{"id":21546,"date":"2026-10-15T12:06:24","date_gmt":"2026-10-15T11:06:24","guid":{"rendered":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/?p=21546"},"modified":"2026-10-15T22:55:00","modified_gmt":"2026-10-15T21:55:00","slug":"bioetica-e-sociedade-dia-mundial-da-bioetica-mensagem-de-carlos-costa-gomes-presidente-da-direcao-nacional-do-centro-de-estudos-de-bioetica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/bioetica-e-sociedade-dia-mundial-da-bioetica-mensagem-de-carlos-costa-gomes-presidente-da-direcao-nacional-do-centro-de-estudos-de-bioetica\/","title":{"rendered":"Bio\u00e9tica e sociedade | DIA MUNDIAL DA BIO\u00c9TICA [19 de outubro]: Mensagem de Carlos Costa Gomes, Presidente da Dire\u00e7\u00e3o Nacional do Centro de Estudos de Bio\u00e9tica"},"content":{"rendered":"<h6 style=\"text-align: right;\">Bio\u00e9tica e sociedade<br \/>\n(Parceria com o Centro de Estudos de Bio\u00e9tica)<\/h6>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>DIA MUNDIAL DA BIO\u00c9TICA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Mensagem de Carlos Costa Gomes<\/strong><br \/>\n<em>Presidente da Dire\u00e7\u00e3o Nacional do Centro de Estudos de Bio\u00e9tica<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A dignidade da pessoa humana como fundamento da ci\u00eancia, da consci\u00eancia e da responsabilidade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-18544\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/CEB-logo-atual-_1_.png\" alt=\"\" width=\"125\" height=\"130\" \/>Assinalar o Dia Mundial da Bio\u00e9tica &#8211; 19 de outubro &#8211; \u00e9 renovar um compromisso com a vida humana, com a dignidade inviol\u00e1vel de cada pessoa e com a responsabilidade \u00e9tica que acompanha o progresso cient\u00edfico, tecnol\u00f3gico e social. \u00c9, tamb\u00e9m, uma oportunidade para regressarmos \u00e0s ra\u00edzes do pensamento bio\u00e9tico e reafirmarmos os princ\u00edpios personalistas e humanistas que estiveram na origem do Centro de Estudos de Bio\u00e9tica (CEB) e que continuam a dar sentido \u00e0 sua miss\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Centro de Estudos de Bio\u00e9tica nasceu de uma preocupa\u00e7\u00e3o fundamental: colocar a pessoa humana no horizonte da reflex\u00e3o \u00e9tica sobre a vida, a sa\u00fade, a ci\u00eancia e a sociedade. O pensamento e o contributo dos seus fundadores, entre os quais Daniel Serr\u00e3o, Jorge Biscaia, Lu\u00eds Archer e Walter Osswald, testemunham a import\u00e2ncia de uma reflex\u00e3o que n\u00e3o separa o conhecimento cient\u00edfico da responsabilidade moral, nem o progresso da ci\u00eancia do respeito pela dignidade humana. Esta heran\u00e7a constitui um patrim\u00f3nio intelectual e \u00e9tico que importa preservar, aprofundar e transmitir \u00e0s novas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O personalismo e o humanismo, enquanto refer\u00eancias fundamentais desta tradi\u00e7\u00e3o, recordam-nos que a pessoa n\u00e3o pode ser reduzida \u00e0 sua dimens\u00e3o biol\u00f3gica, \u00e0 sua capacidade funcional, \u00e0 sua autonomia individual ou \u00e0 sua utilidade social. A pessoa \u00e9 uma realidade singular, dotada de dignidade pr\u00f3pria, cuja exist\u00eancia se constr\u00f3i tamb\u00e9m na rela\u00e7\u00e3o com os outros e com a comunidade. N\u00e3o \u00e9 um objeto da ci\u00eancia, um instrumento da t\u00e9cnica ou um recurso ao servi\u00e7o de interesses econ\u00f3micos, institucionais ou pol\u00edticos. \u00c9 algu\u00e9m que merece reconhecimento, respeito e cuidado, independentemente da sua condi\u00e7\u00e3o, das suas capacidades ou da sua vulnerabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A pessoa humana n\u00e3o \u00e9 apenas o centro das nossas preocupa\u00e7\u00f5es: \u00e9 o fundamento que d\u00e1 sentido, medida e orienta\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o \u00e9tica.