{"id":139,"date":"2026-07-01T11:04:31","date_gmt":"2026-07-01T11:04:31","guid":{"rendered":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/comunidadespastorais\/?page_id=139"},"modified":"2026-07-05T09:01:17","modified_gmt":"2026-07-05T09:01:17","slug":"que-procurais-fundamentos-teologicos-e-criterios-de-acao-pastoral","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/comunidadespastorais\/que-procurais-fundamentos-teologicos-e-criterios-de-acao-pastoral\/","title":{"rendered":"\u201cQUE PROCURAIS?\u201d. FUNDAMENTOS TEOL\u00d3GICOS E CRIT\u00c9RIOS DE A\u00c7\u00c3O PASTORAL"},"content":{"rendered":"\n\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3. \u201cQUE PROCURAIS?\u201d.<\/strong> <strong>FUNDAMENTOS TEOL\u00d3GICOS E CRIT\u00c9RIOS DE A\u00c7\u00c3O PASTORAL<\/strong><\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n<p [object NamedNodeMap]><em>\u201cNo dia seguinte, Jo\u00e3o estava de novo ali, com dois dos seus disc\u00edpulos, e, fixando o olhar em Jesus, que passava, disse: \u00abEis o Cordeiro de Deus\u00bb. Os seus dois disc\u00edpulos ouviram-no dizer isto e seguiram Jesus.\u00a0 Jesus voltou-se e, ao ver que eles o seguiam, perguntou-lhes: \u00abQue procurais?\u00bb Eles responderam-lhe: \u00abRabi \u2013 que, traduzido, significa \u201cMestre\u201d \u2013, onde moras?\u00bb Disse-lhes Ele: \u00abVinde e vereis!\u00bb Foram ent\u00e3o; viram onde morava e permaneceram com Ele naquele dia. Era por volta das quatro horas da tarde.\u201d<\/em> <em>Jo<\/em> 1, 35-39<\/p>\n\n\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.1. Fundamentos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O conc\u00edlio Vaticano II deixou-nos como heran\u00e7a eclesiol\u00f3gica a vis\u00e3o da Igreja como Povo de Deus, povo peregrino da hist\u00f3ria e de todas as geografias.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Documento Final da Assembleia Sinodal recorda-nos e sublinha elementos fundamentais desta eclesiologia. Diz-nos que <em>\u201cdo Batismo em nome do Pai e do Filho e do Esp\u00edrito Santo brota a identidade do Povo de Deus. Ele realiza-se como chamamento \u00e0 santidade e envio em miss\u00e3o para convidar todos os povos a acolher o dom da salva\u00e7\u00e3o\u201d<\/em> (<em>DF<\/em> 15).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Confirma\u00e7\u00e3o, que torna presente a gra\u00e7a do Pentecostes na vida do Batizado e da comunidade, \u00e9 um dom de grande valor para renovar o prod\u00edgio de uma Igreja movida pelo fogo da miss\u00e3o, que tem a coragem de sair pelos caminhos do mundo, e a capacidade de se fazer compreender por todos os povos e por todas as culturas. Todos os crentes s\u00e3o chamados a contribuir para este impulso, acolhendo os carismas que o Esp\u00edrito distribui com abund\u00e2ncia a cada um, e comprometendo-se a p\u00f4-los ao servi\u00e7o do Reino com humildade e iniciativa criativa. (<em>DF<\/em> 25)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia, especialmente ao domingo, \u00e9 a primeira e fundamental forma com a qual o santo Povo de Deus se re\u00fane e se encontra. Na celebra\u00e7\u00e3o eucar\u00edstica \u00e9 tanto significada como realizada a unidade da Igreja<a href=\"#_ftn1\" id=\"_ftnref1\">[1]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Esp\u00edrito Santo suscita constantemente no Povo de Deus uma grande variedade de carismas e minist\u00e9rios. <em>\u201cTamb\u00e9m na edifica\u00e7\u00e3o do Corpo de Cristo existe diversidade de membros e de fun\u00e7\u00f5es. \u00c9 um mesmo Esp\u00edrito que distribui os seus v\u00e1rios dons segundo a sua riqueza e as necessidades dos minist\u00e9rios para utilidade da Igreja\u201d<a href=\"#_ftn2\" id=\"_ftnref2\"><strong>[2]<\/strong><\/a>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todo o Povo de Deus \u00e9 sujeito do an\u00fancio do Evangelho. Nele, cada Batizado \u00e9 convocado para ser correspons\u00e1vel e protagonista da miss\u00e3o, porque todos somos disc\u00edpulos mission\u00e1rios<a href=\"#_ftn3\" id=\"_ftnref3\">[3]<\/a> .