{"id":10201,"date":"2020-10-08T08:00:03","date_gmt":"2020-10-08T07:00:03","guid":{"rendered":"http:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/?p=10201"},"modified":"2020-08-28T12:42:11","modified_gmt":"2020-08-28T11:42:11","slug":"oratorio-peregrino-29-fixos-os-olhos-no-crucificado-ressuscitado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/oratorio-peregrino-29-fixos-os-olhos-no-crucificado-ressuscitado\/","title":{"rendered":"Orat\u00f3rio Peregrino | 29 | Fixos os olhos no Crucificado Ressuscitado"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><em><strong>Orat\u00f3rio Peregrino<\/strong><\/em><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right; padding-left: 360px;\">Um orat\u00f3rio \u00e0 maneira de um vi\u00e1tico para tempos de carestia<br \/>\nUma proposta desenvolvida em parceria com<\/h6>\n<p style=\"text-align: right; padding-left: 440px;\"><strong>Irm\u00e3s do Carmelo de Cristo Redentor &#8211; Aveiro<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"padding-left: 40px; text-align: center;\">XXIX Passo | Fixos os olhos no Crucificado Ressuscitado<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao chegar \u00e0s \u00faltimas p\u00e1ginas da sua vida na terra, Isabel gosta de se inspirar no \u00faltimo livro da B\u00edblia, o Apocalipse, com as suas aberturas solenes sobre a vida futura e todo o clima de adora\u00e7\u00e3o que delas emana. Em breve estar\u00e1 diante do trono de Deus, como tanto desejou estar j\u00e1 aqui na terra no c\u00e9u da sua alma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Hoje, sumida na dor e impulsionada pela sua vontade de louvor, dirige o seu olhar com S. Jo\u00e3o aos primeiros crist\u00e3os, que frequentemente eram m\u00e1rtires. Est\u00e3o no c\u00e9u. Seduzidos pelo Senhor, passaram pela \u00abgrande tribula\u00e7\u00e3o\u00bb e pelo \u00abaniquilamento de Cristo\u00bb, com a confian\u00e7a de que Ele lavaria os seus pecados com o seu Sangue. Agora acabou-se a sede e o ardor da luta: chegou a saciedade depois da fome, a comunh\u00e3o depois das l\u00e1grimas. E, noite e dia, louvam ao Pastor e Salvador!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isabel, mais ainda que os m\u00e1rtires, olha para o \u00abCrucificado por amor\u00bb. Sempre olhou para Ele. \u00abUma carmelita \u00e9 uma alma que olhou para o Crucificado\u00bb (Ct 133). Jesus sofreu muito. Com amor. Para nos salvar. A Cruz, ou, melhor, o Crucificado, \u00e9, para ela, um livro aberto. \u00abAconselho-te que simplifiques mais isso dos livros \u2013 escrevia a Guida \u2013. Toma o Crucifixo, olha, escuta\u00bb (Ct 93).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No dia da sua profiss\u00e3o religiosa, tinha recebido o crucifixo \u00abcomo um selo sobre o cora\u00e7\u00e3o\u00bb e tinha-o contemplado com enorme alegria dizendo: Por fim Ele \u00e9 totalmente meu e eu sou totalmente sua. Ele \u00e9 tudo o que tenho, Ele \u00e9 tudo para mim\u00bb. Mas nesta mesma carta confessa tamb\u00e9m que olhar para o Crucificado d\u00e1-lhe grande est\u00edmulo para se entregar de maneira muito concreta nos momentos dif\u00edceis: \u00abOlho para o Crucificado, e, ao ver como Ele se entregou por mim, parece-me que o menos que posso fazer por Ele \u00e9 prodigar-me, gastar-me para lhe devolver um pouco do que Ele me deu\u00bb (Ct 156).