{"id":14594,"date":"2022-06-02T17:17:18","date_gmt":"2022-06-02T16:17:18","guid":{"rendered":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/?p=14594"},"modified":"2022-06-02T17:21:29","modified_gmt":"2022-06-02T16:21:29","slug":"aveirenses-ilustres-carolina-homem-cristo-a-alma-da-revista-eva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/aveirenses-ilustres-carolina-homem-cristo-a-alma-da-revista-eva\/","title":{"rendered":"Aveirenses ilustres | Carolina Homem Cristo \u2013 A \u201calma\u201d da revista \u201cEva\u201d"},"content":{"rendered":"<p><em>Aveirenses Ilustres<\/em><\/p>\n<h2 style=\"text-align: center;\">Carolina Homem Cristo \u2013 A \u201calma\u201d da revista \u201cEva\u201d<\/h2>\n<p style=\"text-align: center;\">Cardoso Ferreira (textos)<\/p>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Parceria com o<a href=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cv\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"> Correio do Vouga<\/a><\/h6>\n<hr \/>\n<h6 style=\"text-align: justify;\">Carolina Homem Cristo (1895-1980) iniciou a sua liga\u00e7\u00e3o \u00e0 imprensa com apenas 14 anos de idade, mas ficou para a hist\u00f3ria do jornalismo portugu\u00eas por ter dirigido, durante d\u00e9cadas, a revista \u201cEva\u201d \u2013 Jornal da Mulher e do Lar\u201d.<\/h6>\n<p style=\"text-align: justify;\">Filha do ilustre aveirense Francisco Homem Cristo, Carolina Homem Cristo nasceu em Lisboa, no dia 13 de mar\u00e7o de 1895, e faleceu na cidade de Aveiro, em 27 de janeiro de 1980.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi precisamente no jornal \u201cO Povo de Aveiro\u201d, fundado e dirigido pelo seu pai, que Carolina Homem Cristo, ent\u00e3o com apenas 14 anos de idade, iniciou longa atividade ligada \u00e0 imprensa, tendo-se distinguido como diretora e editora da revista \u201cEva. Jornal da Mulher e do Lar\u201d, cargo que exerceu durante cerca de quatro d\u00e9cadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda muito jovem, Carolina tamb\u00e9m colaborou com o \u201cJornal das Senhoras\u201d, sob o pseud\u00f3nimo de \u201cAlfacinha\u201d. Depois passou a colaborar com o \u201cNot\u00edcias Ilustrado\u201d e com o suplemento feminino de \u201cO S\u00e9culo\u201d, intitulado \u201cModas &amp; Bordados\u201d, revista de que foi diretora entre abril de 1925 e outubro de 1926.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0Entre 1928 e 1935, Carolina Homem Cristo teve o seu nome ligado a \u201cO Not\u00edcias Ilustrado\u201d, um jornal publicado semanalmente pelo \u201cDi\u00e1rio de Not\u00edcias\u201d e propriedade da Empresa do Di\u00e1rio de Not\u00edcias, que tinha como diretor, editor e diretora gerente, o cineasta Leit\u00e3o de Barros, Ant\u00f3nio das Neves Carneiro e Carolina Homem Cristo, respetivamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No per\u00edodo em que esteve ligada ao \u201cDi\u00e1rio de Not\u00edcias\u201d, em 1930, organizou a excurs\u00e3o dos funcion\u00e1rios superiores desse jornal, com a dura\u00e7\u00e3o de tr\u00eas dias, a qual passou por Aveiro (com um passeio pela Ria), Curia, Luso, Bussaco, S. Pedro do Sul e Vouzela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Revista \u201cEva. Jornal da Mulher e do Lar\u201d<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-14596\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-capa-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"315\" height=\"236\" srcset=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-capa-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-capa-300x225.jpg 300w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-capa-768x576.jpg 768w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-capa-600x450.jpg 