{"id":16771,"date":"2023-12-12T07:00:46","date_gmt":"2023-12-12T07:00:46","guid":{"rendered":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/?p=16771"},"modified":"2024-01-03T10:52:31","modified_gmt":"2024-01-03T10:52:31","slug":"um-olhar-sobre-o-patrimonio-2-a-pretexto-dos-600-anos-da-catedral-antonio-leandro-mensagem-dominicana-a-chegada-ao-territorio-portugues","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/um-olhar-sobre-o-patrimonio-2-a-pretexto-dos-600-anos-da-catedral-antonio-leandro-mensagem-dominicana-a-chegada-ao-territorio-portugues\/","title":{"rendered":"Um olhar sobre o patrim\u00f3nio | 2 | A pretexto dos 600 anos da Catedral &#8211; Ant\u00f3nio Leandro: MENSAGEM DOMINICANA: A CHEGADA AO TERRIT\u00d3RIO PORTUGU\u00caS"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Um olhar sobre o patrim\u00f3nio<\/strong> | <em>A pretexto dos 600 anos da catedral\u00a0<\/em><\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Ant\u00f3nio Leandro*<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os dominicanos apropinquaram a Portugal no ano de 1217 atrav\u00e9s de Frei Sueiro Gomes (o qual foi um dos iniciadores da comunidade e primeiro Provincial da Ordem na Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>) enviado por Domingos de Gusm\u00e3o para a Hisp\u00e2nia, tal como Frei Pedro de Madrid, Frei Miguel de Ucero e Frei Domingos, &#8220;O pequeno&#8221;<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a>, e logo no ano seguinte parece ter fundado um convento na airosa Serra de Montejunto, nas proximidades de Alenquer<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>. Todavia, n\u00e3o h\u00e1 consenso quanto \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o do primeiro cen\u00f3bio, porque Ant\u00f3nio Ros\u00e1rio afirma que o primeiro convento dominicano foi fundado na cidade de Santar\u00e9m nesse mesmo ano de 1218<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>, o que de alguma forma est\u00e1 mais de acordo com a carater\u00edstica de comunidade religiosa urbana porque Santar\u00e9m, seria, \u00e0 \u00e9poca, uma das cidades mais populosas de Portugal. Por outro lado, Sousa Costa afirma que o primeiro mosteiro foi fundado em 1217 pr\u00f3ximo de Alenquer e transferido para Santar\u00e9m em 1225<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>. Quanto ao segundo mosteiro da ordem, j\u00e1 com certezas mais firmes, foi levantado na cidade de Coimbra, encontrando-se j\u00e1 constru\u00eddo no ano de 1227<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>. Todavia, os frades dominicanos j\u00e1 pregavam e j\u00e1 se tinham humildemente instalado na cidade do Mondego desde 1218<a href=\"#_ftn7\" name=\"_ftnref7\">[7]<\/a>, pois foi neste mesmo ano que o Bispo de Coimbra, D. Pedro Soares (o mesmo que denunciou D. Sancho I \u00e0 C\u00faria Papal de este monarca se aconselhar com uma feiticeira albergada na sua pr\u00f3pria corte) autorizou a Frei Sueiro Gomes a pr\u00e9dica aos dominicanos nas \u00e1reas sob sua jurisdi\u00e7\u00e3o, permitindo que repreendessem os excessos a\u00ed cometidos<a href=\"#_ftn8\" name=\"_ftnref8\">[8]<\/a>. A expans\u00e3o dos pregadores e o combate \u00e0s heresias e excessos levou \u00e0 concep\u00e7\u00e3o dos <em>decretos laicales<\/em> e abriu hostilidades entre o Provincial dos dominicanos e o rei D. Afonso II que proibira os Estatutos ao frade dominicano<a href=\"#_ftn9\" name=\"_ftnref9\">[9]<\/a> porque o monarca, querendo centralizar o seu poder, apoiava-se em juristas e not\u00e1rios de forma a combater o poderio dos senhores feudais, essencialmente a Norte do Mondego, e dos senhorios eclesi\u00e1sticos, n\u00e3o querendo reconhecer a lei can\u00f3nica e pontif\u00edcia como dominante \u00e0 r\u00e9gia e, de facto, \u201c&#8230; n\u00e3o se pode esquecer que os principais protagonistas destas lutas eram canonistas c\u00e9lebres e que, por isso mesmo, estavam