{"id":10348,"date":"2020-10-29T08:00:34","date_gmt":"2020-10-29T08:00:34","guid":{"rendered":"http:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/?p=10348"},"modified":"2020-09-21T09:59:50","modified_gmt":"2020-09-21T08:59:50","slug":"oratorio-peregrino-32-como-imitar-no-ceu-da-minha-alma-esta-ocupacao-dos-bem-aventurados-no-ceu-da-gloria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/oratorio-peregrino-32-como-imitar-no-ceu-da-minha-alma-esta-ocupacao-dos-bem-aventurados-no-ceu-da-gloria\/","title":{"rendered":"Orat\u00f3rio Peregrino | 32 | \u00abComo imitar, no c\u00e9u da minha alma, esta ocupa\u00e7\u00e3o dos bem-aventurados no C\u00e9u da gl\u00f3ria?\u00bb."},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><em><strong>Orat\u00f3rio Peregrino<\/strong><\/em><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right; padding-left: 360px;\">Um orat\u00f3rio \u00e0 maneira de um vi\u00e1tico para tempos de carestia<br \/>\nUma proposta desenvolvida em parceria com<\/h6>\n<p style=\"text-align: right; padding-left: 440px;\"><strong>Irm\u00e3s do Carmelo de Cristo Redentor &#8211; Aveiro<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"padding-left: 40px; text-align: center;\">XXXII Passo | \u00abComo imitar, no c\u00e9u da minha alma, esta ocupa\u00e7\u00e3o dos bem-aventurados no C\u00e9u da gl\u00f3ria?\u00bb.<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E hoje encontraremos, talvez ainda mais acentuados, dois aspectos do seu desejo de ser louvor de gl\u00f3ria: a sua <em>continuidade<\/em> (\u00abdia e noite sem repouso\u00bb, \u00abincessante\u00bb, por duas vezes, \u00abininterrupto\u00bb, um \u00abSanctus\u00bb perp\u00e9tuo) e a sua <em>intensa pureza<\/em>. Por isso, Isabel insiste uma vez mais na transforma\u00e7\u00e3o de si mesma em Deus: orar sup\u00f5e \u00absair de si mesma\u00bb e \u00abtransformar-se no Outro\u00bb. Para o fazer \u00abdignamente\u00bb, com a perfei\u00e7\u00e3o que Deus merece e que Isabel anseia, requer-se uma plena aten\u00e7\u00e3o amorosa: \u00abperder-se de vista a si mesmo\u00bb a fim de contemplar a Deus com uma \u00ablimpidez de olhar\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 certo que a nossa debilidade \u00e9 um facto. Algu\u00e9m da altura de Isabel da Trindade d\u00e1-se conta da sua \u00abincapacidade\u00bb (NI 15), e n\u00f3s experimentaremos ainda mais do que ela as fraquezas e as quedas de que nos falar\u00e1 mais \u00e0 frente (UR 31). Ela sabe que nem sempre o nosso louvor poder\u00e1 ser \u00abconsciente, pois a debilidade da natureza n\u00e3o lhe permite ter o olhar fixo em Deus sem se distrair\u00bb, mas a alma que est\u00e1 j\u00e1 transformada e por assim dizer \u00abtotalmente convertida em louvor e amor e apaixonada pela gl\u00f3ria do nosso Deus\u00bb vive em tudo o que faz \u00absob a ac\u00e7\u00e3o de Deus que realiza tudo nela\u00bb (CF 44).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje Isabel retoma o tema. \u00abO Esp\u00edrito\u00bb do \u00abPai\u00bb pode \u00abrobustecer\u00bb a nossa natureza limitada, mas se a entregamos inteiramente, de forma que \u00abCristo habite em n\u00f3s\u00bb e assim possamos viver \u00abenraizados e fundamentados no amor\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">A imagem das <em>ra\u00edzes<\/em> profundas (as boas, as do \u00abeu\u00bb bom!), tenazes, consistentes, estendidas, parece agradar muito a Isabel. Quando h\u00e1 um grande amor e uma grande f\u00e9, \u00aba alma penetra e vive nessas profundidades de Deus\u00bb: dali tira, pelas ra\u00edzes do amor e da f\u00e9, a seiva divina, a qualidade teologal dos seus actos. Ao estar inspirada e dirigida pela f\u00e9 e pelo amor, \u00abtudo nela rende homenagem ao Deus tr\u00eas vezes santo\u00bb, quer