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este quinto dia \u2013 que \u00e0 primeira vista pode parecer uma simples medita\u00e7\u00e3o sobre uma passagem do Apocalipse \u2013 \u00e9 de uma extraordin\u00e1ria densidade autobiogr\u00e1fica. Embora viva rodeada de uma madre prioresa que se desfaz por ela e dos cuidados \u2013 ineficazes \u2013 das suas irm\u00e3s, a jovem moribunda na sua pequena habita\u00e7\u00e3o da enfermaria est\u00e1 a passar \u00abpela grande tribula\u00e7\u00e3o\u00bb, com um corpo destro\u00e7ado, que os que a rodeiam se perguntam h\u00e1 meses como pode aguentar tanto. No c\u00e9u \u00abj\u00e1 n\u00e3o haver\u00e1 fome nem sede\u00bb, mas na terra h\u00e1 uma grande pen\u00faria. \u00abJ\u00e1 v\u00eas como observo o meu est\u00f4mago \u2013 escreve ela \u00e0 sua mam\u00e3 \u2013, e como fa\u00e7o tudo o que posso para n\u00e3o o deixar morrer \u00e0 fome. Fa\u00e7o-o por amor a Deus\u00bb (Ct 309). Uns dias antes da sua morte, dir\u00e1 num sussurro: \u00abN\u00e3o est\u00e1 bem diz\u00ea-lo, mas julgo que a primeira coisa que farei quando chegar ao c\u00e9u, ser\u00e1 beber&#8230;\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o se det\u00e9m no sofrimento. Defende-se na \u00abfortaleza\u00bb da ora\u00e7\u00e3o e do desejo de \u00abdar culto a Deus dia e noite no seu templo\u00bb, no \u00absantu\u00e1rio interior\u00bb da sua alma onde Deus mora. Quando a dor amea\u00e7a com desfaz\u00ea-la, \u00abn\u00e3o se fixa nas sendas por onde vai, mas leva simplesmente os olhos cravados no Pastor que a conduz\u00bb. Ele estar\u00e1 com ela e ela estar\u00e1 com Ele!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sua irm\u00e3zinha Teresa de Lisieux tinha dito: \u00abAmar \u00e9 dar tudo e dar-se a si mesmo\u00bb. Assim o havia vivido a sua Madre Teresa de Jesus, a do cora\u00e7\u00e3o ardente. Assim o tinha ensinado Jesus, com a sua palavra e com o seu exemplo: \u00abNingu\u00e9m tem maior amor que aquele que d\u00e1 a vida pelos seus amigos\u00bb (Jo 15, 13). Isabel gostava citar esta frase de Jesus, invertendo o seu sentido para o Senhor: \u00abDar a vida pelo Amado\u00bb. \u00ab\u00c9 t\u00e3o belo imolar-se quando se ama!\u00bb (P 80).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Unida a Deus pela ora\u00e7\u00e3o, est\u00e1 disposta a \u00abpartilhar\u00bb com Cristo o sofrimento e a morte pela qual est\u00e1 a ponto de passar, \u00abdecidida a partilhar efectivamente [\u00e9 ela quem sublinha] a paix\u00e3o do seu Mestre\u00bb. A caminho do Calv\u00e1rio, ser\u00e1 a \u00abrainha\u00bb que vai \u00e0 direita do seu \u00abRei crucificado, aniquilado, humilhado\u00bb. A nobreza obriga. O sofrimento \u00e9 amargo, mas o amor f\u00e1-la-\u00e1 \u00absuperar\u00bb essa amargura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A forte Isabel! Reconhecemos nela a jovem Catez que, aos seus dezassete anos, se considerava \u00abfeliz e orgulhosa de partilhar a dor de Cristo a caminho do Calv\u00e1rio\u00bb (P 36), repetindo-lhe o seu sonho de amor insaci\u00e1vel: \u00abAnelo dar-te a minha vida e partilhar a tua agonia. Quem pudesse morrer crucificada!\u00bb (P 34). Na hora da verdade, o orgulho e a dita daquela adolescente idealista n\u00e3o se esfumaram. Na prova\u00e7\u00e3o suprema ser\u00e1 fiel ao sonho da sua juventude. Mas ser\u00e1 \u00abforte com a Sua fortaleza\u00bb (Ct 294), gra\u00e7as a essa M\u00e3o que nunca soltar\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 outra raz\u00e3o que a sust\u00e9m e a anima sempre: a Igreja, os outros. Para que tamb\u00e9m outros aceitam a Cristo! \u00abTodas as nossas ora\u00e7\u00f5es e todos os nossos sacrif\u00edcios se dirigem a isto\u00bb (C 136). \u00abPor eles eu me santifico, para que tamb\u00e9m eles sejam santificados na verdade. Fa\u00e7amos totalmente nossas estas palavras do nosso Mestre adorado. Sim, santifiquemo-nos pelas almas. E j\u00e1 que somos todos membros de um s\u00f3 corpo, na medida em que tenhamos a vida divina em abund\u00e2ncia poderemos comunic\u00e1-la ao grande corpo da Igreja. H\u00e1 duas palavras que, no meu entender, resumem toda a santidade e todo o apostolado: \u201cUni\u00e3o, Amor\u201d\u00bb (Ct 191). Isabel v\u00ea-se a si mesma