dispostos a lutar at\u00e9 ao fim pela aplica\u00e7\u00e3o em territ\u00f3rio portugu\u00eas de muitas pr\u00e1ticas can\u00f3nicas que se difundiram mais cedo, mas tamb\u00e9m mais lentamente, noutros territ\u00f3rios da Cristandade\u201d<a href=\"#_ftn10\" name=\"_ftnref10\">[10]<\/a>, mas, por outro lado \u201c&#8230; compreendendo-se que o rei reagisse desfavoravelmente \u00e0 doutrina curialista e n\u00e3o tolerasse o exerc\u00edcio, por parte da autoridade eclesi\u00e1stica, de poderes temporais que podiam ir desde a puni\u00e7\u00e3o at\u00e9 ao confisco dos bens\u201d<a href=\"#_ftn11\" name=\"_ftnref11\">[11]<\/a>. Conquanto, a import\u00e2ncia social e o apre\u00e7o que as comunidades civis come\u00e7aram a nutrir por frades dominicanos culminou em se fazer sentir no seio da fam\u00edlia real, como se pode verificar nos reinados de D. Afonso III e de D. Dinis e de forma bastante mais vincada na \u00cdnclita Gera\u00e7\u00e3o. Anteriormente, ainda no reinado de D. Sancho II tinham sido fundados os mosteiros das cidades do Porto, em 1238, e de Lisboa, no ano de 1241.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c0 chegada destes frades n\u00e3o deve ter sido alheia as \u201cCruzadas do Ocidente\u201d porque, no ano da vinda para o nosso territ\u00f3rio destes novos frades, seria alindada a Cruzada para liberta\u00e7\u00e3o definitiva de Alc\u00e1cer do Sal do jugo dos infi\u00e9is, no reinado de D. Afonso II, falecido em 1223, com relevante import\u00e2ncia dos frades cavaleiros da Ordem de Santiago de Espada. Os dominicanos, bem como os franciscanos, tinham como uma das suas principais tarefas a evangeliza\u00e7\u00e3o, nomeadamente das comunidades urbanas, apresentando-se o sul do atual territ\u00f3rio nacional, ent\u00e3o sob dom\u00ednio mu\u00e7ulmano, como uma zona desej\u00e1vel para aquelas duas ordens mendicantes porque os seus centros urbanos eram populosos e detinham um desenvolvimento superior \u00e0 regi\u00e3o crist\u00e3 \u201c&#8230; com actividades econ\u00f3micas que poder\u00edamos classificar de mais modernas do que as do Norte, isto \u00e9, com uma economia mais produtiva e de trocas mais intensas&#8230;\u201d<a href=\"#_ftn12\" name=\"_ftnref12\">[12]<\/a>, pois se inicialmente as ordens mendicantes se excluem das santas a\u00e7\u00f5es b\u00e9licas, continuando o seu caracter apost\u00f3lico e mission\u00e1rio, posteriormente o sentido de Cruzada \u201c&#8230; \u00e9 reabsorvido e transformado por duas grandes institui\u00e7\u00f5es nascentes que respondem \u00e0s necessidades duma nova sociedade: a Ordem dos Pregadores e a Ordem dos Frades Menores\u201d<a href=\"#_ftn13\" name=\"_ftnref13\">[13]<\/a>. Entre os anos de 1271 e 1278, no reinado de D. Afonso III, erigiu-se o mosteiro de S\u00e3o Domingos em Guimar\u00e3es, urbe que durante longas cent\u00farias seria um dos mais importantes centros econ\u00f3micos e de poder, rivalizando com a sede episcopal bracarense. No ano de 1298, durante a vig\u00eancia do Rei Poeta, D. Dinis, sabemos que o convento para os frades pregadores come\u00e7a a ser levantado na cidade de \u00c9vora, prova suficiente que esta jovem congrega\u00e7\u00e3o religiosa procurava os centros urbanos, cidades ou vilas, como local privilegiado para a sua prega\u00e7\u00e3o. Durante os tr\u00eas s\u00e9culos seguintes a dissemina\u00e7\u00e3o dos pregadores fez-sentir por todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 neste contexto de novas car\u00eancias e de reitera\u00e7\u00e3o apost\u00f3lica e espiritual que \u201c&#8230;em diversos centros urbanos, implantaram-se estas duas Ordens Mendicantes, que muito contribu\u00edram para a renova\u00e7\u00e3o espiritual das popula\u00e7\u00f5es, atrav\u00e9s da prega\u00e7\u00e3o e do seu testemunho evang\u00e9lico de pobreza, obedi\u00eancia e castidade, n\u00e3o deixando de concitar a animosidade de outras institui\u00e7\u00f5es, em especial