{"id":16903,"date":"2024-01-03T10:51:24","date_gmt":"2024-01-03T10:51:24","guid":{"rendered":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/?p=16903"},"modified":"2024-01-03T10:53:15","modified_gmt":"2024-01-03T10:53:15","slug":"um-olhar-sobre-o-patrimonio-3-a-pretexto-dos-600-anos-da-catedral-antonio-leandro-mensagem-dominicana-na-transicao-para-o-humanismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/um-olhar-sobre-o-patrimonio-3-a-pretexto-dos-600-anos-da-catedral-antonio-leandro-mensagem-dominicana-na-transicao-para-o-humanismo\/","title":{"rendered":"Um olhar sobre o patrim\u00f3nio | 3 | A pretexto dos 600 anos da Catedral &#8211; Ant\u00f3nio Leandro: MENSAGEM DOMINICANA: NA TRANSI\u00c7\u00c3O PARA O HUMANISMO"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Um olhar sobre o patrim\u00f3nio<\/strong> | <em>A pretexto dos 600 anos da catedral\u00a0<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Ant\u00f3nio Leandro*<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Ordem dos Pregadores, tamb\u00e9m conhecidos como frades de S\u00e3o Domingos, chegou a Aveiro, como j\u00e1 vimos anteriormente, no ano de 1423 pela m\u00e3o do Duque de Coimbra e Senhor de Aveiro, o Infante D. Pedro, filho de D. Jo\u00e3o I e D. Filipa de Lencastre, um dos infantes da \u00cdnclita Gera\u00e7\u00e3o. Poucos anos volvidos, em 1462, fundava-se, mesmo ao lado do masculino, o mosteiro feminino, prova da import\u00e2ncia granjeada pelos monges dominicanos na urbe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 1418, devido a Portugal ter apoiado o Vaticano no Cisma do Ocidente, Martinho V, o mesmo que viria a conceder o Breve para a funda\u00e7\u00e3o do Convento de Nossa Senhora da Miseric\u00f3rdia de Aveiro<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>, tinha criado a Prov\u00edncia de Portugal, separando-a da espanhola que apoiara Avinh\u00e3o, sendo nomeado para primeiro Provincial Dominicano de Portugal Mestre Frei Gon\u00e7alo<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>. Este longo diferendo papal n\u00e3o foi muito ben\u00e9fico para a Ordem dos Pregadores porque dividiu-a quanto \u00e0s posi\u00e7\u00f5es a apoiarem. O franc\u00eas Elias Raymond era o Mestre Geral dos Pregadores (1367-1380) quando se deu o Cisma em 1379 e, apesar de ter sido ordenado Vig\u00e1rio-Geral em 1365 e, posteriormente, Mestre Geral da Ordem em 1367 pelo Papa Urbano V (Papa entre 1362 e 1370)<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>, Elias Raymond esteve ao lado do seu pa\u00eds, apoiando o papado de Avinh\u00e3o, posi\u00e7\u00e3o tomada tamb\u00e9m por todos os seus sucessores consoante o apoio dado pelo seu pa\u00eds de origem. Elias Raymond foi Mestre Geral da Ordem dos Pregadores entre 1367 e 1380, sendo seu predecessor Raimundo de C\u00e1pua, o qual foi Mestre Geral entre 1380-1399. Todavia, logo ap\u00f3s a elei\u00e7\u00e3o de Raimundo, Elias foi tamb\u00e9m eleito Mestre da Ordem dos Pregadores pelos seus confrades apoiantes de Avinh\u00e3o, ou seja, do Antipapa Clemente VII (1378-1394). Assim, a ordem foi obedecendo ou ao Antipapa, Clemente VII, ou ao papado romano, situa\u00e7\u00e3o mantida at\u00e9 ao t\u00e9rmino da separa\u00e7\u00e3o em 1417, mas as d\u00favidas que se tinham instalado por toda a cristandade tamb\u00e9m se fizeram sentir nas diversas prov\u00edncias dominicanas, verificando-se constantemente uma divis\u00e3o e uma discord\u00e2ncia entre os provinciais com a linha tomada pelo Mestre Geral<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O s\u00e9culo XV transportaria ainda a quest\u00e3o do Grande Cisma do Ocidente, mas Raimundo de C\u00e1pua, diretor espiritual de Santa Catarina de Siena, Mestre Geral entre 1380 e 1399, ano da sua morte, esteve ao lado de Urbano VI de Roma (1378-1389), o que permitiu uma c\u00e9lere recupera\u00e7\u00e3o da ordem, ainda que se tenham sentido