{"id":17548,"date":"2024-04-11T14:11:20","date_gmt":"2024-04-11T13:11:20","guid":{"rendered":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/?p=17548"},"modified":"2024-04-11T14:15:07","modified_gmt":"2024-04-11T13:15:07","slug":"um-olhar-sobre-o-patrimonio-4-a-pretexto-dos-600-anos-da-catedral-antonio-leandro-d-pedro-o-infante-das-sete-partidas-duque-de-coimbra-senhor-de-aveiro-e-fundador-do-mosteiro-de-nossa-sen","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/um-olhar-sobre-o-patrimonio-4-a-pretexto-dos-600-anos-da-catedral-antonio-leandro-d-pedro-o-infante-das-sete-partidas-duque-de-coimbra-senhor-de-aveiro-e-fundador-do-mosteiro-de-nossa-sen\/","title":{"rendered":"Um olhar sobre o patrim\u00f3nio | 5 | A pretexto dos 600 anos da Catedral &#8211; Ant\u00f3nio Leandro: D. PEDRO, O INFANTE DAS SETE PARTIDAS:  DUQUE DE COIMBRA, SENHOR DE AVEIRO E FUNDADOR  DO MOSTEIRO DE NOSSA SENHORA DA MISERIC\u00d3RIDIA DE AVEIRO | PARTE IV"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Um olhar sobre o patrim\u00f3nio<\/strong> | <em>A pretexto dos 600 anos da catedral\u00a0<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Ant\u00f3nio Leandro*<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em rela\u00e7\u00e3o ao senhorio de Aveiro, o qual D. Pedro ter\u00e1 recebido, muito provavelmente, depois de ter fundado o mosteiro dominicano, apenas se desconhecendo se antes ou depois da longa jornada de tr\u00eas anos, quest\u00e3o j\u00e1 desquitada anteriormente, o infante, como \u00e9 f\u00e1cil de observar, dispensou-lhe bastante apre\u00e7o porque a funda\u00e7\u00e3o daquele cen\u00f3bio e a sua entrega a frades t\u00e3o eruditos como os dominicanos demonstra a preocupa\u00e7\u00e3o que ele nutria relativamente \u00e0 aus\u00eancia de elevada forma\u00e7\u00e3o naquela, ent\u00e3o, vila, pois o \u00fanico clero de que se tinha conhecimento era o da igreja de S\u00e3o Miguel, o qual n\u00e3o reunia capacidade para responder \u00e0s novas exig\u00eancias desta terra em clara expans\u00e3o. A continua\u00e7\u00e3o da muralha em termos pol\u00edticos e estrat\u00e9gicos n\u00e3o era primordial, pois neste tempo j\u00e1 a reconquista estava h\u00e1 muito conclu\u00edda. Todavia, aquela cintura continha outro significado: era como que um emblema de uma grande terra, conferindo-lhe dignidade, prest\u00edgio e distin\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m a obten\u00e7\u00e3o do direito de uma feira franca junto do seu irm\u00e3o, o rei D. Duarte, demonstrativo n\u00e3o s\u00f3 da import\u00e2ncia dessa mesma feira, mas da preocupa\u00e7\u00e3o com o impacto que a mesma poderia ter em Aveiro em termos econ\u00f3micos \u00e9 revelador do seu empenho no crescimento das terras aveirenses, conjugando, assim, investimento social, educacional, religioso e econ\u00f3mico. \u00c9, pois, com grande verdade que Francisco Pato de Macedo afirma que &#8220;\u2026 o desenvolvimento de Aveiro acelerou-se com o Infante D. Pedro.&#8221;<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s ter sido dispensado do governo nos come\u00e7os de 1448, cerca de dois anos ap\u00f3s o monarca D. Afonso V ter sido coroado, a 15 de janeiro de 1446, e assumido os destinos da na\u00e7\u00e3o, temendo que seria afastado da corte, devido \u00e0s inimizades granjeadas durante a sua reg\u00eancia, dedicou-se ao seu ducado e aos seus senhorios. D. Afonso V, entre muitos outros nobres, teve o conluio do seu tio Afonso, I Duque de Bragan\u00e7a, irm\u00e3o ileg\u00edtimo de D. Pedro, filho de D. Jo\u00e3o I e de sua amante, a judia In\u00eas Pires. Mas nem o seu afastamento para as suas terras abrandou a conspira\u00e7\u00e3o dos senhores nobreza, ainda bem lembrados da disputa da reg\u00eancia com D. Leonor que levou ao ex\u00edlio de muitos dos apoiantes da rainha, apesar de, contudo, muitas vozes se levantarem em defesa de D. Pedro. O pr\u00f3prio casamento do rei D.