{"id":19543,"date":"2025-07-08T11:03:12","date_gmt":"2025-07-08T10:03:12","guid":{"rendered":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/?p=19543"},"modified":"2025-07-08T11:03:12","modified_gmt":"2025-07-08T10:03:12","slug":"documentos-jubileu-diocesano-6-de-julho-de-2025-homilia-de-d-antonio-moiteiro-bispo-de-aveiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/documentos-jubileu-diocesano-6-de-julho-de-2025-homilia-de-d-antonio-moiteiro-bispo-de-aveiro\/","title":{"rendered":"Documentos | Jubileu Diocesano [6 de julho de 2025]\u2013 Homilia de D. Ant\u00f3nio Moiteiro (Bispo de Aveiro)"},"content":{"rendered":"<h3 class=\"blog-title\" style=\"text-align: center;\">Jubileu Diocesano \u2013 Homilia<\/h3>\n<p><strong>1. A miss\u00e3o dos setenta e dois disc\u00edpulos (Lc 10, 1-24)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 O caminho da vida n\u00e3o \u00e9 um caminho plano, sem obst\u00e1culos. S\u00e3o muitos os que se sentam \u00e0 beira do caminho e outros voltam para tr\u00e1s.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Jesus tomou a decis\u00e3o irrevog\u00e1vel de caminhar at\u00e9 Jerusal\u00e9m. O disc\u00edpulo segue os seus passos.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s a cena da Transfigura\u00e7\u00e3o e o segundo an\u00fancio da Paix\u00e3o, Jesus inicia uma longa viagem para Jerusal\u00e9m, e envia setenta e dois disc\u00edpulos a todas as cidades e lugares aonde Ele havia de ir. Trata-se de uma viagem mission\u00e1ria. Jesus n\u00e3o sobe a Jerusal\u00e9m sozinho, mas sim acompanhado pelos Doze e por uma multid\u00e3o de disc\u00edpulos a quem envia \u00e0 sua frente (<em>Lc<\/em>\u00a09,52). Toda a viagem \u00e9 um seguimento de Jesus e est\u00e1 em rela\u00e7\u00e3o direta com a Paix\u00e3o: \u201cComo estavam a chegar os dias de ser levado deste mundo, Jesus dirigiu-Se resolutamente para Jerusal\u00e9m e enviou mensageiros \u00e0 sua frente\u201d. Os mensageiros v\u00e3o \u00e0 frente para \u201cLhe prepararem alojamento\u201d. Caminhando para Jerusal\u00e9m, Jesus prop\u00f5e as exig\u00eancias que o aut\u00eantico discipulado deve ter. O seguimento de Jesus n\u00e3o oferece vantagens de tipo material, mas a absoluta ren\u00fancia. Este era o Evangelho de domingo passado se n\u00e3o tiv\u00e9ssemos celebrado a solenidade de S. Pedro e S. Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O envio dos setenta e dois disc\u00edpulos, pr\u00f3prio de S. Lucas, assinala o universalismo da a\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria. Bastariam doze para evangelizar Israel; mas s\u00e3o setenta e duas as na\u00e7\u00f5es pag\u00e3s, tal como refere o livro do G\u00e9nesis (<em>Gn\u00a0<\/em>10). O n\u00famero 72 \u00e9 simb\u00f3lico, tem o significado de plenitude. Todos somos enviados a anunciar o Evangelho de Jesus. Temos de ir dois a dois, sabendo que o testemunho de duas pessoas d\u00e1 validade \u00e0 palavra anunciada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A prega\u00e7\u00e3o tem de se apoiar apenas na for\u00e7a da Palavra de Deus: sem bolsa, nem alforge, nem sand\u00e1lias. \u00c9 necess\u00e1ria a confian\u00e7a em Deus e na sua provid\u00eancia, que elimina toda a excessiva preocupa\u00e7\u00e3o pela pr\u00f3pria subsist\u00eancia, que se confia nas m\u00e3os de Deus.