{"id":3198,"date":"2025-09-15T11:28:00","date_gmt":"2025-09-15T10:28:00","guid":{"rendered":"https:\/\/diocese-aveiro.pt\/v3\/?p=3198"},"modified":"2025-09-16T15:16:18","modified_gmt":"2025-09-16T14:16:18","slug":"as-comunidades-pastorais-ao-servico-da-evangelizacao","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/diocese-aveiro.pt\/v3\/2025\/09\/15\/as-comunidades-pastorais-ao-servico-da-evangelizacao\/","title":{"rendered":"AS COMUNIDADES PASTORAIS AO SERVI\u00c7O DA EVANGELIZA\u00c7\u00c3O"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\">Cartas Pastoral<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><strong>AS COMUNIDADES PASTORAIS AO SERVI\u00c7O DA EVANGELIZA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Estimados diocesanos,&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Aproximamo-nos da abertura de um novo ano pastoral, que vai exigir de todos n\u00f3s um redobrado esfor\u00e7o para continuarmos a refletir e a implementar as comunidades pastorais. Nesta breve nota pastoral apresento algumas ideias e atitudes pastorais a implementar que me parecem importantes para a nossa Igreja diocesana.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>1. <em>A miss\u00e3o da Igreja \u00e9 evangelizar \u2013 anunciar a boa nova de Jesus<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Evangelizar significa anunciar a boa nova do reino de Deus e do amor do Pai manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado para a salva\u00e7\u00e3o da humanidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A miss\u00e3o da Igreja \u00e9 realizar a miss\u00e3o de Jesus. Jesus pregou a convers\u00e3o (cf. <em>Mc<\/em> 1,15), expulsou dem\u00f3nios (cf. <em>Mc<\/em> 1,21-28), curou enfermos (cf. <em>Mc<\/em> 1,29-30) e perdoou pecados (<em>Lc<\/em> 19, 1-10). O que a Igreja pretende \u00e9 corresponder ao mandato mission\u00e1rio do seu fundador: \u00ab<em>Ide, pois, fazei disc\u00edpulos de todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado<\/em>\u00bb (<em>Mt<\/em> 28,19-20). Os seus disc\u00edpulos s\u00e3o enviados para irem de casa em casa e de aldeia em aldeia a anunciarem o evangelho do reino.<\/p>\n\n\n\n<p>A tarefa de evangelizar constitui a miss\u00e3o essencial da Igreja: ela existe para evangelizar. Num tempo que \u00e9 novo, marcado por uma cultura diferente, plural, multifacetado e pluricultural, s\u00f3 mudando e adequando os modelos organizativos e os processos de a\u00e7\u00e3o pastoral, podemos transmitir o que n\u00e3o muda.<\/p>\n\n\n\n<p>A reflex\u00e3o eclesiol\u00f3gica do Conc\u00edlio Vaticano II e as not\u00e1veis mudan\u00e7as sociais e culturais a que temos vindo a assistir, levaram as v\u00e1rias Igrejas particulares, onde se inclui a nossa Igreja de Aveiro, a reorganizar de modo diferente a pastoral das comunidades paroquiais. Isto exige que iniciemos novas experi\u00eancias, valorizando a dimens\u00e3o da comunh\u00e3o, a fim de melhor correspondermos \u00e0s necessidades atuais da evangeliza\u00e7\u00e3o. Atuar de maneira isolada, sem essa experi\u00eancia de \u201colhar juntos\u201d, n\u00e3o ajuda \u00e0 constru\u00e7\u00e3o do Reino qualquer que seja a nossa voca\u00e7\u00e3o no seio da comunidade crist\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio do seu minist\u00e9rio, o Papa Francisco recordou a import\u00e2ncia da &#8220;criatividade&#8221;, que significa &#8220;<em>procurar novos caminhos<\/em>&#8220;, ou seja, &#8220;<em>procurar o caminho para que o Evangelho seja anunciado<\/em>&#8220;. Recentemente, o Papa Le\u00e3o XIV, no in\u00edcio do seu minist\u00e9rio, apelou a percorrermos caminhos de comunh\u00e3o e unidade: \u201cQueremos dizer ao mundo, com humildade e alegria: <em>Olhai para Cristo<\/em>! Aproximai-vos d\u2019Ele! <em>Acolhei a sua Palavra<\/em> que ilumina e consola<em>! Escutai a sua proposta<\/em> de amor para vos tornardes a sua \u00fanica fam\u00edlia.