\u00a0 Afonso V com a sua prima, D. Isabel, filha do pr\u00f3prio D. Pedro, confirmado oficialmente nas Cortes de Lisboa, em janeiro de 1446, mas j\u00e1 apresentado em 1438 e aceite pela rainha D. Leonor, logo a seguir ao falecimento de D. Duarte, \u201c\u2026 constitui tanto um refor\u00e7o do poder senhorial e pol\u00edtico da casa ducal de Coimbra, quanto parece poder garantir uma conjuntural neutralidade de Portugal em termos de pol\u00edtica hisp\u00e2nica\u2026\u201d<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, demonstrativo da vis\u00e3o vanguarda de D. Pedro. O Infante faleceu em 20 de maio de 1449 na Batalha de Alfarrobeira, mas antes de ter sa\u00eddo de Coimbra confessou a &#8220;\u2026 Frey Antam Prior do Moesteiro de Aveiro, e outro Frey Dinis que despois foi confessor d&#8217;ElRey\u2026&#8221;<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a> as raz\u00f5es da sua partida, confrontando-se com um grande ex\u00e9rcito do rei que o obstruiu de ir explicar-se ao monarca e tentar dissipar as vis, mas muito comuns, intrigas palacianas. Assim, \u201cAlfarrobeira significa o triunfo da nobreza feudal terratenente frente ao projeto que aponta para o engrandecimento do Estado e o aumento da capacidade de interven\u00e7\u00e3o dos homens das cidades\u201d<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>, isto \u00e9, simboliza a vit\u00f3ria da antiga mentalidade medieval, da sociedade das justas, do reconhecimento do valor da espada e da posse da terra, sobre uma nova mentalidade antropoc\u00eantrica, uma sociedade mais equilibrada na procura do reconhecimento, uma economia comercial alargada e uma nova vis\u00e3o pol\u00edtica centralizada no poder real e do reino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De imediato, o rei fez publicar uma lei a 27 de junho de 1449, passando a lei geral a 10 de outubro, da confisca\u00e7\u00e3o dos bens do infante, seu tio, e dos bens de todos os seus apoiantes, sendo redistribu\u00eddos por aqueles que tinham sido fi\u00e9is ao monarca<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. As posses de D. Pedro passaram, inicialmente, para a m\u00e3o do rei que as outorgou posteriormente, tendo entregado o senhorio de Aveiro a D. Sancho de Noronha, Conde de Odemira, em 13 de junho de 1449<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>, apesar da carta real ter apenas o punho a 6 de julho do mesmo ano<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>. D. Sancho de Noronha era o irm\u00e3o mais novo de D. Pedro de Noronha, arcebispo de Lisboa nos anos de disputa pela reg\u00eancia do reino, e aqueles irm\u00e3os eram parentes da rainha D. Leonor<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>, consequentemente seus apoiantes. O seu ducado e os seus senhorios regressariam mais tarde \u00e0 posse da coroa, mas, s\u00f3 por intercess\u00e3o da rainha, D. Isabel de Lencastre, sua filha, e tamb\u00e9m fruto da press\u00e3o de muitos protestos de v\u00e1rias fam\u00edlias reais e principescas europeias e at\u00e9 mesmo do Vaticano<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>. A 20 de julho de 1455, D. Afonso V concedia a D. Pedro o perd\u00e3o p\u00f3stumo e reabilitava, em posses e cargos, todos os seus descendentes e, ainda mais importante, a pr\u00f3pria mem\u00f3ria do Infante<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>. Tamb\u00e9m outros senhores que combateram ao lado do Duque de Coimbra em Alfarrobeira, tais como: Jorge Camelo e Jo\u00e3o Esteves, ambos de Esgueira; Diogo Moreira, de Aveiro; Jo\u00e3o Esteves de Oliveiros, de Eirol; \u00c1lvaro Proen\u00e7a, de Vouga, Soeiro (mo\u00e7o-fidalgo da c\u00e2mara do Infante D. Pedro), de Aveiro; e Pero Vasques, de \u00c1gueda, obtiveram, a 30 de maio, a 1 de junho, a 7 de julho, a 16 de outubro, a 28 de maio, tamb\u00e9m a 28 de maio de 1451 e a 7 de junho de 1452, respetivamente, a carta de perd\u00e3o por parte do rei D. Afonso V<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>. Ainda para al\u00e9m destes perd\u00f5es reais, a 20 de julho de 1455, o monarca viria a atribuir um perd\u00e3o geral \u201c\u2026 a todos os indiv\u00edduos envolvidos na quest\u00e3o de Alfarrobeira, que at\u00e9 \u00e0 data n\u00e3o tivessem sido indultados\u201d<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a>.