<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Papa Francisco recordava, j\u00e1 em 2015, que o caminho da sinodalidade \u00e9 o caminho que Deus espera da Igreja do terceiro mil\u00e9nio.&nbsp; Sinodalidade significa andar juntos por uma mesma estrada, momento de encontro, de di\u00e1logo, de assembleia, com a finalidade de criar sintonia em torno de decis\u00f5es a serem tomadas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sinodalidade e miss\u00e3o est\u00e3o intimamente ligadas: a miss\u00e3o ilumina a sinodalidade e a sinodalidade impele \u00e0 miss\u00e3o<a href=\"#_ftn4\" id=\"_ftnref4\">[4]<\/a>. Essa \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o que deve ser acolhida, debatida, estudada e implementada. Exige ades\u00e3o pessoal de cora\u00e7\u00e3o e discernimento comunit\u00e1rio. Como recorda o senhor Bispo na missa Crismal de 2025, <em>\u201cdiscernir n\u00e3o \u00e9 defender a pr\u00f3pria maneira de pensar, a pr\u00f3pria iniciativa e a pr\u00f3pria independ\u00eancia, mas renunciar ao saber que procede do mundo, para encontrar o saber que procede de Deus. Isto passa por aprender a reconhecer a \u2018voz de Deus\u2019 dentro de n\u00f3s\u201d<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Assim se constr\u00f3i a comunh\u00e3o, que tem na celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia a sua fonte e o seu ponto culminante, ou seja, a uni\u00e3o com Deus Trindade e a unidade entre as pessoas humanas que se realiza em Cristo atrav\u00e9s do Esp\u00edrito Santo<a href=\"#_ftn5\" id=\"_ftnref5\">[5]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Deste modo, a sinodalidade <em>\u201cindica o modo espec\u00edfico de viver e agir da Igreja, Povo de Deus, que manifesta e realiza concretamente o seu ser comunh\u00e3o no \u2018caminhar juntos\u2019, na reuni\u00e3o em assembleia e na participa\u00e7\u00e3o ativa de todos os seus membros na sua miss\u00e3o evangelizadora\u201d<\/em><a href=\"#_ftn6\" id=\"_ftnref6\">[6]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta viv\u00eancia eclesial, conforme nos recorda o S\u00ednodo, foi j\u00e1 sendo amadurecida por pr\u00e1ticas experimentadas de vida sinodal e de discernimento comunit\u00e1rio, aprendendo a harmonizar os dons individuais e a miss\u00e3o comum, cujo testemunho s\u00e3o para n\u00f3s as Ordens e Congrega\u00e7\u00f5es, Sociedades de Vida Apost\u00f3lica, Institutos Seculares, bem como Movimentos, Associa\u00e7\u00f5es e Obras. Estas t\u00eam um contributo especial a dar para o crescimento da sinodalidade na Igreja e na nossa Diocese: <em>\u201cHoje, muitas comunidades de vida consagrada s\u00e3o um laborat\u00f3rio de interculturalidade que constitui uma profecia para a Igreja e para o mundo. Ao mesmo tempo, a sinodalidade convida \u2013 e por vezes desafia \u2013 os Pastores das Igrejas locais, bem como os respons\u00e1veis da vida consagrada e das Agrega\u00e7\u00f5es eclesiais, a refor\u00e7ar as rela\u00e7\u00f5es para dar vida a um interc\u00e2mbio de dons ao servi\u00e7o da miss\u00e3o comum\u201d<\/em><a href=\"#_ftn7\" id=\"_ftnref7\">[7]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A op\u00e7\u00e3o pela cria\u00e7\u00e3o e implementa\u00e7\u00e3o das \u201cComunidades Pastorais\u201d, como resposta \u00e0s urg\u00eancias e desafios do tempo presente, \u00e0s solicita\u00e7\u00f5es e propostas do Povo Santo e Fiel de Deus, assenta nestes pressupostos teol\u00f3gicos. Eles s\u00e3o o farol, o alerta permanente, para n\u00e3o se cair na tenta\u00e7\u00e3o de pensar e realizar uma mera reorganiza\u00e7\u00e3o administrativa, sem chama, sem parresia, sem ardor evangelizador, que deixa uma marca neste mundo<a href=\"#_ftn8\" id=\"_ftnref8\">[8]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.2. Defini\u00e7\u00e3o, natureza e finalidades<\/strong> <strong>de uma Comunidade Pastoral<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Comunidade Pastoral \u00e9 uma comunidade de fi\u00e9is, centrada em Jesus Cristo, com perfil pastoral mission\u00e1rio em estilo sinodal, configurada como um conjunto de par\u00f3quias, que mantendo a sua identidade, \u00e9 can\u00f3nica e estavelmente constitu\u00edda no seio da Diocese, e est\u00e1 chamada a formar uma comunidade viva e org\u00e2nica, com crit\u00e9rios pastorais comuns.