como \u00abuma alma redimida que deve, por sua vez,\u00a0 redimir outras almas\u00bb, mas \u00ab<em>com<\/em> Jesus Cristo\u00bb, <em>no<\/em> Cristo total, o \u00fanico mediador, que \u00abquer associar a sua esposa \u00e0 sua obra redentora\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus vivia sempre atento \u00e0s vontade de seu Pai. Isabel penetra at\u00e9 ao fundo nessa atitude do cora\u00e7\u00e3o de Cristo. E \u00e9 consciente de que o Pai \u00abestremecer\u00e1 de alegria quando ela, \u00absua filha adoptiva\u00bb, reconhe\u00e7a o seu pr\u00f3prio Filho. E com que alegria n\u00e3o a receber\u00e1 no c\u00e9u, onde cantar\u00e1 sem cessar os seus louvores!<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><a name=\"_Toc3003568\"><\/a><a name=\"_Toc3002498\"><\/a>O texto de Isabel<\/h2>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"12\">\n<li>\u00abVi uma grande multid\u00e3o que ningu\u00e9m podia contar&#8230; Estes s\u00e3o os que vieram da grande tribula\u00e7\u00e3o, e que lavaram e branquearam as suas vestes no sangue do Cordeiro. Por isso, est\u00e3o diante do trono de Deus, e servem-no noite e dia no seu templo, e Aquele que est\u00e1 sentado no trono h\u00e1-de reinar neles. Nunca mais ter\u00e3o fome nem sede, e o sol n\u00e3o cair\u00e1 sobre eles, nem qualquer vento abrasador. Porque o Cordeiro ser\u00e1 o seu pastor, e os conduzir\u00e1 \u00e0s fontes das \u00e1guas da vida, e Deus enxugar\u00e1 toda a l\u00e1grima dos seus olhos&#8230;\u00bb (Ap 7, 9. 14-17).<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos esses eleitos que ostentam a palma na m\u00e3o (Ap 1, 9), e que se encontram completamente banhados na grande luz de Deus, tiveram que anteceder essa dor \u00abimensa como o mar\u00bb (Lm 2, 13), cantada pelo salmista. Antes de contemplar \u00abde rosto descoberto, a gl\u00f3ria do Senhor\u00bb (2 Co 3, 18), comungaram nos aniquilamentos do seu Cristo; antes de serem \u00abtransformados de gl\u00f3ria em gl\u00f3ria, na imagem do Ser divino\u00bb (2 Co 3, 18), foram conformados \u00e0 do Verbo incarnado, o Crucificado por amor.<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"13\">\n<li>A alma que quer servir a Deus noite e dia no seu templo, quero dizer nesse santu\u00e1rio interior, de que fala S. Paulo, quando diz: \u00abO templo de Deus \u00e9 santo e v\u00f3s sois esse templo\u00bb (1 Co 3, 17), essa alma deve estar resolvida a comungar <em>efectivamente<\/em> na paix\u00e3o do seu Mestre. \u00c9 uma redimida, que deve redimir outras almas por seu turno e, para isso, h\u00e1-de cantar na sua lira: Glorifico-me na Cruz de Jesus Cristo (Gl 6, 14). Com Jesus Cristo estou pregada \u00e0 Cruz&#8230;\u00bb (Gl 2, 19). E ainda: \u00abSofro no meu corpo o que falta \u00e0 paix\u00e3o de Cristo pelo seu corpo, que \u00e9 a Igreja\u00bb (Col 1, 24).<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00abA rainha est\u00e1 \u00e0 vossa direita\u00bb (Sl 4, 11): tal \u00e9 a atitude dessa alma; avan\u00e7a pelo caminho do Calv\u00e1rio \u00e0 direita do seu Rei crucificado, aniquilado, humilhado e, apesar disso, sempre t\u00e3o forte, t\u00e3o calmo, t\u00e3o cheio de majestade, dirigindo-se \u00e0 sua paix\u00e3o para \u00abfazer brilhar a gl\u00f3ria da sua gra\u00e7a\u00bb, segundo a express\u00e3o t\u00e3o forte de S. Paulo (Ef 1, 6). Quer associar a sua esposa \u00e0 sua obra de reden\u00e7\u00e3o, e essa via dolorosa, por onde anda, aparece-lhe como o caminho da Beatitude: n\u00e3o s\u00f3 porque a ela conduz, mas ainda porque o Mestre santo lhe fez compreender que deve ultrapassar o que h\u00e1 de amargo no sofrimento para, como Ele, nele encontrar o seu repouso.