seja consciente de o fazer (como tanto o deseja Isabel, uma vez que o acto consciente \u00e9 ainda mais digno de Deus), quer n\u00e3o tenha consci\u00eancia disso. Nessas condi\u00e7\u00f5es, as ra\u00edzes v\u00e3o-se aprofundando cada vez mais: \u00abEssa alma \u201cenra\u00edza-se\u201d mais profundamente no seu Amado em todos e cada um dos seus sentimentos e aspira\u00e7\u00f5es, e por meio de todos e cada um dos seus actos, por mais vulgares que sejam\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">J\u00e1 vemos como nessa alma vida e ora\u00e7\u00e3o v\u00e3o juntas. E o campo que as une \u00e9 o amor. \u00abUnamo-nos para fazer dos nossos dias uma comunh\u00e3o cont\u00ednua \u2013 escreve \u00e0 sua jovem amiga Germana de Gemeaux \u2013. De manh\u00e3 despertemos no Amor, durante todo o dia entreguemo-nos ao Amor, quer dizer, fazendo a vontade de Deus, sob o seu olhar, com Ele, n\u2019Ele, s\u00f3 para Ele. D\u00eamo-nos em todo o tempo sob a forma que Ele quer. (&#8230;) Por fim, quando vier a noite, depois de um di\u00e1logo de amor que n\u00e3o cessou no nosso cora\u00e7\u00e3o, adorme\u00e7amos ainda no Amor\u00bb (Ct 172).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao fazer a profiss\u00e3o religiosa, Isabel exprimiu o desejo de que \u00abisso fosse o come\u00e7o de um acto de adora\u00e7\u00e3o que nunca cesse jamais na minha alma&#8230;\u00bb (Ct 150). Mas Isabel n\u00e3o julgava que essa profundidade na aten\u00e7\u00e3o a Deus fosse algo exclusivo da voca\u00e7\u00e3o dos contemplativos. Ela tinha vivido j\u00e1 com grande seriedade essa atitude de adora\u00e7\u00e3o no mundo, \u00abna cela do seu cora\u00e7\u00e3o\u00bb (D 140). \u00abMesmo no meio do mundo podemos escut\u00e1-Lo no sil\u00eancio de um cora\u00e7\u00e3o que n\u00e3o quer ser sen\u00e3o para Ele\u00bb (Ct 38). Ao ir a uma festa, pedia a Jesus: \u00abque estivesse de tal maneira em mim, que o sintam os que se aproximam\u00bb de mim (Ct 54). E, de imediato, uma confid\u00eancia inesperada: \u00abEnvio-lhe uma fotografia; enquanto ma tiravam, pensava n\u2019Ele, assim \u00e9 Ele quem vai na foto\u00bb (Ct 62).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Isabel recorda a Guida que \u00abem todas as partes \u201cse pode\u201d encontrar o segredo de crescer no amor, mesmo no meio das rela\u00e7\u00f5es sociais e no meio das cuidados da vida\u00bb (CF 16). Um dia foi convidada para uma festa que n\u00e3o lhe agradava muito, e Guida conta-nos a reac\u00e7\u00e3o de sua irm\u00e3: \u00abAlegro-me muito de que v\u00e1s a essa festa, pois pelo menos haver\u00e1 algu\u00e9m ali que ame a Deus e lhe fa\u00e7a companhia. Al\u00e9m disso, tens de te p\u00f4r muito elegante!\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Voltemos ao oitavo \u00abdia\u00bb. Para adorar a Deus como o fazem os bem-aventurados no c\u00e9u, tal como os descreve o Apocalipse, h\u00e1 que come\u00e7ar por \u00ablan\u00e7ar a coroa\u00bb: as nossas m\u00faltiplas coroas, que em realidade s\u00e3o t\u00e3o rid\u00edculas&#8230; Diante de Deus, h\u00e1 que sair de si mesmo, despojar-se: nisto consiste o \u00eaxtase (quer dizer, encontrar-se fora de si mesmo), o humilde e aut\u00eantico \u00ab\u00eaxtase do amor\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Isabel, esse \u00e9 o \u00eaxtase do amor de um cora\u00e7\u00e3o \u00abesmagado pela beleza, for\u00e7a, ou grandeza\u00bb de Deus: \u00abpor ser Ele quem \u00e9\u00bb. S\u00e3o poucos os profetas de Deus que recordaram com tanta intensidade como Isabel a import\u00e2ncia do primeiro mandamento \u2013 o de amar a Deus \u2013 enquanto viviam com os olhos bem abertos \u00e0s necessidades dos pr\u00f3ximos mais pr\u00f3ximos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta adora\u00e7\u00e3o leva-a a um \u00absil\u00eancio pleno e profundo\u00bb, o sil\u00eancio da adora\u00e7\u00e3o e do dom de si sem reservar nada para si. (Este \u00e9 o sentido do \u00abdesfalecimento\u00bb a que alude, express\u00e3o tomada dos salmos e dos m\u00edsticos, e que n\u00e3o deve ser tomada no sentido f\u00edsico). Este \u00absil\u00eancio pleno\u00bb ser\u00e1 tamb\u00e9m para Isabel o sil\u00eancio da felicidade: \u00abNo meio do sil\u00eancio e da dor, a alma encontra a sua felicidade na do Ser adorado\u00bb. \u00abO abismo do nosso nada\u00bb converter-se-\u00e1 nesse \u00abpo\u00e7o\u00bb onde a \u00c1gua viva se comunica \u00abcom \u00edmpeto\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><a name=\"_Toc3003580\"><\/a>O texto de Isabel<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"20\">\n<li>\u00abN\u00e3o t\u00eam repouso, nem de dia, nem de noite, dizendo: Santo, santo, santo, o omnipotente Senhor, que era, que \u00e9, que ser\u00e1 pelos s\u00e9culos dos s\u00e9culos&#8230; E ent\u00e3o prosternavam-se, adoravam, e lan\u00e7avam as coroas diante do trono, dizendo: V\u00f3s sois digno, Senhor, de receber a gl\u00f3ria, a honra, e o poder&#8230;\u00bb (Ap 4, 8. 10-11).<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como imitar, no c\u00e9u da minha alma, esta ocupa\u00e7\u00e3o incessante dos bem-aventurados no C\u00e9u da gl\u00f3ria? Como continuar este louvor e esta adora\u00e7\u00e3o ininterruptas?<\/p>\n<p>S. Paulo d\u00e1-me sobre isto uma luz, quando escreve aos seus que \u00abo Pai os fortifica em poder pelo seu Esp\u00edrito, quanto ao homem interior, de modo que Jesus Cristo habite pela f\u00e9 nos seus cora\u00e7\u00f5es e que sejam enraizados e fundados no amor\u00bb (Ef 3, 16-17).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estar enraizado e fundado no amor: tal \u00e9, parece-me, a condi\u00e7\u00e3o para cumprir dignamente o seu of\u00edcio de laudem gloriae. A Alma que penetra e mora nestas \u00abprofundezas de Deus\u00bb cantadas pelo rei-profeta, que, por conseguinte, tudo faz \u00abn\u2019Ele, com Ele, por Ele, e para Ele\u00bb, com essa limpidez do olhar que lhe d\u00e1 uma certa semelhan\u00e7a com o Ser simples &#8211; esta alma, em cada um dos seus movimentos, das suas aspira\u00e7\u00f5es, como em cada um dos seus actos, por mais vulgares que sejam, \u00abenra\u00edza-se\u00bb mais profundamente n\u2019Aquele que ama. Tudo nela presta homenagem ao Deus tr\u00eas vezes santo: ela \u00e9, por assim dizer, um Sanctus perp\u00e9tuo, um incessante louvor de gl\u00f3ria!&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"21\">\n<li>\u00abProsternam-se, adoram, lan\u00e7am as suas coroas\u00bb&#8230; E em primeiro lugar, a alma deve \u00abprostrar-se\u00bb, mergulhar no abismo do seu nada, meter-se nele de tal modo que, segundo a maravilhosa express\u00e3o de um m\u00edstico [Ruysbroec], encontre \u00aba paz verdadeira, imut\u00e1vel e perfeita, que nada perturba, porque se precipitou t\u00e3o fundo que ningu\u00e9m l\u00e1 a ir\u00e1 procurar\u00bb.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00f3 ent\u00e3o, \u00e9 que se h\u00e1-de poder \u00abadorar\u00bb. A adora\u00e7\u00e3o, ah!, como \u00e9 uma palavra do C\u00e9u! Parece-me que \u00e9 poss\u00edvel defini-la: \u00eaxtase do amor. \u00c9 o amor esmagado pela beleza, for\u00e7a, ou grandeza imensa do Objecto amado, e \u00abcai numa esp\u00e9cie de desfalecimento\u00bb (Sl 83, 3), num sil\u00eancio pleno, profundo, esse sil\u00eancio de que falava David quando exclamava: \u00abO sil\u00eancio \u00e9 o teu louvor!&#8230;\u00bb (Sl 65, 1). Sim, \u00e9 o mais belo louvor, pois \u00e9 o que eternamente se canta no seio completamente tranquilo da Trindade, e \u00e9 tamb\u00e9m o \u00ab\u00faltimo esfor\u00e7o da alma que transborda e j\u00e1 n\u00e3o consegue dizer mais nada&#8230;\u00bb (Lacordaire).