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta perspetiva personalista e humanista n\u00e3o constitui uma oposi\u00e7\u00e3o \u00e0 ci\u00eancia ou \u00e0 inova\u00e7\u00e3o. Pelo contr\u00e1rio, exige que ambas realizem plenamente as suas possibilidades, reconhecendo simultaneamente os seus limites e as suas responsabilidades. A ci\u00eancia permite-nos conhecer, compreender e transformar a realidade; a reflex\u00e3o \u00e9tica interroga-nos sobre os fins dessa transforma\u00e7\u00e3o, os bens que procuramos alcan\u00e7ar, os riscos que assumimos e as consequ\u00eancias das nossas decis\u00f5es para cada pessoa e para a sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por isso, n\u00e3o basta perguntar o que podemos fazer. \u00c9 necess\u00e1rio perguntar se devemos faz\u00ea-lo, porqu\u00ea, em benef\u00edcio de quem e com que consequ\u00eancias para a vida humana, para as rela\u00e7\u00f5es sociais e para as gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Bio\u00e9tica n\u00e3o pode, assim, limitar-se \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios, normas ou procedimentos. Estes s\u00e3o indispens\u00e1veis, mas n\u00e3o dispensam o ju\u00edzo \u00e9tico, a delibera\u00e7\u00e3o prudente e a responsabilidade pessoal. As situa\u00e7\u00f5es concretas da vida s\u00e3o frequentemente complexas, atravessadas por valores, deveres, interesses e vulnerabilidades que n\u00e3o podem ser resolvidos por uma aplica\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica de regras. A Bio\u00e9tica deve ajudar-nos a pensar, a dialogar, a deliberar e a decidir, procurando responsavelmente o bem da pessoa na rela\u00e7\u00e3o com o outro e nas circunst\u00e2ncias concretas da vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 neste horizonte que situamos a <strong>\u00c9tica da Complementaridade<\/strong>: uma perspetiva que procura articular, sem confundir nem reduzir, a dignidade da pessoa, os princ\u00edpios \u00e9ticos, os deveres, as virtudes, o conhecimento cient\u00edfico e a experi\u00eancia humana. A complementaridade significa reconhecer que nenhuma perspetiva isolada esgota a complexidade da realidade humana. O respeito pela autonomia deve dialogar com a responsabilidade; a liberdade, com a vulnerabilidade; a justi\u00e7a, com a solidariedade; a compet\u00eancia t\u00e9cnica, com a prud\u00eancia; e a decis\u00e3o individual, com as exig\u00eancias da rela\u00e7\u00e3o e do bem comum.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta compreens\u00e3o, a autonomia n\u00e3o se reduz \u00e0 possibilidade formal de escolher. Pressup\u00f5e informa\u00e7\u00e3o compreens\u00edvel, liberdade efetiva, capacidade de discernimento e, sempre que necess\u00e1rio, acompanhamento e apoio. A vulnerabilidade n\u00e3o diminui a dignidade da pessoa: interpela-nos a reconhecer a responsabilidade que temos uns pelos outros. E o cuidado n\u00e3o se esgota na presta\u00e7\u00e3o de um servi\u00e7o tecnicamente competente: exige presen\u00e7a, escuta, respeito pela singularidade e reconhecimento do outro como pessoa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os desafios do nosso tempo tornam esta reflex\u00e3o particularmente necess\u00e1ria. Na sa\u00fade, importa garantir que a inova\u00e7\u00e3o biom\u00e9dica permanece ao servi\u00e7o da pessoa e que ningu\u00e9m \u00e9 reduzido \u00e0 sua doen\u00e7a, ao seu diagn\u00f3stico ou \u00e0 sua condi\u00e7\u00e3o cl\u00ednica. Na investiga\u00e7\u00e3o, o rigor cient\u00edfico deve caminhar com a integridade, a prote\u00e7\u00e3o dos participantes e o respeito pelos direitos humanos. Na intelig\u00eancia artificial, a capacidade de calcular, prever e automatizar n\u00e3o pode ser confundida com consci\u00eancia moral, nem a efici\u00eancia algor\u00edtmica substituir o discernimento e a responsabilidade humanos. Na sociedade, a Bio\u00e9tica deve contribuir para que o desenvolvimento tecnol\u00f3gico e econ\u00f3mico n\u00e3o aprofunde desigualdades nem abandone aqueles que se encontram em situa\u00e7\u00f5es de maior fragilidade. Na rela\u00e7\u00e3o com o ambiente, deve recordar-nos que a responsabilidade humana se estende \u00e0 preserva\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de vida e \u00e0s gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em todos estes dom\u00ednios, a pergunta fundamental permanece: <strong>estamos a desenvolver a ci\u00eancia, a tecnologia e as institui\u00e7\u00f5es para servir a pessoa humana, ou estamos a adaptar a pessoa \u00e0s exig\u00eancias dos sistemas que cri\u00e1mos?