{"id":6920,"date":"2019-10-06T13:37:24","date_gmt":"2019-10-06T12:37:24","guid":{"rendered":"http:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/?p=6920"},"modified":"2019-09-06T13:42:35","modified_gmt":"2019-09-06T12:42:35","slug":"pessoa-notavel-maria-armanda-pego-guedes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/pessoa-notavel-maria-armanda-pego-guedes\/","title":{"rendered":"Pessoa Not\u00e1vel | Maria Armanda P\u00eago Guedes"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><em><strong>Pessoa Not\u00e1vel<\/strong><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>MARIA ARMANDA P\u00caGO GUEDES<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria Armanda Ferreira Guimar\u00e3es (Maria Armanda no texto presente) nasceu em\u00a0 Bairro, Vila Nova de Famalic\u00e3o a 16 de Setembro de 1928. Foi solenemente baptizada\u00a0 a\u00a0 30 deste m\u00eas na\u00a0 Igreja da par\u00f3quia de\u00a0 S\u00e3o Pedro de Bairro,\u00a0 concelho de\u00a0 Vila Nova de Famalic\u00e3o,\u00a0 Arquidiocese de\u00a0 Braga. Os seus Pais tiveram cinco filhos, sendo tr\u00eas rapazes e duas meninas. O ambiente de casa era t\u00edpico de uma fam\u00edlia abastada do Minho, inserido no meio social e na par\u00f3quia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As rela\u00e7\u00f5es familiares e de vizinhan\u00e7a, as pr\u00e1ticas religiosas e ditos populares tradicionais v\u00e3o moldando o estilo pessoal de Maria Armanda e fazem desabrochar os seus dotes naturais que vir\u00e1 a cultivar com esmero, e a adquirir outros, fruto de amizades e contactos, designadamente no Col\u00e9gio das Teresianas. \u00c0 medida que foi crescendo, participa nas iniciativas da par\u00f3quia, designadamente nas catequeses e movimentos de apostolado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois da escolaridade em Del\u00e3es, foi educada com as Teresianas no Col\u00e9gio de Santo Tirso e, ainda hoje diz \u201cser filha das Teresianas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Casa com Ant\u00f3nio Ac\u00e1cio P\u00eago Guedes em 20 de Mar\u00e7o de 1949 e teve dois filhos, a Ana Laura e o Fernando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sempre em fam\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Andou por v\u00e1rias terras, uma vez que o marido era Funcion\u00e1rio P\u00fablico: Barcelos (onde a filha nasceu), Figueira da Foz, Bragan\u00e7a e Aveiro\/\u00cdlhavo, onde vive e exerce a sua actividade e influ\u00eancia apost\u00f3licas, muito positivas, sobretudo no campo dos visitadores das pessoas doentes e idosas, nos grupos de reflex\u00e3o de catequese dos adultos, no apoio a iniciativas apost\u00f3licas, designadamente aos padres da par\u00f3quia de \u00cdlhavo e da Vera Cruz, Aveiro. Vive intensamente a resson\u00e2ncia dos acontecimentos sociais, sobretudo da Revolu\u00e7\u00e3o de 25 de Abril de 1974 e acompanha com solicitude a vida da Igreja empenhada em se renovar com os fortes impulsos do conc\u00edlio Vaticano II e iniciativas locais da diocese e das par\u00f3quias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cIgreja Aveirense\u201d traz \u00e0s suas p\u00e1ginas algumas facetas do seu labor apost\u00f3lico, feito em comunh\u00e3o com a Igreja, com grande dedica\u00e7\u00e3o e proximidade, ora pessoalmente ora em grupo. Recorre a pessoas amigas que aceitam dar o seu testemunho e aos \u201cCanais\u201d, folha paroquial da Vera Cruz distribu\u00edda aos domingos e, em que Maria Armanda colabora em circunst\u00e2ncias especiais, deixando aflorar capacidades, modos de colher a realidade, proximidade e calor humano especial pelas pessoas doentes e fragilizadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Disponibilidade apost\u00f3lica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A morar em \u00cdlhavo, apresentou-se ao P\u00e1roco, Pe. Sebasti\u00e3o Rendeiro, para se disponibilizar para o que fosse necess\u00e1rio na par\u00f3quia. Grande parte da sua vida foi por aquelas terras, sobretudo como Visitadora de Doentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde 2001 que vive em Aveiro e com o Pe. Rocha, p\u00e1roco da Vera Cruz \u201ccriou\u201d o movimento de Visitadores de Doentes e, ainda hoje, sente-se muito ligada ao grupo e est\u00e1 atenta a tudo o que se relaciona com os doentes e as pessoas s\u00f3s. <em>Ana Laura, filha<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Nota\u00a0 <\/em>A aten\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica \u00e0s pessoas doentes come\u00e7a a organizar-se nesta modalidade em \u00cdlhavo em 1967 e vai-se\u00a0 progressivamente estendendo na diocese, sobretudo a \u201csensibilidade\u201d pastoral.