do clero secular&#8230;\u201d<a href=\"#_ftn14\" name=\"_ftnref14\">[14]<\/a>. Rapidamente foram-se levantando mais cen\u00f3bios dominicanos e a sua import\u00e2ncia foi crescendo, patente na entrega do Mosteiro de Santa Maria da Vit\u00f3ria, na Batalha, por D. Jo\u00e3o I \u00e0queles religiosos, mas Frei Vicente de Lisboa, confessor do pr\u00f3prio rei e Jo\u00e3o das Regras, bastante amigo daqueles frades, devem ter exercido a sua influ\u00eancia. Os frades dominicanos vimaranenses fundariam, em 1424, um convento em Vila Real. No ano anterior, em 1423, chegaram a Aveiro pela m\u00e3o do Duque de Coimbra e Senhor de Aveiro, o Infante D. Pedro, filho de D. Jo\u00e3o I, erigindo o seu cen\u00f3bio no espa\u00e7o que viria a dar lugar \u00e0 atual catedral aveirense. Pouco depois, em 1462, fundar-se-ia o mosteiro feminino, espa\u00e7o que d\u00e1 hoje luz ao Museu de Santa Joana, sendo as duas primeiras comunidades religiosas regulares da ent\u00e3o vila de Aveiro.<\/p>\n<hr \/>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Imagem anexa: Bras\u00e3o da Ordem de S\u00e3o Domingos na Capela de Nossa Senhora dos Prazeres na atual S\u00e9 de Aveiro<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Francisco da Gama Caeiro \u2013 \u201cOs prim\u00f3rdios dos frades pregadores em Portugal. Enquadramento hist\u00f3rico-cultural\u201d. in <em>Actas do II encontro sobre hist\u00f3ria dominicana<\/em>. Vol. III, Tomo 1. Porto. Arquivo Hist\u00f3rico Dominicano Portugu\u00eas. 1984. p. 161.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Ant\u00f3nio Ros\u00e1rio, &#8220;Prim\u00f3rdios dominicanos em Portugal&#8221;, em separata <em>Bracara Augusta<\/em>, vol. XVIII\/XIX, n.\u00ba 41\/42, Braga, 1965, p. 7.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Frei Lu\u00eds de Sousa, <em>Hist\u00f3ria de S\u00e3o Domingos<\/em>, Porto, Lello e irm\u00e3os, 1977, p. 49.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Ant\u00f3nio Ros\u00e1rio, &#8220;Prim\u00f3rdios dominicanos em Portugal&#8221;, em separata <em>Bracara Augusta<\/em>, vol. XVIII\/XIX, n.\u00ba 41\/42, Braga, 1965, pp. 17-19.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> Ant\u00f3nio Domingues de Sousa Costa \u2013 s.v. \u201cDominicanos&#8221;. in <em>Dicion\u00e1rio de Hist\u00f3ria de Portugal, <\/em>direc\u00e7\u00e3o de Joel Serr\u00e3o, vol. V, Porto, Livraria Figueirinhas, 1985, p. 334. Jos\u00e9 Marques \u2013 \u201cA evolu\u00e7\u00e3o religiosa\u201d. in <em>Nos confins da Idade M\u00e9dia. Arte portuguesa dos s\u00e9culos XII-XV<\/em> (cat\u00e1logo). Coordena\u00e7\u00e3o de Maria Ant\u00f3nia Pinto de Matos. Porto. Secretaria de Estado da Cultura\/Instituto Portugu\u00eas de Museus. 1992. p. 61 segue esta mesma ideia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> O extinto edif\u00edcio do Mosteiro de S\u00e3o Domingos em Coimbra \u00e9 hoje o Shopping Sofia na rua com o mesmo nome.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref7\" name=\"_ftn7\">[7]<\/a> Maria Helena da Cruz Coelho e Jo\u00e3o Jos\u00e9 da Cunha Matos, &#8220;O Convento Velho de S. Domingos em Coimbra. Contributo para a sua hist\u00f3ria&#8221; em <em>Actas do II Encontro sobre Hist\u00f3ria Dominicana<\/em>, Vol. III, Tomo 2, Porto, Arquivo Hist\u00f3rico Dominicano Portugu\u00eas, 1984, pp. 43-44 e Ant\u00f3nio Ros\u00e1rio, &#8220;Prim\u00f3rdios dominicanos em Portugal&#8221;, em separata <em>Bracara Augusta<\/em>, vol. XVIII\/XIX, n.\u00ba 41\/42, Braga, 1965, pp. 19-20.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref8\" name=\"_ftn8\">[8]<\/a> Francisco da Gama Caeiro \u2013 \u201cOs prim\u00f3rdios dos frades pregadores em Portugal. Enquadramento hist\u00f3rico-cultural\u201d. in <em>Actas do II encontro sobre hist\u00f3ria dominicana<\/em>. Vol. III, Tomo 1. Porto. Arquivo Hist\u00f3rico Dominicano Portugu\u00eas. 1984. p. 166.