600w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-capa-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-capa-2048x1536.jpg 2048w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-capa-1320x990.jpg 1320w\" sizes=\"auto, (max-width: 315px) 100vw, 315px\" \/>Fundada em 1935, a revisa \u201cEva. Jornal da Mulher e do Lar\u201d publicou-se at\u00e9 1989, longevidade que muito se ficou a dever a Carolina Homem Cristo, que foi sua diretora e propriet\u00e1ria durante cerca de quatro d\u00e9cadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A primeira diretora da revista foi Helena Arag\u00e3o. Em 1930 e 1931, a dire\u00e7\u00e3o esteve a cargo das irm\u00e3s Helena e Mamia Roque Gameiro, ambas artistas pl\u00e1sticas, filha do tamb\u00e9m artista pl\u00e1stico Roque Gameiro. No ano de 1933, Carolina assumiu a dire\u00e7\u00e3o da revista, dirigindo-a praticamente at\u00e9 \u00e0 sua morte, em 1980, ainda que o seu nome tenha sido omitido do p\u00fablico no primeiro ano da sua dire\u00e7\u00e3o, o qual apareceu pela primeira vez no cabe\u00e7alho da revista com a publica\u00e7\u00e3o da edi\u00e7\u00e3o de Natal de 1932. Este primeiro grande n\u00famero de Natal s\u00f3 foi poss\u00edvel realizar gra\u00e7as \u00e0 resist\u00eancia da diretora, que decidiu empenhar os pr\u00f3prios haveres como garantia do \u00eaxito desse n\u00famero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A partir da\u00ed a revista teve tiragens maiores e promoveu relevantes iniciativas, entre as quais, a Escola T\u00e9cnica das Donas de Casa, as festas de caridade, os Bailes de Alta Costura, os \u201cR\u00e9veillons\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, em 26 de maio de 1939, \u00e9 comunicado o fim da \u201cEva\u201d, que terminaria no \u00faltimo dia desse m\u00eas, devido a uma altera\u00e7\u00e3o dos acionistas da empresa propriet\u00e1ria, levando ao despedimento dos corpos dirigentes, entre os quais, Carolina Homem Cristo. Como a empresa propriet\u00e1ria da revista pretendia encerr\u00e1-la, e tamb\u00e9m como Carolina n\u00e3o tinha profiss\u00e3o alternativa, esta decidiu adquirir a totalidade das quotas da empresa, passando a ser a sua propriet\u00e1ria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para ultrapassar alguns obst\u00e1culos, financeiros e burocr\u00e1ticos, surgidos nesses primeiros anos em que foi propriet\u00e1ria da revista, Carolina recorreu a Bissaya Barreto, o qual, para al\u00e9m de ser seu m\u00e9dico e amigo, tinha grande influ\u00eancia junto do governo. Colaborou em algumas iniciativas deste m\u00e9dico de Coimbra, como na organiza\u00e7\u00e3o das festas de inaugura\u00e7\u00e3o do Hospital Sanat\u00f3rio da Col\u00f3nia Portuguesa do Brasil (atual Hospital dos Cov\u00f5es) e do Parque Infantil de Coimbra, tendo tamb\u00e9m enviado casaquinhos para os meninos do Ninho dos Pequeninos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No \u00e2mbito do vig\u00e9simo anivers\u00e1rio da revista, Joaquim Manso, ent\u00e3o diretor do \u201cDi\u00e1rio de Lisboa\u201d, referiu que Carolina Homem Christo conseguiu revolucionar o jornalismo feminino com a sua revista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar da amizade com Bissaya Barreto, o certo \u00e9 que a revista \u201cEva\u201d teve alguns problemas com a censura e com o Estado Novo, o que inviabilizou a concretiza\u00e7\u00e3o de alguns projetos que Carolina Homem Cristo tinha para a revista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O pai como professor prim\u00e1rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Referindo-se ao seu pai, na revista EVA, de abril de 1943, Carolina Homem Cristo escreveu: \u201cCom os seus exageros, ensinou-me a ler tinha eu tr\u00eas anos. Todos os filhos o tiveram como professor prim\u00e1rio. Aprendi o nome de Jo\u00e3o de Deus nas suas li\u00e7\u00f5es, diante da Cartilha Maternal\u201d. E, mais adiante, relata: \u201cQuando dava aulas aos soldados do Regimento de Infantaria n.