carregando as suas próprias feridas. Inúmeros testemunhos também falam de pequenos sinais de esperança no dia a dia: momentos de proteção, perseverança e graça que sustentam a fé mesmo nas circunstâncias mais difíceis.

Como muitos testemunham, rezar em comunidade e celebrar a Eucaristia traz conforto e força. As igrejas continuam cheias, pois, no seu sofrimento, os fiéis procuram refúgio em Deus. “Durante 24 horas, queremos unir-nos a eles de uma forma muito especial através das nossas orações – na celebração da Santa Missa, na recitação do Rosário ou de qualquer outra forma que cada pessoa possa participar”, explica Lynch. Como instituição de caridade católica internacional que apoia cristãos em sofrimento e comunidades vulneráveis em mais de 140 países, a FAIS convida benfeitores, amigos e parceiros de projetos em todo o mundo a aderirem a esta iniciativa.


Vida Consagrada realiza vigília de oração e concerto com o padre Duarte Rosado

O núcleo da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) de Aveiro informa que durante a Semana do Consagrado 2026 vai realizar uma vigília de oração e um concerto orante com o padre jesuíta Duarte Rosado, nesta diocese. “Na nossa Diocese de Aveiro, esta semana será marcada por dois momentos significativos, para os quais todas as comunidades, movimentos, departamentos e secretariados estão convidados a participar e a celebrar, com os Consagrados, o dom da Vocação Religiosa”, convida o secretariado regional da CIRP Aveiro, na informação publicada na página da Diocese de Aveiro na internet. A Semana do Consagrado 2026, que se assinala de 26 de janeiro a 2 de fevereiro, tem como lema ‘Consagrados para amar e servir’.

Na Diocese de Aveiro, segundo o programa da CIRP, há uma Vigília de Oração, pelas 21h15, do dia 29 de janeiro (quinta-feira), no seminário diocesano, e uma Missa e um concerto, no dia da Festa da Apresentação do Senhor e Dia Mundial da Vida Consagrada, a 2 de fevereiro. O bispo de Aveiro, D. António Moiteiro, vai presidir à Eucaristia da Vida Consagrada, às 19h00, e a celebração continua com o jantar e o concerto orante do padre Duarte Rosado, sacerdote da Companhia de Jesus (jesuítas), no Seminário aveirense de Santa Joana Princesa. “Que o Espírito Santo continue a guiar os nossos passos no caminho da ‘Comunhão, Participação e Missão!’, conclui o secretariado regional da CIRP Aveiro, na informação publicada na página da Diocese de Aveiro na internet. A Semana do Consagrado, realizada anualmente pelo dia da Festa da Apresentação do Senhor, é uma iniciativa da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP), em coordenação com a Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal e a Conferência Nacional dos Institutos Seculares de Portugal (CNISP), com o intuito de promover a “oração e a reflexão sobre a Vida Consagrada”, sinal de fraternidade para o mundo.

Apresentados ao Papa cordeiros cuja lã será usada para confeccionar os pálios

Esta manhã, na Capela de Urbano VIII, foram apresentados ao Papa dois cordeiros que serão abençoados por ocasião da memória litúrgica de Santa Inês, Virgem e Mártir, na Basílica homônima na Via Nomentana. A lã desses cordeiros será usada para confeccionar os pálios dos novos Arcebispos Metropolitanos. O pálio é um insígnia litúrgica de honra e jurisdição que é usada pelo Papa e pelos Arcebispos Metropolitanos em suas Igrejas e nas de suas Províncias Eclesiásticas. O pálio é constituído por uma estreita faixa de tecido, tecida em lã branca, decorada com seis cruzes em seda preta. O rito da bênção dos pálios e a entrega aos Arcebispos Metropolitas são realizados pelo Santo Padre no dia 29 de junho, na solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo.


Projeto «Living Peace Portugal» promove «Escolas de Embaixadores de Paz»

O projeto «Living Peace Portugal» dinamiza, durante os primeiros meses de 2026, a iniciativa «Escolas de Embaixadores de Paz». “Queremos capacitar jovens de todo o mundo a serem agentes de mudança positiva nas suas comunidades, promovendo a paz, a justiça social e a sustentabilidade”, lê-se no comunicado enviado ao EDUCRIS. Ao longo de sete sessões online os mais novos vão poder “aprender acerca da resolução de conflitos, comunicação não violenta, liderança, competências de relacionamento interpessoal e outras competências essenciais para promover a paz e a reconciliação nas suas comunidades”. Cada sessão tem a duração de duas horas (15h30 às 17h30) e incentiva os «Embaixadores da Paz» a “levar à prática projetos comunitários e de trabalho em redes, para temas como a paz, o cuidado, a inclusão, a igualdades e o respeito, os direitos humanos, a justiça

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