v\u00e1rias diverg\u00eancias entre os Pregadores, como acima se procurou demonstrar. O Mestre Geral da Ordem come\u00e7ou a residir na Cidade Santa e quando se deu o fim do Cisma encontrava-se no cargo de Mestre Geral o florentino Leonardo Dati (1414-1425) que tinha sido igualmente obediente a Roma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos prim\u00f3rdios desta cent\u00faria a ordem come\u00e7ou a usar um bras\u00e3o: \u201cera o \u00abEscudo da Capa\u00bb, representando a capa preta do h\u00e1bito aberta num campo branco. O c\u00e3o de S\u00e3o Domingos era muitas vezes colocado abaixo da capa\u201d<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. Incumbia-se agora a tarefa de recuperar a ordem o que pareceu algo dificultoso porque se a forte presen\u00e7a de renovadores que viram as suas vidas serem reconhecidas pela santidade, tal como Raimundo de C\u00e1pua e Catarina de Siena, entre outros, contribu\u00edram para uma renova\u00e7\u00e3o interna da vasta comunidade religiosa, por outro lado \u201c&#8230; a restaura\u00e7\u00e3o das ordens mendicantes causou uma revivesc\u00eancia da prega\u00e7\u00e3o popular, o que deu origem \u00e0s veementes explos\u00f5es de fervor e penit\u00eancia que marcaram t\u00e3o poderosamente a vida religiosa do s\u00e9culo XV\u201d<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>, pr\u00f3prias de um per\u00edodo de crise, entenda-se profunda transforma\u00e7\u00e3o, de valores morais e espirituais, como foi o caso da \u00e9poca final da Idade M\u00e9dia. As prov\u00edncias dominicanas conheceram uma profunda renova\u00e7\u00e3o de forma a n\u00e3o permitir o desleixo em qualquer convento, n\u00e3o s\u00f3 apost\u00f3lico e evang\u00e9lico, mas tamb\u00e9m ao n\u00edvel do estudo e conhecimento teol\u00f3gico. Sentia-se uma press\u00e3o interna maior porque vivia-se uma \u00e9poca de grande instabilidade e de crise, o que desencadeava uma conflitualidade de f\u00e9 e paganismo nos esp\u00edritos humanos de ent\u00e3o e as ordens mendicantes, e tamb\u00e9m o clero em geral, eram alvo de motejos, o que obrigou a um maior movimento da pr\u00e1tica can\u00f3nica da regra dominicana da Visita\u00e7\u00e3o, por forma a aplicar uma disciplina rigorosa como aquela que tinham conhecido nos alvores da ordem. Em Portugal os dominicanos preocupados com o desenvolvimento do renovado pensamento cl\u00e1ssico filos\u00f3fico, e consequentemente, teol\u00f3gico\/antropol\u00f3gico, que se expandia pela Europa, fundaram, em 1517, o col\u00e9gio de S\u00e3o Tom\u00e1s junto ao seu convento em Lisboa, o qual n\u00e3o estaria incorporado na Universidade e destinar-se-ia somente como estudo geral para as comunidades dominicanas<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>. Os estudos e as novas ideias foram-se aprofundando e as necessidades de forma\u00e7\u00e3o de igual forma, obtendo-se resposta que culminaria na funda\u00e7\u00e3o do primeiro col\u00e9gio universit\u00e1rio dominicano, a 16 de Outubro de 1539<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>, expressando um vanguardismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s decis\u00f5es emanadas do Conc\u00edlio de Trento (1545-1563), convocado pelo Papa Paulo III.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Est\u00e1vamos num s\u00e9culo de renova\u00e7\u00e3o eclesi\u00e1stica e espiritual, mas tamb\u00e9m de renova\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, social, econ\u00f3mica e cient\u00edfica porque o Mundo alargava-se a outros contornes e a arcaica vis\u00e3o fantasmag\u00f3rica da envolvente para l\u00e1 do continente europeu despeda\u00e7a-se: \u201c&#8230; os Descobrimentos n\u00e3o foram apenas uma fonte da cultura vivida de alguns estratos do povo portugu\u00eas. Para os intelectuais ligados \u00e0s coisas do mar, foram tamb\u00e9m um est\u00edmulo poderoso de reflex\u00e3o e rectifica\u00e7\u00e3o