{"id":10189,"date":"2020-10-01T08:00:19","date_gmt":"2020-10-01T07:00:19","guid":{"rendered":"http:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/?p=10189"},"modified":"2020-08-28T00:40:08","modified_gmt":"2020-08-27T23:40:08","slug":"oratorio-peregrino-28-a-fe-e-a-minha-grande-luz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/oratorio-peregrino-28-a-fe-e-a-minha-grande-luz\/","title":{"rendered":"Orat\u00f3rio Peregrino | 28 | A f\u00e9 \u00e9 a minha grande luz\u00a0\u00a0\u00a0"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><em><strong>Orat\u00f3rio Peregrino<\/strong><\/em><\/p>\n<h6 style=\"text-align: right; padding-left: 360px;\">Um orat\u00f3rio \u00e0 maneira de um vi\u00e1tico para tempos de carestia<br \/>\nUma proposta desenvolvida em parceria com<\/h6>\n<p style=\"text-align: right; padding-left: 440px;\"><strong>Irm\u00e3s do Carmelo de Cristo Redentor &#8211; Aveiro<\/strong><\/p>\n<hr \/>\n<h3 style=\"padding-left: 40px; text-align: center;\">XXVIII Passo | A f\u00e9 \u00e9 a minha grande luz<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Deus \u00e9 sumamente pr\u00f3ximo, imensamente belo, infinitamente grande, todo Ele amor, mas invis\u00edvel&#8230; Isabel, ao meditar sobre a necessidade da f\u00e9, apresenta-no-lo \u00abenvolvido em luz\u00bb e \u00abescondido na obscuridade\u00bb. Ela aposta por esta f\u00e9 pura, que \u00e9 uma homenagem a Jesus e uma express\u00e3o do seu amor confiado e gratuito. \u00abBasta com acreditar\u00bb, dizia um dia numa s\u00edntese magn\u00edfica (Ct 273). H\u00e1 um m\u00eas escrevia Isabel a uma jovem amiga: \u00abDiz-me que pe\u00e7a a Deus um sinal (&#8230;); apesar de desejar muito agradar-lhe, n\u00e3o posso faz\u00ea-lo, n\u00e3o \u00e9 esse o meu estilo, parece-me que seria sair do abandono\u00bb (Ct 293).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Jesus \u00e9, para Isabel, o sinal, e com esse sinal basta. H\u00e1 que ter a valentia de franquear com decis\u00e3o a porta que Ele nos entreabriu: com isso nos basta para amar a Deus e ao nosso pr\u00f3ximo como crist\u00e3os. A sua vida de amor at\u00e9 \u00e0 entrega total, a sua personalidade \u00fanica e irrepet\u00edvel, a sua ressurrei\u00e7\u00e3o e a gra\u00e7a do seu Esp\u00edrito que trabalha nos cora\u00e7\u00f5es das primeiras testemunhas e hoje continua a trabalhar no nosso: basta isto para aderir a Ele e \u00e0 sua mensagem. \u00abQuero ser toda ouvidos ao teu ensino \u2013 havia dito Isabel a Cristo \u2013. E depois, no meio de todas as noites, de todos os vazios e de toda a minha incapacidade, quero viver com os olhos cravados em Ti\u00bb (NI 15).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Aos vinte e seis anos, Isabel sabe que em breve partir\u00e1 \u00abao encontro do Esposo\u00bb. Mas v\u00ea-o apenas com os olhos da f\u00e9. \u00abTamb\u00e9m eu tenho necessidade de procurar o meu Mestre que se esconde bem \u2013 confiava h\u00e1 pouco a Guida \u2013; mas ent\u00e3o desperto a minha f\u00e9, e fico mais contente de n\u00e3o gozar a sua presen\u00e7a, para o fazer gozar, a Ele, do meu amor\u00bb (Ct 298).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">A f\u00e9 de Isabel \u00e9 assim, uma f\u00e9 l\u00edmpida, pura, toda ela dom, toda louvor. Crente at\u00e9 \u00e0 medula, afirma hoje muito ufana que \u00abquando se v\u00ea afectada\u00bb pelo desejo ego\u00edsta de \u00absentir\u00bb, de gozar, ou de se banhar na \u00abluz\u00bb, \u00abse despreza profundamente pelo seu pouco amor e dirige imediatamente o olhar ao seu Mestre para que a liberte disso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Basta com Jesus, e com a f\u00e9 