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Comunidade Pastoral ser\u00e1 confiada a um ou mais presb\u00edteros, em comunh\u00e3o com outros ministros ordenados e leigos nomeados pelo Bispo. Um dos presb\u00edteros ser\u00e1 o coordenador.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na sua miss\u00e3o, o presb\u00edtero coordenador em comunh\u00e3o com o Bispo, procurar\u00e1 coordenar e dinamizar a a\u00e7\u00e3o pastoral da CP, promovendo a participa\u00e7\u00e3o e corresponsabilidade, e garantindo que, em esp\u00edrito sinodal, se elabore o projeto pastoral, de modo a garantir a fidelidade ao Evangelho e \u00e0 miss\u00e3o que Cristo confia \u00e0 sua Igreja.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O presb\u00edtero coordenador, \u00e0 semelhan\u00e7a dos p\u00e1rocos, dever\u00e1 ter capacidade de lideran\u00e7a, de escuta, conhecer a realidade, ter capacidade de vis\u00e3o, ser capaz de discernir os carismas e promov\u00ea-los, envolver e gerir conflitos e tens\u00f5es, congregar, dialogar, animar, estar presente e acompanhar, isto \u00e9, assumir-se como pastor \u00e0 imagem do Bom Pastor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A cria\u00e7\u00e3o de cada Comunidade Pastoral ser\u00e1 institu\u00edda por meio de um decreto, que define as par\u00f3quias que a constituem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Comunidade Pastoral tem como finalidades: promover um renovado e aut\u00eantico impulso mission\u00e1rio evangelizador; dinamizar uma pastoral de conjunto integrada; discernir, projetar, programar, implementar, dinamizar, coordenar e avaliar um projeto pastoral; favorecer e promover a participa\u00e7\u00e3o e a corresponsabilidade; favorecer e promover a forma\u00e7\u00e3o de todos os seus membros.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>3.3. Crit\u00e9rios de a\u00e7\u00e3o pastoral<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para promover, desenvolver e dinamizar uma pastoral de conjunto, integrada no servi\u00e7o da Evangeliza\u00e7\u00e3o, cada Comunidade Pastoral deve ter em conta um conjunto de crit\u00e9rios comuns de a\u00e7\u00e3o pastoral.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">a. Miss\u00e3o Evangelizadora \u00e9 o horizonte de toda a caminhada. A presen\u00e7a da Igreja atrav\u00e9s das Comunidades Pastorais, tem como miss\u00e3o a Evangeliza\u00e7\u00e3o. A Igreja existe para evangelizar, para anunciar o Reino de Deus e apresentar os caminhos da sua realiza\u00e7\u00e3o. <em>\u201cToda a renova\u00e7\u00e3o na Igreja h\u00e1 de ter como alvo a miss\u00e3o, para n\u00e3o cair v\u00edtima duma esp\u00e9cie de introvers\u00e3o eclesial\u201d<\/em><a href=\"#_ftn9\" id=\"_ftnref9\">[9]<\/a>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">b. Comunh\u00e3o, princ\u00edpio agregador na Comunidade Pastoral. N\u00e3o se trata de impor uma l\u00f3gica de pensamento \u00fanico, uniformismo, mas sim de um esp\u00edrito de encontro e de uni\u00e3o nas diversidades leg\u00edtimas, \u00e0 imagem da Sant\u00edssima Trindade. Realiza-se mediante a escuta da Palavra de Deus, a profiss\u00e3o da mesma f\u00e9, a celebra\u00e7\u00e3o dos sacramentos e a vida de caridade entre todos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">c. Participa\u00e7\u00e3o pluriministerial. A constru\u00e7\u00e3o da comunh\u00e3o