de ideias feitas no decurso dos s\u00e9culos. E a sua influ\u00eancia foi mais longe ainda, orientando os esp\u00edritos no sentido das coisas e do conhecimento cient\u00edfico independente da escol\u00e1stica e at\u00e9 do pr\u00f3prio humanismo\u201d<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a>. Todas as contesta\u00e7\u00f5es humanistas dos arqu\u00e9tipos medievais ganham consist\u00eancia e vigor com os contactos proporcionados pelas viagens mar\u00edtimas e uma revolu\u00e7\u00e3o cultural e ideol\u00f3gica \u00e9 iminente, obrigando a novas defini\u00e7\u00f5es sociais, religiosas e culturais, ou seja teol\u00f3gicas e antropol\u00f3gicas, mas \u201ca tradi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica e filos\u00f3fica desde os pr\u00e9-socr\u00e1ticos a S\u00e3o Tom\u00e1s de Aquino n\u00e3o constitui, para o pensamento cient\u00edfico e filos\u00f3fico do s\u00e9culo XVI, um museu do passado mas sim, bem pelo contr\u00e1rio, um imenso tesouro do presente. Esta situa\u00e7\u00e3o em que o passado \u00e9 registo de presen\u00e7a presente e n\u00e3o mat\u00e9ria de hist\u00f3ria passada ocorre porque em \u00faltima inst\u00e2ncia, o horizonte epist\u00e9mico destas idades (Antiguidade, Medievalidade e Renascimento) \u00e9, no essencial, o mesmo&#8230;\u201d<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>. Os dominicanos\u00a0 acompanharam esta (r)evolu\u00e7\u00e3o humanista e muitos dos seus estudiosos contribu\u00edram para o desenvolvimento de v\u00e1rias ideias que se compunham: os estudos sobre a esfericidade da Terra em Salamanca iam ao encontro das ideias de navega\u00e7\u00e3o de Crist\u00f3v\u00e3o Colombo; em It\u00e1lia foram reunidas grandes cole\u00e7\u00f5es bibliotec\u00e1rias e constru\u00eddas enormes bibliotecas conventuais dominicanas e Savonarola incutiu o estudo de outras l\u00ednguas como o hebreu, o \u00e1rabe e o caldeu<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a> \u00e0 imagem do advogado na obra <em>O Cortes\u00e3o<\/em> de Baltasar Castiglione. Por outro lado, os Pregadores tentaram adaptar uma nova liturgia e conce\u00e7\u00e3o religiosa no seguimento da renova\u00e7\u00e3o quatrocentista, fundando confrarias dedicadas a Jesus, a Maria, como \u00e9 claro exemplo a Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, cria\u00e7\u00e3o dom\u00ednica, e a S\u00e3o Domingos e desenvolveram o c\u00e2ntico dos hinos marianos<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a>. Com o advento do humanismo, bem marcado em muitos pa\u00edses europeus, os dominicanos come\u00e7aram a decair, mas com perseveran\u00e7a e empenho adaptaram-se \u00e0 nova sociedade e cosmogonia, nomeadamente a partir do Conc\u00edlio de Trento. Conquanto, a carater\u00edstica da prega\u00e7\u00e3o e da pobreza, ap\u00f3s algumas diverg\u00eancias, decaiu a favor do apostolado intelectual.<\/p>\n<hr \/>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Imagem: Bras\u00e3o de D. Pedro sob o Sol Dominicano<\/h6>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Sobre esta tem\u00e1tica desenvolveremos numa futura publica\u00e7\u00e3o sobre a funda\u00e7\u00e3o do mosteiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Frei Lu\u00eds de Sousa, <em>Hist\u00f3ria de S\u00e3o Domingos<\/em>, Porto, Lello e irm\u00e3os, 1977, p. 921. Sobre a separa\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o da prov\u00edncia de Portugal este autor tamb\u00e9m nos d\u00e1 um relato, mas estamos em desacordo com as datas propostas porque aquele parte do ano de 1415 como sendo o t\u00e9rmino do Cisma do Ocidente e na realidade apenas houve consenso entre apoiantes do Vaticano e de Avinh\u00e3o no ano de 1417.