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O an\u00fancio \u00e9 de paz. Importa anunciar o Reino, mesmo que o mensageiro seja recusado. Os mission\u00e1rios n\u00e3o anunciam a sua pr\u00f3pria doutrina, mas a de Jesus; Jesus \u00e9 que \u00e9 aceite ou recusado. A prega\u00e7\u00e3o do Reino tem de ir acompanhada de amor ao pr\u00f3ximo e a Deus. Disto nos fala o Evangelho do pr\u00f3ximo domingo: o bom samaritano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. O nosso Jubileu diocesano<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Este Jubileu diocesano, ou Dia da Igreja diocesana, pretende ser um momento para celebrarmos o percurso feito ao longo deste ano pastoral, darmos gra\u00e7as pelo caminho percorrido e pedirmos for\u00e7as para o trabalho que temos pela frente. Por isso, o Jubileu n\u00e3o trata apenas de uma quest\u00e3o teol\u00f3gica, de falar de Deus ao ser humano, mas de um convite e um tempo para refletir \u2013 um tempo de mem\u00f3ria e convers\u00e3o, mas tamb\u00e9m de esperan\u00e7a e confirma\u00e7\u00e3o da nossa identidade como Igreja que peregrina em terras de Aveiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 As comunidades pastorais foram o grande objetivo que nos ocupou ao longo deste ano nas dezoito Assembleias arciprestais, duas por cada arciprestado, mas que agora temos de alargar a reflex\u00e3o at\u00e9 \u00e0s comunidades paroquiais, para que o maior n\u00famero de crist\u00e3os, e mesmo algumas pessoas de boa vontade, possam refletir a Igreja que queremos no futuro, para continuar a ser fiel ao an\u00fancio do Evangelho, tal como Jesus a quis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 A cria\u00e7\u00e3o das comunidades pastorais n\u00e3o \u00e9 uma mudan\u00e7a da identidade da Igreja, mas a resposta a tempos novos que estamos a viver e que requerem outras formas de presen\u00e7a e organiza\u00e7\u00e3o do trabalho pastoral. O Documento de trabalho para o pr\u00f3ximo ano, e que j\u00e1 est\u00e1 dispon\u00edvel para todos, define que a Comunidade Pastoral deve ser uma comunidade de fi\u00e9is, configurada como agrupamento de par\u00f3quias confinantes que, conservando a sua identidade, est\u00e3o chamadas a formar uma comunidade viva e org\u00e2nica, centrada em Jesus Cristo, com crit\u00e9rios pastorais comuns, de estilo mission\u00e1rio e sinodal; a comunidade est\u00e1 confiada a um ou mais presb\u00edteros, com a participa\u00e7\u00e3o ativa e correspons\u00e1vel de fi\u00e9is leigos com especiais compet\u00eancias, di\u00e1conos permanentes e religiosos, por mandato do bispo diocesano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este vai ser o trabalho pastoral do pr\u00f3ximo ano. Todas as par\u00f3quias devem constituir o maior n\u00famero poss\u00edvel de grupos de reflex\u00e3o, para que todos possam participar. O que diz respeito a todos, por todos deve ser pensado e assumido. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel atingir a meta da implementa\u00e7\u00e3o das Comunidades Pastorais sem a corresponsabilidade de todos: leigos, sacerdotes, di\u00e1conos e consagrados. A este respeito, o Papa Le\u00e3o XIV disse-nos na \u00faltima festa de S. Pedro e S. Paulo: \u00abA comunh\u00e3o eclesial nasce do impulso do Esp\u00edrito, une a diversidade e constr\u00f3i pontes de unidade na variedade de carismas, dons e minist\u00e9rios. \u00c9 importante aprender desta forma a viver a comunh\u00e3o, como unidade na diversidade, para que a variedade dos dons, ligados na confiss\u00e3o da \u00fanica f\u00e9, contribua para o an\u00fancio do Evangelho. A Igreja precisa dela, as rela\u00e7\u00f5es entre os leigos e os presb\u00edteros, entre os presb\u00edteros e os Bispos, entre os Bispos e o Papa precisam dela; assim como precisam dela a vida pastoral, o di\u00e1logo ecum\u00e9nico e a rela\u00e7\u00e3o de amizade que a Igreja quer manter com o mundo. Empenhemo-nos em fazer da nossa diversidade um laborat\u00f3rio de unidade e comunh\u00e3o, de fraternidade e reconcilia\u00e7\u00e3o, para que cada pessoa na Igreja, com a sua hist\u00f3ria