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Animadora de grupos paroquiais de reflex\u00e3o crist\u00e3 <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00cdlhavo, em sintonia com o programa da diocese, organiza a vida pastoral com base em grupos de reflex\u00e3o crist\u00e3. Merece destaque o plano trienal :\u201dO domingo na renova\u00e7\u00e3o da Igreja\u201d. Estes grupos s\u00e3o constitu\u00eddos por jovens e adultos, re\u00fanem habitualmente em casa de algum dos seus membros que anima o encontro. Cada reuni\u00e3o tem normalmente as seguintes partes: acolhimento, reflex\u00e3o, partilha sobre o tema indicado com anota\u00e7\u00e3o pelo secret\u00e1rio (rotativo) das quest\u00f5es que o grupo n\u00e3o consegue perceber, di\u00e1logo sobre o que exige a cada um (\u00e0 fam\u00edlia, \u00e0 par\u00f3quia, \u00e0 sociedade) a coer\u00eancia com aquela doutrina, a tomada da resolu\u00e7\u00e3o e ora\u00e7\u00e3o final. (Evangeliza\u00e7\u00e3o em pequenos grupos, em Pastoral do Domingo n\u00ba 8).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria Armanda organiza a vida pessoal, disponibiliza a casa de fam\u00edlia, convida pessoas, anima verdadeiramente o grupo da sua vizinhan\u00e7a (zona da Vista Alegre) e apoia outros em forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O sonho de uma Capela na Vagueira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O casal desloca o centro da vida para a Vagueira, praia onde tem uma casa e\u00a0 onde\u00a0 passa boa parte do Ver\u00e3o. Aqui depara-se com v\u00e1rios turnos de crian\u00e7as em anos sucessivos que procuram os benef\u00edcios do ambiente. Enquanto permaneciam as crian\u00e7as, havia missa; depois, quem pudesse tinha de ir \u00e0 Igreja da Boa Hora ou \u00e0 da Costa Nova, a alguns quil\u00f3metros de dist\u00e2ncia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Ac\u00e1cio, sobretudo,\u00a0 come\u00e7ou a pensar na necessidade da constru\u00e7\u00e3o de uma Capela. Falou com v\u00e1rias pessoas que mostraram interesse, algumas at\u00e9 em ajudar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Falou com D. Manuel, Bispo na altura, que concordou plenamente. E prossegue com D. Ant\u00f3nio Marcelino, que se entusiasma pelo \u201cprojecto\u201d. Abordam-se pessoas que podiam dar o terreno, tijolos, cimento&#8230; E o sonho adormeceu por morte de acidente de quem o alimentava.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Ac\u00e1cio foi um apaixonado pelos Cruzados de F\u00e1tima. A convite do P. Domingos Rebelo e do P. Manuel Antunes aceitou, de forma entusiasta, colaborar com o respons\u00e1vel diocesana. E os Cruzados de F\u00e1tima foram mais conhecidos e cresceram, at\u00e9 que se d\u00e1 o acidente mortal. Mas a vida continua, embora com outro ritmo.<em> Ana Laura.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Relatos de vida <\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria Armanda escreve, de vez em quando, registando algo que vivenciou de forma especial e pode servir a quem procura familiarizar-se com as pessoas doentes e seus acompanhantes. S\u00e3o textos breves, cheios de vida, de entusiasmo e confian\u00e7a, como se pode ver nos que se seguem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>No Cora\u00e7\u00e3o da Igreja<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fui educada com as Irm\u00e3s Teresianas, naquela altura quase chegadas a Portugal depois de bem fustigadas pela guerra civil de Espanha. Ainda tenho presente as coisas terr\u00edveis que passaram e nos contaram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A minha vida ficou marcada pelo ideal teresiano. Por isso mesmo, nos momentos altos da Companhia de Santa Teresa de Jesus, a\u00ed estou eu, levada pela for\u00e7a irresist\u00edvel de uma amizade sincera.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Nota<\/em> O fundador \u00e9 Henrique de Oss\u00f3 que quis que as irm\u00e3s teresianas, cheias do esp\u00edrito de Teresa de Jesus, se comprometessem a &#8220;estender o reino de Cristo por todo o mundo&#8221;, &#8220;formando Cristo na intelig\u00eancia das crian\u00e7as e jovens por meio da instru\u00e7\u00e3o e no cora\u00e7\u00e3o por meio da educa\u00e7\u00e3o&#8221;. Foi canonizado por Jo\u00e3o Paulo II, a 16 de Junho de\u00a0 1993, em Madrid.