<\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"14\">\n<li>Ent\u00e3o, pode servir a Deus \u00ab<em>noite e dia no seu templo<\/em>\u00bb. As prova\u00e7\u00f5es, de fora ou de dentro, n\u00e3o a podem fazer sair da sua santa fortaleza, onde o Mestre a encerrou. Ela j\u00e1 n\u00e3o tem mais, \u00ab<em>nem<\/em> <em>fome nem sede<\/em>\u00bb, porque, apesar do ardente desejo da Beatitude, encontra a saciedade naquele alimento que foi o do seu Mestre: \u00aba vontade do Pai\u00bb (Jo 4, 32-34). \u00ab<em>J\u00e1<\/em> <em>n\u00e3o sente o sol cair-lhe em cima<\/em>\u00bb, quer dizer, j\u00e1 n\u00e3o sofre de sofrer.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ent\u00e3o, o Cordeiro, pode \u00ab<em>conduzi-la \u00e0s fontes da vida<\/em>\u00bb, onde Ele quer, como Ele entende, porque ela j\u00e1 n\u00e3o repara nas veredas por onde passa, mas fixa simplesmente o Pastor que a conduz (Sl 22, 3-4).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deus, inclinando-se sobre esta alma, sua filha adoptiva, t\u00e3o conforme \u00e0 imagem do seu Filho, \u00abprimog\u00e9nito de entre todas as criaturas\u00bb (Col 1, 15; Rm 8, 29), reconhece-a como uma daquelas que Ele \u00abpredestinou, chamou, justificou\u00bb (Rm 8, 30).\u00a0 E, nas suas entranhas de Pai, estremece ao pensar em consumar a sua obra, quer dizer, ao \u00abglorific\u00e1-la\u00bb (Jo 17, 4), transferindo-a para o seu reino, para a\u00ed cantar, pelos s\u00e9culos sem fim, \u00abo louvor da sua gl\u00f3ria\u00bb (Ef 1, 12).<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><a name=\"_Toc3003569\"><\/a><a name=\"_Toc3002499\"><\/a>Sugest\u00f5es para orar<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Que fazer com as nossas horas de solid\u00e3o, com a nossa terceira idade, com as nossas horas de sof\u00e1 e de esperar a que amanhe\u00e7a? Que fazemos com a nossa dor, se a temos, grande ou pequena? Que fazemos com Deus, que est\u00e1 sempre presente no templo da nossa alma, \u00abde dia e de noite\u00bb? Que fazemos com Jesus Cristo ressuscitado, que est\u00e1 ao nosso lado, que vive em n\u00f3s? Isabel formula um desejo para ti: \u00abQue o Mestre te revele a sua divina presen\u00e7a. \u00c9 t\u00e3o suave e t\u00e3o doce, e fortalece tanto a alma&#8230;!\u00bb (Ct 305).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tudo passa, Deus permanece. Cresce hoje em comunh\u00e3o.\u00a0 Com Jesus e com Isabel, poder\u00e1s voltar muitas vezes o cora\u00e7\u00e3o para o Pai a fim de lhe repetir filialmente: <em>Pai nosso<\/em>, <em>santificado seja o vosso Nome<\/em>, <em>venha o teu<\/em> <em>Reino<\/em>, <em>fa\u00e7a-se a tua Vontade<\/em>&#8230;<\/p>\n<hr \/>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Imagem de\u00a0<a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/users\/Pexels-2286921\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1282260\">Pexels<\/a>\u00a0por\u00a0<a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=1282260\">Pixabay<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Orat\u00f3rio Peregrino Um<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10202,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[152],"tags":[],"class_list":["post-10201","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-oratorio-peregrino"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10201","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10201"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10201\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10204,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10201\/revisions\/10204"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10202"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10201"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10201"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10201"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}