n\u2019Ele. \u00abPassar por cima de tudo para se unir com o seu Amado\u00bb. Guiada pela \u00abbela luz da f\u00e9\u00bb \u2013 essa luz que derrama \u00aba \u00fanica l\u00e2mpada\u00bb que \u00e9 Cristo \u2013, Isabel quer caminhar \u00abna treva sagrada\u00bb para a Jerusal\u00e9m celeste. A f\u00e9 \u00e9 a <em>c\u00e2mara escura<\/em> que nos oferece uma imagem aut\u00eantica e ver\u00eddica, embora limitada, da paisagem divina. D\u00e1-nos j\u00e1 \u00aba subst\u00e2ncia\u00bb. E \u00e0 medida que o amor de Deus vai crescendo, \u00abos olhos do cora\u00e7\u00e3o\u00bb (Ef 1, 18) iluminam-se interiormente e v\u00eaem \u00e0 sua maneira. Intuitivamente. Atrav\u00e9s do cora\u00e7\u00e3o, que conhece e recorda. \u00c9 o caso de Isabel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Todo aquele que quer orar encontrar-se-\u00e1 sempre com o problema da alteridade de Deus. Falar com uma pessoa humana \u00e9 distinto: v\u00eas o seu rosto, ouves o timbre da sua voz, as tuas palavras suscitam n\u2019Ele uma resposta, conversais um com o outro. A Deus n\u00e3o o vemos, e os nossos ouvidos n\u00e3o ouvem som algum. Mas Jesus diz-nos que o nosso \u00abPai, que est\u00e1 escondido, <em>v\u00ea<\/em> no escondido\u00bb (Mt 6, 6). Se Jesus nos convida a orar dizendo \u00abPai nosso\u00bb, encontra-se a\u00ed implicitamente a prova de que esse Deus invis\u00edvel nos escuta e que nem uma s\u00f3 das nossas palavras se dissipar\u00e1 no vazio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">A ora\u00e7\u00e3o, pois, \u00e9 uma conversa\u00e7\u00e3o especial com a qual nos devemos familiarizar. Tratar-se-\u00e1 aqui tamb\u00e9m de uma quest\u00e3o de amor? Falar no teu cora\u00e7\u00e3o e no teu pensamento com algu\u00e9m ausente a quem amas, \u00e9 algo que fazes com muita frequ\u00eancia. E, nestes casos, o teu amor p\u00f5e espontaneamente em movimento a tua aten\u00e7\u00e3o. Na tua mente tens uma imagem dele, ou dela, uma simples recorda\u00e7\u00e3o, o seu nome, o seu \u00abele\u00bb, a sua \u00abela\u00bb, e gra\u00e7as a isso a aten\u00e7\u00e3o da tua mente e o afecto do teu cora\u00e7\u00e3o v\u00e3o ao seu encontro. Toda a gente conhece esse fen\u00f3meno de proximidade interior a algu\u00e9m que est\u00e1 invis\u00edvel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 certo que n\u00e3o h\u00e1 imagens, nem conceitos que consigam representar a Deus, que \u00ab\u00e9 esp\u00edrito\u00bb (Jo 4, 24). Mas, apesar disso, as nossas palavras s\u00e3o postes indicadores v\u00e1lidos e aut\u00eanticos, que nos assinalam a boa direc\u00e7\u00e3o, e atrav\u00e9s delas o nosso amor alcan\u00e7a o seu objectivo. Jesus tamb\u00e9m se servia de palavras humanas para falar com o seu Pai e para nos falar de Deus. \u00abTeu Pai, que v\u00ea no segredo\u00bb, te entender\u00e1 perfeitamente. O problema e as limita\u00e7\u00f5es est\u00e3o em n\u00f3s, n\u00e3o n\u2019Ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre Deus e tu n\u00e3o h\u00e1 dist\u00e2ncia: Ele est\u00e1 muito perto de ti, dentro de ti. Por isso, para orar, \u00abbasta com acreditar\u00bb, dizia Isabel, e basta com orar. Al\u00e9m disso, em todos os tempos e em todas as regi\u00f5es da terra os seres humanos, de maneira espont\u00e2nea, oraram. O problema n\u00e3o consiste tanto em poder orar quanto em faz\u00ea-lo bem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Para orar bem, \u00e9 necess\u00e1rio fazer sil\u00eancio \u2013 sil\u00eancio suficiente \u2013 e prestar aten\u00e7\u00e3o interior \u2013 Isabel sabia-o bem. E ao faz\u00ea-lo aprender\u00e1s de forma progressiva. Come\u00e7a, persevera, a correr aprendeste correndo. A ora\u00e7\u00e3o leva em si mesma o seu mestre, assistido pelo Mestre interior que \u00e9 o Esp\u00edrito de Jesus. O Esp\u00edrito do Filho de Deus est\u00e1 dentro de ti e ajuda-te a orar (Rm 8, 15-27). Os \u00abTr\u00eas\u00bb est\u00e3o presentes \u00abno c\u00e9u da tua alma\u00bb: \u00abfixa o teu olhar\u00bb em Deus, diz Isabel e repete por duas vezes que, gra\u00e7as \u00e0 f\u00e9, j\u00e1 se levantou \u00abum pouco\u00bb o v\u00e9u. Ser\u00e1 t\u00e3o \u00abinquebrant\u00e1vel a tua f\u00e9\u00bb como a sua?