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta quest\u00e3o convoca-nos para um humanismo que n\u00e3o seja apenas uma declara\u00e7\u00e3o de inten\u00e7\u00f5es, mas uma orienta\u00e7\u00e3o efetiva da investiga\u00e7\u00e3o, das pol\u00edticas p\u00fablicas, das pr\u00e1ticas profissionais, da educa\u00e7\u00e3o e da vida em sociedade. Um humanismo que reconhe\u00e7a a dignidade de cada pessoa, valorize a liberdade respons\u00e1vel, promova a solidariedade e n\u00e3o abandone ningu\u00e9m \u00e0 sua fragilidade. Um personalismo que compreenda a pessoa na sua integridade, singularidade e dimens\u00e3o relacional, reconhecendo que a realiza\u00e7\u00e3o humana n\u00e3o acontece no isolamento, mas no encontro, no di\u00e1logo e na responsabilidade rec\u00edproca.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Bio\u00e9tica n\u00e3o pertence exclusivamente aos profissionais de sa\u00fade, aos investigadores, aos juristas ou aos especialistas. \u00c9 uma responsabilidade partilhada por todos. Exige forma\u00e7\u00e3o, pensamento cr\u00edtico, di\u00e1logo interdisciplinar e abertura \u00e0 pluralidade das perspetivas, sem perder de vista a dignidade humana como refer\u00eancia fundamental. Exige, igualmente, institui\u00e7\u00f5es capazes de criar condi\u00e7\u00f5es para que a reflex\u00e3o \u00e9tica influencie verdadeiramente as decis\u00f5es e as pr\u00e1ticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto Centro de Estudos de Bio\u00e9tica, temos a responsabilidade de dar continuidade ao legado dos nossos fundadores, n\u00e3o apenas pela preserva\u00e7\u00e3o da sua mem\u00f3ria, mas pela atualiza\u00e7\u00e3o cr\u00edtica e criativa do pensamento que nos transmitiram. Honrar essa heran\u00e7a significa manter viva a interroga\u00e7\u00e3o \u00e9tica perante os novos desafios da ci\u00eancia e da sociedade; promover uma reflex\u00e3o rigorosa, plural e humanista; aproximar a academia da vida concreta; e contribuir para uma cultura de responsabilidade que reconhe\u00e7a a pessoa como fundamento de toda a a\u00e7\u00e3o \u00e9tica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste Dia Mundial da Bio\u00e9tica, importa reafirmar que o progresso n\u00e3o pode ser avaliado exclusivamente pela efic\u00e1cia dos meios, pela velocidade da inova\u00e7\u00e3o ou pelos resultados alcan\u00e7ados. Deve tamb\u00e9m ser interrogado \u00e0 luz dos fins que prossegue, das pessoas que beneficia, das vulnerabilidades que reconhece e das consequ\u00eancias que produz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Bio\u00e9tica n\u00e3o pretende impedir o progresso. Pretende contribuir para que este seja verdadeiramente humano. N\u00e3o substitui a ci\u00eancia, mas desafia-a a assumir a sua responsabilidade. N\u00e3o elimina a complexidade das decis\u00f5es, mas oferece instrumentos para as pensar e fundamentar. N\u00e3o promete respostas simples para todos os dilemas, mas compromete-nos com a procura respons\u00e1vel do bem, com a prud\u00eancia e com o respeito pela dignidade de cada pessoa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Celebrar a Bio\u00e9tica \u00e9, portanto, renovar a fidelidade ao personalismo e ao humanismo que est\u00e3o na origem do Centro de Estudos de Bio\u00e9tica: reconhecer que a pessoa humana n\u00e3o \u00e9 um meio, um objeto ou uma vari\u00e1vel entre outras, mas algu\u00e9m cuja dignidade exige respeito, cuja vulnerabilidade convoca responsabilidade e cuja vida reclama cuidado.