para a miss\u00e3o \u00e9 tarefa de todos e de cada um, segundo a sua voca\u00e7\u00e3o, carismas e minist\u00e9rios, que o Esp\u00edrito Santo suscita constantemente no Povo de Deus<a href=\"#_ftn10\" id=\"_ftnref10\">[10]<\/a>. Por isso, procure-se primeiro conhecer, fortalecer e valorizar os minist\u00e9rios j\u00e1 existentes (leitor, ac\u00f3lito e catequista) e, depois, discernir a necessidade de novos minist\u00e9rios, atendendo \u00e0s necessidades reais das comunidades (por exemplo, acolhimento\/ acompanhamento, anima\u00e7\u00e3o\/ coordena\u00e7\u00e3o pastoral, comunica\u00e7\u00e3o\u2026).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">d. Valoriza\u00e7\u00e3o dos sacramentos de inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 vida crist\u00e3. A inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 vida crist\u00e3 n\u00e3o se pode reduzir \u00e0 inicia\u00e7\u00e3o aos sacramentos da inicia\u00e7\u00e3o, tendo em conta o tempo que vivemos e os processos catequ\u00e9ticos estabelecidos. Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 vida crist\u00e3 \u00e9 mais que celebra\u00e7\u00e3o desses sacramentos. Passa pela redescoberta do valor e da fonte inesgot\u00e1vel de gra\u00e7a que cada sacramento concede, passa pela sua valoriza\u00e7\u00e3o na pr\u00e1tica de vida e passa pelos crit\u00e9rios de prepara\u00e7\u00e3o e celebra\u00e7\u00e3o dos mesmos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">e. Criatividade Pastoral, na resposta aos problemas e desafios decorrentes da rela\u00e7\u00e3o entre os anseios das pessoas e das comunidades, com o Evangelho do Reino.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">f. Forma\u00e7\u00e3o, inicial e permanente, pessoal e em grupo, local ou diocesana, para saber olhar a realidade com os olhos do Evangelho (leitura crente da realidade), fortalecer e solidificar a f\u00e9 dos fi\u00e9is, leigos e cl\u00e9rigos. Deve ser um imperativo a assumir por todos e que contemple as dimens\u00f5es humana, espiritual, intelectual, pastoral, teol\u00f3gica e mission\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">g. Defini\u00e7\u00e3o do horizonte do caminho a percorrer, considerando a realidade de cada Comunidade Pastoral, das pessoas, grupos e par\u00f3quias que a comp\u00f5em; tendo em conta as orienta\u00e7\u00f5es e op\u00e7\u00f5es diocesanas. O projeto pastoral \u00e9 mais que a elabora\u00e7\u00e3o de um calend\u00e1rio: \u00e9 olhar \u00e0 realidade (que \u00e9 sempre superior \u00e0 ideia), tra\u00e7ar o caminho, avaliar e sonhar juntos o caminho.\u2003<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref1\" id=\"_ftn1\">[1]<\/a> Cfr. DF 26.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref2\" id=\"_ftn2\">[2]<\/a> LG 7.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref3\" id=\"_ftn3\">[3]<\/a> Cfr. CTI 53.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref4\" id=\"_ftn4\">[4]<\/a> Cfr. DF 32.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref5\" id=\"_ftn5\">[5]<\/a> Cfr. DF 31.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref6\" id=\"_ftn6\">[6]<\/a> CTI 6.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref7\" id=\"_ftn7\">[7]<\/a> Cfr. DF 65.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref8\" id=\"_ftn8\">[8]<\/a> Cfr. GE 129.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref9\" id=\"_ftn9\">[9]<\/a> EO.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"#_ftnref10\" id=\"_ftn10\">[10]<\/a> Cfr. DF 66.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>3.1. Fundamentos O conc\u00edlio Vaticano II deixou-nos como heran\u00e7a eclesiol\u00f3gica a vis\u00e3o da Igreja como Povo de Deus, povo peregrino da hist\u00f3ria e de todas as geografias.&nbsp; O Documento Final da Assembleia Sinodal recorda-nos e sublinha elementos fundamentais desta eclesiologia. 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