\u00ba 14, em Viseu, onde era capit\u00e3o, e eles esbarravam numa palavra, se me tinha por perto, pegava-me ao colo, punha-me em cima da mesa, diante da Cartilha que era do meu tamanho, e mandava-me ler a mim. Eu lia, eles pasmavam, e ele estimulava-os com o meu exemplo\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h5 style=\"text-align: justify;\">Suplemento de 24 p\u00e1ginas dedicado a Aveiro<\/h5>\n<h5 style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-14597\" src=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-suplemento-768x1024.jpg\" alt=\"\" width=\"147\" height=\"196\" srcset=\"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-suplemento-768x1024.jpg 768w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-suplemento-225x300.jpg 225w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-suplemento-600x800.jpg 600w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-suplemento-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-suplemento-1536x2048.jpg 1536w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-suplemento-1320x1760.jpg 1320w, https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-content\/uploads\/2022\/06\/EVA-suplemento-scaled.jpg 1920w\" sizes=\"auto, (max-width: 147px) 100vw, 147px\" \/><\/h5>\n<h5 style=\"text-align: justify;\">A edi\u00e7\u00e3o de novembro de 1965 inseriu um suplemento de 24 p\u00e1ginas sobre Aveiro, sendo a capa da revista totalmente dedicada \u00e0 Igreja de Jesus, no Museu de Aveiro\/ Santa Joana. \u201cAveiro, uma das regi\u00f5es mais belas e coloridas de Portugal\u201d era o t\u00edtulo desse suplemento ilustrado e a cores, o qual era uma \u201cedi\u00e7\u00e3o da revista EVA realizada com o patroc\u00ednio do Governo Civil, e a colabora\u00e7\u00e3o da C\u00e2mara Municipal, Junta Distrital, Comiss\u00e3o de Turismo, Gr\u00e9mio do Com\u00e9rcio da cidade de Aveiro\u201d. As fotos eram de Ant\u00f3nio Homem Cristo e de Eduardo Gageiro.<\/h5>\n<h4 style=\"text-align: justify;\"><\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Colabora\u00e7\u00e3o de Carolina Homem Cristo na revista dos Bombeiros Velhos<\/h3>\n<h5 style=\"text-align: justify;\"><strong>Excertos do texto de Carolina Homem Cristo, escrito em Lisboa, no m\u00eas de janeiro de 1957, e publicado na revista comemorativa dos 75 anos Associa\u00e7\u00e3o Humanit\u00e1ria dos Bombeiros Volunt\u00e1rios \u2013 Bombeiros Velhos de Aveiro.<\/strong><\/h5>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cChamam-me de Aveiro, minha terra espiritual, para que colabore com meia d\u00fazia de linhas neste festivo n\u00famero de anivers\u00e1rio\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cQue saberei eu dizer que possa interessar ao p\u00fablico Aveirense, ou \u00e0 simp\u00e1tica Associa\u00e7\u00e3o Humanit\u00e1ria dos Bombeiros Volunt\u00e1rios que comemora os seus 75 anos de altru\u00edsta actividade? [Posso] falar-lhes da minha saudade profunda da recuada \u00e9poca em que Aveiro n\u00e3o tinha r\u00e9clames a \u00abn\u00e9on\u00bb nem caf\u00e9s, e s\u00f3 \u00edamos ao cinema uma vez por semana ver fitas em 2, 3, e 4 epis\u00f3dios, que levavam um m\u00eas a correr e reuniam no Sal\u00e3o Nobre do antigo Teatro a fina flor da sociedade da terra em simp\u00e1tica e alegre cavaqueira?