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Que o progresso nunca nos fa\u00e7a esquecer a pessoa. Que a t\u00e9cnica nunca dispense a consci\u00eancia. Que a liberdade n\u00e3o se desligue da responsabilidade. Que a ci\u00eancia n\u00e3o perca a sua dimens\u00e3o humana. E que a procura da efici\u00eancia n\u00e3o nos fa\u00e7a esquecer o valor irrepet\u00edvel de cada vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porque o futuro da ci\u00eancia, da sociedade e da humanidade n\u00e3o depende apenas daquilo que somos capazes de conhecer, produzir ou transformar, mas, sobretudo, da responsabilidade \u00e9tica com que escolhemos faz\u00ea-lo e da humanidade que somos capazes de preservar em cada decis\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: right;\">Imagem de <a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/users\/geralt-9301\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1505936\">Gerd Altmann<\/a> por <a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1505936\">Pixabay<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bio\u00e9tica e sociedade (Parceria com o Centro de Estudos de Bio\u00e9tica) DIA MUNDIAL DA BIO\u00c9TICA Mensagem de Carlos Costa Gomes Presidente da Dire\u00e7\u00e3o Nacional do Centro de Estudos de Bio\u00e9tica \u00a0 A dignidade da pessoa humana como fundamento da ci\u00eancia, da consci\u00eancia e da responsabilidade Assinalar o Dia Mundial da Bio\u00e9tica &#8211; 19 de outubro [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":21547,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[11,72,136,156],"tags":[],"class_list":["post-21546","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-acontece","category-bioetica-e-sociedade","category-carlos-costa-gomes","category-efemerides"],"featured_image_urls":{"full":["https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/geralt-seniors-1505936_1280.jpg",1280,853,false],"thumbnail":["https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/geralt-seniors-1505936_1280-150x150.jpg",150,150,true],"medium":["https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/geralt-seniors-1505936_1280-300x200.jpg",300,200,true],"medium_large":["https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/geralt-seniors-1505936_1280-768x512.jpg",640,427,true],"large":["https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/geralt-seniors-1505936_1280-1024x682.jpg",640,426,true],"wysija-newsletters-max":["https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/geralt-seniors-1505936_1280-600x400.jpg",600,400,true],"1536x1536":["https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/geralt-seniors-1505936_1280.jpg",1280,853,false],"2048x2048":["https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/geralt-seniors-1505936_1280.jpg",1280,853,false],"mailpoet_newsletter_max":["https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/geralt-seniors-1505936_1280.jpg",1280,853,false]},"author_info":{"info":["admin_cult"]},"category_info":"<a href=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/category\/acontece\/\" rel=\"category tag\">ACONTECE<\/a> <a href=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/category\/olhares\/bioetica-e-sociedade\/\" rel=\"category tag\">BIO\u00c9TICA E SOCIEDADE<\/a> <a href=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/category\/autores\/carlos-costa-gomes\/\" rel=\"category tag\">CARLOS COSTA GOMES<\/a> <a href=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/category\/acontece\/efemerides\/\" rel=\"category tag\">EFEM\u00c9RIDES E HOMENAGENS<\/a>","tag_info":"EFEM\u00c9RIDES E HOMENAGENS","comment_count":"0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21546","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21546"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21546\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":21549,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21546\/revisions\/21549"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21547"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21546"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21546"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21546"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}