\u00a0 J\u00e1 anteriormente, a 8 de abril de 1452, tinha sido concedido um indulto geral \u201c\u2026 a lavradores, pe\u00f5es, besteiros, artificies\u2026 residentes em Coimbra, Montemor-o-Velho, Penela, Tent\u00fagal, Vila Nova de An\u00e7os, Aveiro, Lous\u00e3, Miranda e seus respetivos termos\u2026\u201d<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a>, isto \u00e9, a apoiantes da casa de Coimbra de condi\u00e7\u00e3o social mais baixa. Os indultos e perd\u00f5es s\u00e3o demonstrativos, mais do que a bonomia e clem\u00eancia do rei, do reconhecimento do profundo erro da Batalha de Alfarrobeira e da ineg\u00e1vel import\u00e2ncia que o infante D. Pedro teve no comando dos destinos da na\u00e7\u00e3o durante a sua reg\u00eancia e a sua vis\u00e3o vanguardista e moderna para o reino.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O filho herdeiro de D. Afonso V, o rei D. Jo\u00e3o II, cognominado <em>Pr\u00edncipe Perfeito<\/em>, a 19 de agosto de 1485, doou de forma irrevog\u00e1vel o senhorio de Aveiro \u00e0 sua irm\u00e3, a princesa Joana<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a>, a qual trocou o fausto cortes\u00e3o pela humildade do Mosteiro feminino de Jesus da Ordem de S\u00e3o Domingos. Tinha morrido o Pr\u00edncipe, o Duque de Coimbra, o Senhor de Aveiro, mas a sua mem\u00f3ria ficaria perpetuada na sua vasta cultura e erudi\u00e7\u00e3o, nos seus escritos pedag\u00f3gicos e filos\u00f3ficos, na sua a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e econ\u00f3mica que tentara empreender, na sua perce\u00e7\u00e3o de Estado e sentido pol\u00edtico vision\u00e1rio e ainda nas importantes obras que desenvolveu e que os s\u00e9culos seguintes n\u00e3o conseguiriam silenciar nem amaldi\u00e7oar a mem\u00f3ria, como lhe apelidou criticamente Alfredo Pinheiro Marques<a href=\"#_ftn15\" name=\"_ftnref15\">[15]<\/a>, e que a Hist\u00f3ria tem vindo e continuar\u00e1 a clarificar.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\">Imagem: Bras\u00e3o de D. Pedro sobrepujado pelo sol. Portal da Catedral de Aveiro (antiga Igreja do Mosteiro de Nossa Senhora da Miseric\u00f3rdia)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> MACEDO, Francisco Pato de \u2013 &#8220;O Infante D. Pedro. Patrono e Mecenas&#8221;. in <em>Biblos, <\/em>Vol. LXIX. Coimbra: F.L.U.C.; 1993, p. 466.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> GOMES, Saul Ant\u00f3nio \u2013 <em>Reis de Portugal. D. Afonso V<\/em>. Dire\u00e7\u00e3o de Roberto Carneiro. Coordena\u00e7\u00e3o cient\u00edfica de Artur Teodoro de Matos e Jo\u00e3o Paulo Oliveira e Costa. Mem Martins: C\u00edrculo de Leitores e Centro de Estudos dos Povos e Culturas de Express\u00e3o Portuguesa; 2006, p. 62.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> PINA, Ruy, <em>Chronica do senhor Rey D. Affonso V<\/em>. Lisboa: Academia Real das Sciencias; 1901, p. 410. O \u201cFrey Antam\u201d referido por Ruy de Pina \u00e9 o Prior do Mosteiro de Nossa Senhora da Miseric\u00f3rdia de Aveiro, Frei Ant\u00e3o de Santa Maria de Neiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> MORENO, Humberto C. Baquero \u2013 \u201cEvolu\u00e7\u00e3o pol\u00edtica\u201d, em <em>Nos confins da Idade M\u00e9dia. Arte portuguesa dos s\u00e9culos XII-XV<\/em> (cat\u00e1logo). Coordena\u00e7\u00e3o de Maria Ant\u00f3nia Pinto de Matos. Porto. Secretaria de Estado da Cultura\/Instituto Portugu\u00eas de Museus. 1992, p. 26.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> MORENO, Humberto Baquero \u2013 <em>A Batalha de Alfarrobeira. Antecedentes e significado hist\u00f3rico<\/em>. Coimbra: Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra; 1979, pp. 583-584. Sobre a confisca\u00e7\u00e3o destes bens e respetivas redistribui\u00e7\u00f5es consultar o quadro nesta mesma obra nas p\u00e1ginas 586 a 616.