\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA minha saudade, bem entendido, n\u00e3o \u00e9 das ruas escalavradas de ent\u00e3o, do sil\u00eancio sepulcral que se observava \u00e0s 11 da noite quase de uma ponta \u00e0 outra da cidade, da escurid\u00e3o em que os nossos olhos mergulhavam e os nossos passos faziam eco ao sair de restrito ser\u00e3o familiar, ou das \u00abbichas\u00bb de caneca \u00e0 cabe\u00e7a em redor das fontes que haveriam de ench\u00ea-los num enervante \u00abpingue pingue\u00bb, que consumiu horas de vida a muita m\u00e3e de fam\u00edlia! N\u00e3o, gosto de luz, do movimento, do Progresso, e respiro fundo, em verdadeira satisfa\u00e7\u00e3o, sempre que chego a Aveiro e descubro uma nova rua, o esbo\u00e7o de um futuro bairro ou um bairro novo j\u00e1 a caminho, de bonito tra\u00e7ado, no qual predominam as casas elegantes, de boa arquitectura, sobretudo de bom gosto, como sucede, por exemplo, na nova zona do Liceu. Sigo a evolu\u00e7\u00e3o de Aveiro de olhos enternecidos como se seguem os passos de um filho que come\u00e7a a andar, primeiro cambaleante, depois firmando bem os p\u00e9s no ch\u00e3o, j\u00e1 consciente e senhor de si. E a cidade faz tal diferen\u00e7a nos \u00faltimos 15 anos, que por vezes dou comigo a querer reconstituir na minha mem\u00f3ria, um \u00e2ngulo duma rua, ou tal e tal s\u00edtio, sem conseguir, j\u00e1, faz\u00ea-lo com nitidez. Depois de uma paralisa\u00e7\u00e3o quase total de mais de 30 anos, ei-la ressurgida, caminhando na vanguarda da maioria das terras de prov\u00edncia, em profundo movimento de renova\u00e7\u00e3o que enche de alegria e orgulho quantos, pelo nascimento ou sentimento, podem considerar-se aveirenses, como eu. N\u00e3o \u00e9, pois, desse transposto per\u00edodo de decad\u00eancia que tenho saudades, n\u00e3o. \u00c9 desses grupos que j\u00e1 se n\u00e3o re\u00fanem no sal\u00e3o do teatro, das pessoas que conheci, dos rostos que me eram familiares e desapareceram para sempre, da saborosa intimidade que encontrava por todos os lados, das pedras da Costeira que conheciam os meus passos, das \u00e1leas do Jardim P\u00fablico onde passeei, vaidosa, os meus primeiros vestidos compridos, dos rapazes e raparigas desse tempo, da mocidade que se foi e n\u00e3o volta mais\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cA minha juventude e primeira mocidade passaram-se em Aveiro. A\u00ed desabrochei da adolesc\u00eancia, a\u00ed me fiz mulher, a\u00ed aprendi a trabalhar, lutar e sofrer. Na rude escola da vida que era a conviv\u00eancia com meu Pai, formei o esp\u00edrito, e moldei o car\u00e1cter. A Ele devo tudo o que sou, e no seu exemplo de entranhado amor \u00e0 terra em que nasceu, embora nem sempre compreendido, frutificaram as ra\u00edzes que me prendem a Aveiro e me levam a responder Presente! \u2014 neste momento, como sempre, ao apelo que me fazem, mesmo sem saber se correspondo ao que de mim se espera. \u00abPresente\u00bb agora, na festa da benem\u00e9rita Associa\u00e7\u00e3o Humanit\u00e1ria dos Bombeiros Volunt\u00e1rios de Aveiro a que desejaria ainda prestar homenagem daqui a 25 anos, e \u00abPresente\u00bb sempre que Aveiro de mim necessite\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aveirenses Ilustres Carolina<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":14595,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[64,65],"tags":[],"class_list":["post-14594","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-aveirenses-ilustres","category-cardoso-ferreira"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14594","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=14594"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14594\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":14599,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/14594\/revisions\/14599"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/14595"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14594"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14594"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=14594"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}