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00abAdorai o Senhor, porque Ele \u00e9 santo\u00bb, diz-se num salmo (Sl 98, 9). E ainda: \u00abPara sempre ser\u00e1 adorado por causa de Si mesmo\u00bb (Sl 71, 15). A alma que se recolhe nestes pensamentos, que os penetra com \u00abaquele sentido de Deus\u00bb de que fala S. Paulo (Rm 11, 34; 1 Co 2, 16), vive num C\u00e9u antecipado, acima do que passa (&#8230;), perde-se de vista e encontra a sua beatitude na do Ser adorado, no meio de todo o sofrimento e de toda a dor. Pois que se abandonou encontra-se \u00ab<em>transposta<\/em>\u00bb num Outro. Parece-me que esta atitude de adoradora, a alma \u00abse assemelha \u00e0queles po\u00e7os\u00bb, de que fala S\u00e3o Jo\u00e3o da Cruz, que recebem \u00abas \u00e1guas que descem do L\u00edbano\u00bb, e ao v\u00ea-la, pode-se dizer: \u00abA impetuosidade do rio alegra a Cidade de Deus\u00bb (Sl 45, 5).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><a name=\"_Toc3003581\"><\/a><a name=\"_Toc3002503\"><\/a>Sugest\u00f5es para orar<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fixaste-te na f\u00f3rmula de Isabel: fazer tudo \u00abn\u2019Ele, com Ele, por Ele e para Ele\u00bb, que recorda o fim da ora\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica? Assim, a tua vida de cada dia converter-se-\u00e1 numa Missa de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as e de louvor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, \u00abafunda as tuas ra\u00edzes\u00bb no Senhor que est\u00e1 presente no teu cora\u00e7\u00e3o. Repete-lhe que os actos \u00abordin\u00e1rios\u00bb da tua vida real, de responsabilidade e ou de caridade fraterna, os fazes todos por Ele e para o louvar. Tudo pode conduzir \u00e0 adora\u00e7\u00e3o. A nossa adora\u00e7\u00e3o pode ter os p\u00e9s solidamente apoiados na exist\u00eancia e na luta concretas do mundo de cada dia. A adora\u00e7\u00e3o deveria ser a atitude mais profunda do crente e o rio subterr\u00e2neo de toda a sua actividade criadora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Podes adorar ami\u00fado a Sant\u00edssima Trindade com a doxologia da Eucaristia, onde Jesus se entrega a cada instante pela vida do mundo: <em>Por Cristo<\/em>, <em>com Cristo<\/em>, <em>em Cristo<\/em>, <em>a V\u00f3s<\/em>, <em>Deus Pai todo-poderoso<\/em>, <em>na unidade do Esp\u00edrito<\/em> <em>Santo<\/em>, <em>toda a honra e toda a gl\u00f3ria agora e para sempre<\/em>.<\/p>\n<hr \/>\n<p style=\"text-align: right;\">Imagem de\u00a0<a href=\"https:\/\/pixabay.com\/photos\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=862994\">Free-Photos<\/a>\u00a0por\u00a0<a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=862994\">Pixabay<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Orat\u00f3rio Peregrino Um<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10349,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[152],"tags":[],"class_list":["post-10348","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-oratorio-peregrino"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10348","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10348"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10348\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10350,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10348\/revisions\/10350"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10349"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10348"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10348"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10348"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}