pessoal, aprenda a caminhar junto dos outros\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. Todos estamos em caminho<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesta celebra\u00e7\u00e3o, o Guilherme Reis e o Jo\u00e3o Rendeiro, nossos seminaristas de teologia, v\u00e3o receber o minist\u00e9rio de leitor, mais um degrau em ordem \u00e0 ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal. Este minist\u00e9rio requer daqueles que o recebem que meditem assiduamente a Palavra de Deus e a anunciem, para que ela seja cada vez mais viva no cora\u00e7\u00e3o dos homens e mulheres do nosso tempo. Como n\u00e3o recordar o conselho que S. Paulo d\u00e1 ao seu disc\u00edpulo Tim\u00f3teo: \u00abTu, por\u00e9m, permanece firme naquilo que aprendeste e de que adquiriste a certeza, bem ciente de quem o aprendeste. Desde a inf\u00e2ncia conheces a Sagrada Escritura, que te pode instruir, em ordem \u00e0 salva\u00e7\u00e3o pela f\u00e9 em Cristo Jesus. De facto, toda a Escritura \u00e9 inspirada por Deus e adequada para ensinar, refutar, corrigir e educar na justi\u00e7a, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e esteja preparado para toda a obra boa\u00bb (<em>2Tim<\/em>\u00a03,14-17).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m v\u00e3o ser enviados, em nome da nossa Diocese, sete volunt\u00e1rios leigos mission\u00e1rios para Angola e cerca de 300 jovens ao Jubileu que decorrer\u00e1 entre 25 de julho e 5 de agosto, em Roma. Foram convocados pelo Papa Francisco na Jornada Mundial da Juventude de Lisboa e agora encontram-se com o Papa Le\u00e3o XIV, o novo sucessor de S. Pedro. Este \u00e9 o mist\u00e9rio da Igreja e tamb\u00e9m a sua beleza. Comentando a par\u00e1bola de S. Mateus \u2013 \u201c<em>Ide v\u00f3s tamb\u00e9m para a minha vinha<\/em>\u201d \u2013 pede \u00abaos jovens, que n\u00e3o esperem, mas que respondam com entusiasmo ao Senhor que nos chama a trabalhar na sua vinha. N\u00e3o demoreis, arrega\u00e7ai as mangas, pois o Senhor \u00e9 generoso e n\u00e3o ficareis desiludidos! Trabalhando na sua vinha, encontrareis a resposta \u00e0quela pergunta profunda que trazeis dentro de v\u00f3s: Qual \u00e9 o sentido da minha vida?\u00bb<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O\u00a0<em>Documento Final<\/em>\u00a0do S\u00ednodo de 2024 diz-nos que no cora\u00e7\u00e3o do caminho sinodal que estamos a percorrer \u201ch\u00e1 um apelo \u00e0 alegria e \u00e0 renova\u00e7\u00e3o da Igreja no seguimento do Senhor, no empenho ao servi\u00e7o da sua miss\u00e3o, na procura dos modos para lhe ser fi\u00e9is\u201d (n\u00ba 3).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na manh\u00e3 do Pentecostes, Maria estava reunida com os disc\u00edpulos e os ap\u00f3stolos na expetativa da vinda do Esp\u00edrito Santo, que levaria a Igreja at\u00e9 aos confins do mundo. Que Santa Maria de Vagos, em cujo Santu\u00e1rio nos reunimos como Igreja, nos assista e acompanhe neste caminho de renova\u00e7\u00e3o em que estamos empenhados, para responder aos novos desafios que se colocam \u00e0 nossa Igreja de Aveiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Santu\u00e1rio de Vagos, 6 de julho de 2025.<\/p>\n<p class=\"has-text-align-center\" style=\"text-align: center;\"><em>\u2020<\/em>\u00a0Ant\u00f3nio Manuel Moiteiro Ramos, bispo de Aveiro<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-19543 gallery-columns-2 gallery-size-medium'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/documentos-jubileu-diocesano-6-de-julho-de-2025-homilia-de-d-antonio-moiteiro-bispo-de-aveiro\/cv-3-1024x576\/'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"169\" 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