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Equipa de Visitadores dos Doentes<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o sei\u00a0 bem porqu\u00ea, mas quando falo de esperan\u00e7a quero ver sempre o cora\u00e7\u00e3o cheio. Tenho medo do vazio. Estamos cansados de ouvir, sobretudo depois do Vaticano II que n\u00f3s, leigos, tamb\u00e9m somos Igreja. Esta afirma\u00e7\u00e3o tem exig\u00eancias muito importantes: responsabilidade na miss\u00e3o da Igreja; papel insubstitu\u00edvel de cada um de n\u00f3s na orienta\u00e7\u00e3o das pessoas para Cristo; despertar o amor divino do humano; um aprofundamento s\u00e9rio da nossa voca\u00e7\u00e3o; um esfor\u00e7o cada vez maior para que o nosso apostolado seja sinal vis\u00edvel de que a Igreja pode salvar os homens hoje.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>in O Canal, 31 de Outubro de 2004<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em>Valor Humano de um Servi\u00e7o<\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Valeria a pena, se o espa\u00e7o permitisse, transcrever a parte final do trabalho do Dr. Jos\u00e9 Vaz sobre \u201cA Fam\u00edlia dos Doentes terminais\u201d. Fique apenas com esta frase: \u201dO acompanhamento do Doente \u00e9 impens\u00e1vel sem a Fam\u00edlia\u201d. Mas tamb\u00e9m esta: \u201c\u00c9, sem sombra de d\u00favidas, na aproxima\u00e7\u00e3o da morte que a Fam\u00edlia, paradoxalmente, tem mais necessidade da ajuda que o Doente\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Maria Armanda, ap\u00f3stolo dos Doentes<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi nos anos de 80 que tive a sorte de conhecer esta mulher \u2013 nessa altura ainda na companhia do\u00a0 marido &#8211;\u00a0\u00a0 e conhecida, na par\u00f3quia de Ilhavo,\u00a0 pelo primeiro nome: D. Armanda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sorriso franco a quem batia \u00e0 porta fosse para uma visita, um almo\u00e7o ou algum grupo\u00a0 em forma\u00e7\u00e3o. Mais tarde,\u00a0 tive a sorte de a encontrar j\u00e1 em Aveiro,\u00a0 na par\u00f3quia da Vera Cruz para onde o Sr. Bispo me nomeou em 2001, j\u00e1 ela l\u00e1 vivia num 1\u00ba andar de uma casa bonita e arejada. Foi a\u00ed que a encontrei e lhe propus\u00a0 uma ajuda num campo que ela conhecia muito bem e de que est\u00e1vamos a precisar: ajudar a formar uma Equipa de Visitadores de Doentes. Encontrei\u00a0 o mesmo sorriso de sempre e a disponibilidade a toda a prova e surgiu a Equipa\u00a0 que,\u00a0 ainda hoje, n\u00e3o dispensa uma visita, um conselho ou uma conversa a meio da tarde. A porta continua aberta, o sorriso franco e disponibilidade a toda a prova.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u2026 Hoje, visitar a D. Armanda, \u00e9 momento de encontro com uma mulher feliz consigo mesma, realizada com o passado que ela t\u00e3o bem ajudou a construir em tantos momentos de servi\u00e7o e entrega aos doentes, dispon\u00edvel para quem quiser bater \u00e0 porta, amiga e preocupada com os padres\u00a0 e sempre confiante num Deus amigo que a continua a animar apesar das debilidades f\u00edsicas que lhe v\u00e3o batendo \u00e0 porta. \u2018Falar com a D. Armanda \u00e9 sempre um bom encontro. <em>P. Manuel J. Rocha<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Parab\u00e9ns e Gratid\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Maria Armanda fez 80 anos em 2008, oportunidade aproveitada pela filha para tra\u00e7ar o perfil da M\u00e3e. Recorre ao g\u00e9nero de acr\u00f3stico, estilo que lhe \u00e9 familiar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Obrigada por ser: Interessada, tolerante, entusiasta, natural, ter e transmitir, amor \u00e0 fam\u00edlia, agradecer o dom da vida, nas horas dif\u00edceis, ouve, olha, aconselha, silencia. Ana Laura, OITENTA Acr\u00f3stico. Vivendo os 80, 2008 Op\u00fasculo com recolhe de textos publicados em \u201cO Canal\u201d, folha paroquial da Vera Cruz, Aveiro <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pessoa Not\u00e1vel MARIA<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6921,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[46,91,50,15],"tags":[],"class_list":["post-6920","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-autores","category-olhares-ii","category-pe-georgino-rocha","category-rostos-de-misericorida"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6920","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6920"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6920\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6922,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6920\/revisions\/6922"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6921"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6920"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6920"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6920"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}