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref9\" name=\"_ftn9\">[9]<\/a> Ant\u00f3nio Ros\u00e1rio, &#8220;Prim\u00f3rdios dominicanos em Portugal&#8221;, em separata <em>Bracara Augusta<\/em>, vol. XVIII\/XIX, n.\u00ba 41\/42, Braga, 1965, p. 17.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref10\" name=\"_ftn10\">[10]<\/a> Jos\u00e9 Mattoso \u2013 \u201cOrienta\u00e7\u00f5es da cultura portuguesa no princ\u00edpio do s\u00e9culo XIII\u201d. in <em>Portugal medieval. Novas interpreta\u00e7\u00f5es<\/em>. Lisboa. Imprensa Nacional \u2013 Casa da Moeda. 1992. 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. p. 233.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref11\" name=\"_ftn11\">[11]<\/a> Francisco da Gama Caeiro \u2013 \u201cOs prim\u00f3rdios dos frades pregadores em Portugal. Enquadramento hist\u00f3rico-cultural\u201d. in <em>Actas do II encontro sobre hist\u00f3ria dominicana<\/em>. Vol. III, Tomo 1. Porto. Arquivo Hist\u00f3rico Dominicano Portugu\u00eas. 1984. p. 168.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref12\" name=\"_ftn12\">[12]<\/a> Jos\u00e9 Mattoso \u2013 \u201cO enquadramento social e econ\u00f3mico das primeiras funda\u00e7\u00f5es franciscanas\u201d. in <em>Portugal medieval. Novas interpreta\u00e7\u00f5es<\/em>. Lisboa. Imprensa Nacional \u2013 Casa da Moeda. 1992. 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o. p. 332. Apesar de neste cap\u00edtulo citado este historiador debru\u00e7ar-se mais sobre os franciscanos, as explica\u00e7\u00f5es que fornece relativamente \u00e0 atra\u00e7\u00e3o daqueles frades pelos grandes centros urbanos podem aplicar-se aos cl\u00e9rigos mendicantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref13\" name=\"_ftn13\">[13]<\/a> Francisco da Gama Caeiro \u2013 \u201cOs prim\u00f3rdios dos frades pregadores em Portugal. Enquadramento hist\u00f3rico-cultural\u201d. in <em>Actas do II encontro sobre hist\u00f3ria dominicana<\/em>. Vol. III, Tomo 1. Porto. Arquivo Hist\u00f3rico Dominicano Portugu\u00eas. 1984. p. 161.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"#_ftnref14\" name=\"_ftn14\">[14]<\/a> Jos\u00e9 Marques \u2013 \u201cA evolu\u00e7\u00e3o religiosa\u201d. in <em>Nos confins da Idade M\u00e9dia. Arte portuguesa dos s\u00e9culos XII-XV<\/em> (cat\u00e1logo). Coordena\u00e7\u00e3o de Maria Ant\u00f3nia Pinto de Matos. Porto. Secretaria de Estado da Cultura\/Instituto Portugu\u00eas de Museus. 1992. p. 61.<\/p>\n<hr \/>\n<h6 style=\"padding-left: 240px; text-align: justify;\">*Licenciado em Hist\u00f3ria de Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra: Mestre em Patrim\u00f3nio e Turismo pela Universidade do Minho; Professor; Formador de professores na \u00e1rea da Hist\u00f3ria de Arte; Investigador de hist\u00f3ria e patrim\u00f3nio local, nomeadamente de Arte Sacra, escrevendo assiduamente artigos para diversas publica\u00e7\u00f5es, como as revistas Terras de Antu\u00e3, Albergue e Cucujanis.<\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um olhar sobre<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":16772,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[200,201,199],"tags":[],"class_list":["post-16771","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-antonio-leandro","category-jubileu-da-catedral","category-um-olhar-sobre-o-patrimonio"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16771","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=16771"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16771\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":16907,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/16771\/revisions\/16907"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16772"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=16771"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=16771"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=16771"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}