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><a name=\"_Toc3003564\"><\/a><a name=\"_Toc3002496\"><\/a>O texto de Isabel<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"9\">\n<li>Ontem, S\u00e3o Paulo, levantando um pouco do v\u00e9u, permitia-me dirigir o olhar para a \u00abheran\u00e7a dos santos na luz\u00bb (Col 1, 12), a fim que veja qual \u00e9 a ocupa\u00e7\u00e3o deles e que tente, tanto quanto poss\u00edvel, conformar a minha vida com a deles, para exercer o meu of\u00edcio de \u00abLaudem gloriae\u00bb [louvor de gl\u00f3ria]. Hoje, \u00e9 S\u00e3o Jo\u00e3o, o disc\u00edpulo que Jesus amava, que me vai entreabrir um pouco \u00abas portas eternas\u00bb (Sl 23, 7) para que possa repousar a minha alma na \u201csanta Jerusal\u00e9m, doce vis\u00e3o de paz&#8230;!\u201d.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">E, primeiro diz-me, que n\u00e3o h\u00e1 luz na cidade, \u00abporque a claridade de Deus a iluminou e o Cordeiro \u00e9 a sua l\u00e2mpada\u00bb (Ap 21, 23). Se desejo que a minha cidade interior tenha alguma conformidade e semelhan\u00e7a com a \u00abdo Rei dos tempos imortal\u00bb (1 Tm 1, 17) e receba a grande ilumina\u00e7\u00e3o de Deus, \u00e9 necess\u00e1rio que apague todas as outras luzes e que, como na cidade santa, o Cordeiro seja \u00aba \u00fanica l\u00e2mpada\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"10\">\n<li>Eis a f\u00e9, a bela luz da f\u00e9, que me aparece. \u00c9 s\u00f3 ela que me deve iluminar para ir ao encontro do Esposo.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">O salmista canta que Ele se \u00abesconde nas trevas\u00bb (Sl 17, 12), e, por outro lado, parece contradizer-se ao afirmar que \u00aba luz o rodeia como uma veste\u00bb (Sl 103, 2). Por\u00e9m, o que para mim ressalta, desta aparente contradi\u00e7\u00e3o, \u00e9 que devo mergulhar na treva sagrada, fazendo a noite e o vazio em todas as minhas pot\u00eancias: ent\u00e3o, encontrarei o meu Mestre, e \u00aba luz que o rodeia como uma veste\u00bb me envolver\u00e1 tamb\u00e9m a mim, porque Ele quer que a esposa brilhe com a sua luz,<em> unicamente com a sua luz<\/em>, \u00ab<em>tendo a<\/em> <em>claridade de Deus<\/em>\u00bb.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Diz-se de Mois\u00e9s que era \u00abinabal\u00e1vel na sua f\u00e9, como se tivesse visto o Invis\u00edvel\u00bb (Hb 17, 27). Parece-me que tal deva ser a atitude de um louvor de gl\u00f3ria que quer continuar, atrav\u00e9s da todas as coisas o seu hino de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as: \u00abinabal\u00e1vel na sua f\u00e9, como se tivesse visto o Invis\u00edvel\u00bb&#8230; inabal\u00e1vel na sua f\u00e9 nesse \u00abt\u00e3o grande amor\u00bb (Ef 2, 4). N\u00f3s conhecemos a caridade de Deus por n\u00f3s e acreditamos nela&#8230;\u00bb (1 Jo 4, 16).