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> LEANDRO, Ant\u00f3nio Cruz \u2013 \u201cO Mosteiro de Nossa Senhora da Miseric\u00f3rdia\u201d. em <em>Mem\u00f3rias gr\u00e1ficas dos antigos conventos e mosteiros de Aveiro<\/em>. Dire\u00e7\u00e3o de Francisco Messias Trindade Ferreira e Porf\u00edrio Ant\u00f3nio Correia. Aveiro: Edi\u00e7\u00e3o do Arquivo Distrital de Aveiro; 2017 pp. 47-48.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> MORENO, Humberto Baquero \u2013 <em>A Batalha de Alfarrobeira. Antecedentes e significado hist\u00f3rico<\/em>\u2026 p. 608.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> GOMES, Saul Ant\u00f3nio \u2013 <em>Reis de Portugal. D. Afonso V<\/em>\u2026 p. 45.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Sobre as cr\u00edticas da morte de D. Pedro consultar MORENO, Humberto Baquero \u2013 <em>A Batalha de Alfarrobeira. Antecedentes e significado hist\u00f3rico<\/em>\u2026 p. 515-521.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> GASPAR, Jo\u00e3o Gon\u00e7alves \u2013 <em>A Princesa Santa Joana e a sua \u00e9poca (1452-1490)<\/em>. Aveiro. Edi\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara Municipal de Aveiro. 1988. 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, p. 29.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> MORENO, Humberto Baquero \u2013 <em>A Batalha de Alfarrobeira. Antecedentes e significado hist\u00f3rico<\/em>\u2026 pp. 630, 637, 648, 649, 651, 655 e 658.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> MORENO, Humberto Baquero \u2013 <em>A Batalha de Alfarrobeira. Antecedentes e significado hist\u00f3rico<\/em>\u2026 p. 619.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> MORENO, Humberto Baquero \u2013 <em>A Batalha de Alfarrobeira. Antecedentes e significado hist\u00f3rico<\/em>\u2026 p. 618.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> OLIVEIROS, Albertina Valentim \u2013 \u201cAveiro no s\u00e9culo XV\u201d, em <em>Boletim Municipal de Aveiro<\/em>, n.\u00ba 4. Aveiro: C\u00e2mara Municipal de Aveiro; 1984, p. 24.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref15\" name=\"_ftn15\">[15]<\/a> MARQUES, Alfredo Pinheiro \u2013 <em>A maldi\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria do infante D. Pedro e as origens dos Descobrimentos Portugueses<\/em>. Figueira da Foz: CEMAR-Centro de Estudos do Mar; 1994.<\/p>\n<hr \/>\n<h6 style=\"padding-left: 240px; text-align: justify;\">*Licenciado em Hist\u00f3ria de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra: Mestre em Patrim\u00f3nio e Turismo pela Universidade do Minho; Professor; Formador de professores na \u00e1rea da Hist\u00f3ria de Arte; Investigador de hist\u00f3ria e patrim\u00f3nio local, nomeadamente de Arte Sacra, escrevendo assiduamente artigos para diversas publica\u00e7\u00f5es, como as revistas Terras de Antu\u00e3, Albergue e Cucujanis.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um olhar sobre<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":17550,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[200,201,199],"tags":[],"class_list":["post-17548","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-antonio-leandro","category-jubileu-da-catedral","category-um-olhar-sobre-o-patrimonio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17548","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=17548"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17548\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17554,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/17548\/revisions\/17554"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/17550"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=17548"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=17548"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=17548"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}