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Urbano V \u00e9 considerado Papa Romano apesar de ter residido em Avinh\u00e3o, ainda antes do in\u00edcio do Grande Cisma do Ocidente. O Papa que provoca o cisma \u00e9 Urbano VI (1378-1389) por se recusar a viver e reconhecer Avinh\u00e3o como sede papal. A restaura\u00e7\u00e3o de Roma como Cidade Santa e sede papal tinha j\u00e1 sido tomada pelo seu antecessor Greg\u00f3rio XI (1370-1378) com clara influ\u00eancia da dom\u00ednica Santa Catarina de Siena (1347-1380).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> William A. Hinnebusch, <em>Breve hist\u00f3ria da Ordem dos Pregadores, <\/em>Porto, Secretaria da Fam\u00edlia Dominicana, 1985, pp. 86-87.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> William A. Hinnebusch, <em>Breve hist\u00f3ria da Ordem dos Pregadores, <\/em>Porto, Secretaria da Fam\u00edlia Dominicana, 1985, p. 108.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> Johan Huizinga \u2013 <em>O decl\u00ednio da Idade M\u00e9dia<\/em>. Braga. Editora Ulisseia. 1996. p. 187.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Jos\u00e9 Sebasti\u00e3o da Silva Dias \u2013 \u201cOs dominicanos e a filosofia em Portugal no s\u00e9culo XVI\u201d. in <em>Actas do II encontro sobre hist\u00f3ria dominicana<\/em>. Vol. III, Tomo 2. Porto. Arquivo Hist\u00f3rico Dominicano Portugu\u00eas. 1984. pp. 197-198.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Manuel Lopes de Almeida \u2013 \u201cM\u00e9ritos e dem\u00e9ritos da hist\u00f3ria dominicana em Portugal. in <em>Actas do I Encontro sobre hist\u00f3ria dominicana<\/em>. Porto. Arquivo Hist\u00f3rico Dominicano Portugu\u00eas. 1979. Vol. II. pp. 20-21.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Jos\u00e9 Sebasti\u00e3o da Silva Dias \u2013 <em>Os Descobrimentos e a problem\u00e1tica cultural do s\u00e9culo XVI<\/em>. Lisboa. Editorial Presen\u00e7a. 1988. 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o. p. 77.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Lu\u00eds Filipe Barreto \u2013 <em>Caminhos do saber no renascimento portugu\u00eas. Estudos de hist\u00f3ria e teoria da cultura<\/em>. Lisboa. Imprensa Nacional Casa da Moeda. 1986. p. 27<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> William A. Hinnebusch, <em>Breve hist\u00f3ria da Ordem dos Pregadores, <\/em>Porto, Secretaria da Fam\u00edlia Dominicana, 1985, pp. 121-123.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> William A. Hinnebusch, <em>Breve hist\u00f3ria da Ordem dos Pregadores, <\/em>Porto, Secretaria da Fam\u00edlia Dominicana, 1985, pp. 56-57.<\/p>\n<hr \/>\n<h6 style=\"padding-left: 240px; text-align: justify;\">*Licenciado em Hist\u00f3ria de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra: Mestre em Patrim\u00f3nio e Turismo pela Universidade do Minho; Professor; Formador de professores na \u00e1rea da Hist\u00f3ria de Arte; Investigador de hist\u00f3ria e patrim\u00f3nio local, nomeadamente de Arte Sacra, escrevendo assiduamente artigos para diversas publica\u00e7\u00f5es, como as revistas Terras de Antu\u00e3, Albergue e Cucujanis.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um olhar sobre<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":16904,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[200,201,199],"tags":[],"class_list":["post-16903","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-antonio-leandro","category-jubileu-da-catedral","category-um-olhar-sobre-o-patrimonio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16903","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16903"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16903\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16906,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16903\/revisions\/16906"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16904"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16903"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16903"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16903"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}