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<ol style=\"text-align: justify;\" start=\"11\">\n<li>\u00abA f\u00e9, diz S. Paulo, \u00e9 a subst\u00e2ncia das coisas que se devem esperar, e a demonstra\u00e7\u00e3o das que se n\u00e3o v\u00eaem\u00bb (Hb 11, 1). Que importa \u00e0 alma, que se recolheu sob a luz que nela criou esta palavra, sentir ou n\u00e3o sentir, estar na noite ou na luz, gozar ou n\u00e3o gozar&#8230; Experimenta uma esp\u00e9cie de vergonha em estabelecer uma diferen\u00e7a entre estas coisas; e quando ainda se sente por elas atingida, despreza-se profundamente pelo seu pouco amor; e ent\u00e3o dirige-se depressa ao seu Mestre para, por Ele, se fazer libertar. Na express\u00e3o de um grande m\u00edstico [Ruysbroec] ela \u00abexalta-o\u00bb at\u00e9 ao mais alto cume da montanha do seu cora\u00e7\u00e3o, acima das do\u00e7uras e das consola\u00e7\u00f5es que d\u2019Ele procedem, porque resolveu tudo ultrapassar para se unir \u00c0quele a quem ama\u00bb.<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Parece-me que a esta alma, assim inabal\u00e1vel na f\u00e9 no Deus-Caridade, podem aplicar-se estas palavras do Pr\u00edncipe dos Ap\u00f3stolos: \u00abPorque acreditais, sereis repletos de uma alegria inabal\u00e1vel e glorificada\u00bb (1 P 1, 8).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><a name=\"_Toc3003565\"><\/a><a name=\"_Toc3002497\"><\/a>Sugest\u00f5es para orar<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o estranhes nem desanimes se a tua aten\u00e7\u00e3o foge para outra parte. Com frequ\u00eancia, um longo tempo de ora\u00e7\u00e3o \u00e9, pelo que se refere \u00e0 aten\u00e7\u00e3o, algo assim como um fluxo e refluxo: est\u00e1s junto a Deus e insensivelmente afastas-te d\u2019Ele. Volta a come\u00e7ar como se nada tivesse acontecido: ao teu Pai agrada-lhe receber o seu filho pr\u00f3digo quando regressa. No seu amor, o Pr\u00f3digo \u00e9 Ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">E, ao lado de teu Pai, tens um irm\u00e3o, homem como tu, Jesus, seu Filho, teu Senhor. No Filho, fala com Deus como com uma Pessoa humana \u00e0 qual amas muito e que te entende maravilhosamente com o seu cora\u00e7\u00e3o divino e com o seu cora\u00e7\u00e3o humano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Procura, hoje ainda melhor do que ontem, \u00abcontinuar a cantar em todas as coisas um hino de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as\u00bb. Por exemplo, com esta breve ora\u00e7\u00e3o: <em>Senhor Jesus<\/em>,<em> eu creio em ti<\/em>,<em> em ti ponho a minha confian\u00e7a<\/em>,<em> amo-te em<\/em> <em>tudo e em todos<\/em>.<\/p>\n<hr \/>\n<h6 style=\"text-align: right;\">Imagem de\u00a0<a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/users\/jplenio-7645255\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3151869\">My pictures are CC0. When doing composings:<\/a>\u00a0por\u00a0<a href=\"https:\/\/pixabay.com\/pt\/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=3151869\">Pixabay<\/a><\/h6>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Orat\u00f3rio Peregrino Um<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10191,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[152],"tags":[],"class_list":["post-10189","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-oratorio-peregrino"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10189","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10189"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10189\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":10192,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10189\/revisions\/10192"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media\/10191"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10189"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10189"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/cultura\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10189"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}