&nbsp;<em>No \u00fanico Cristo somos um.&nbsp;<\/em>E este \u00e9 o caminho a percorrer juntos \u2013 entre n\u00f3s, mas tamb\u00e9m com as Igrejas crist\u00e3s irm\u00e3s, com aqueles que percorrem outros caminhos religiosos, com quem cultiva a inquieta\u00e7\u00e3o da busca de Deus, com todas as mulheres e todos os homens de boa vontade \u2013 para construirmos um mundo novo onde reine a paz\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>2. A convers\u00e3o pastoral<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A primeira condi\u00e7\u00e3o para acolher Jesus e a sua miss\u00e3o, a miss\u00e3o da Igreja, \u00e9 a convers\u00e3o. Falar de convers\u00e3o significa mudan\u00e7a de rumo, mas, mais do que mudar, significa crescer no conhecimento do Senhor, na escuta da Palavra de Deus e na capacidade que esta tem para nos transformar, sendo a comunh\u00e3o tamb\u00e9m um dos elementos fundamentais da convers\u00e3o pastoral. A comunh\u00e3o, princ\u00edpio agregador na comunidade pastoral, deve promover um esp\u00edrito de encontro e de uni\u00e3o nas diversidades leg\u00edtimas, \u00e0 imagem da Sant\u00edssima da Trindade. Realiza-se mediante a escuta da Palavra de Deus, a profiss\u00e3o da mesma f\u00e9, a celebra\u00e7\u00e3o dos sacramentos, nomeadamente os sacramentos de inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3 \u2013 Batismo, Confirma\u00e7\u00e3o e Eucaristia \u2013 e a vida da caridade entre todos.<\/p>\n\n\n\n<p>Para que o caminho da convers\u00e3o se torne realidade \u00e9 necess\u00e1rio que as comunidades crist\u00e3s adotem uma op\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria decisiva, \u00abcapaz de transformar tudo, para que os costumes, os estilos, os hor\u00e1rios, a linguagem e toda a estrutura eclesial se tornem um canal adequado para a evangeliza\u00e7\u00e3o do mundo de hoje e n\u00e3o para a autopreserva\u00e7\u00e3o\u00bb (<em>EG<\/em> 27).<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>3. A corresponsabilidade pastoral &#8211; todos somos respons\u00e1veis<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A convers\u00e3o \u00e9 o convite de Jesus a cada um de n\u00f3s: bispos, presb\u00edteros, di\u00e1conos, consagrados e leigos, todos s\u00e3o chamados a assumir uma atitude de permanente convers\u00e3o pastoral, a passar de uma pastoral de mera conserva\u00e7\u00e3o para uma pastoral decididamente mission\u00e1ria. Isto vai-se transmitindo \u00e0s comunidades, convidando-as a enfrentar os desafios do tempo presente e a olhar para o futuro. Todos somos respons\u00e1veis e protagonistas nesta Igreja que existe para evangelizar, pois os sacramentos da inicia\u00e7\u00e3o crist\u00e3o constituem-nos em disc\u00edpulos mission\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>At\u00e9 que ponto e como \u00e9 que a for\u00e7a do Evangelho est\u00e1 em condi\u00e7\u00f5es de transformar verdadeiramente o ser humano dos nossos dias e as comunidades onde se inserem? Quais os m\u00e9todos que h\u00e3o de ser seguidos para que a proclama\u00e7\u00e3o da boa nova do Reino seja eficaz? Como apresentar, nos dias de hoje, uma cristologia da <em>k\u00e9nosis<\/em>, da gratuidade, do pastor em busca da ovelha perdida?&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O grande desafio para a convers\u00e3o pastoral da vida da Igreja \u00e9 intensificar a m\u00fatua colabora\u00e7\u00e3o de todos no testemunho evangelizador a partir dos dons e servi\u00e7os de cada um. A Igreja n\u00e3o s\u00f3 chama o mundo \u00e0 convers\u00e3o, mas ela mesma sente necessidade de converter-se. A convers\u00e3o pastoral, caminho mission\u00e1rio para toda a Igreja, sup\u00f5e uma verdadeira convers\u00e3o pessoal e requer que as comunidades eclesiais sejam comunidades de disc\u00edpulos mission\u00e1rios, pelo que se torna necess\u00e1rio aprofundar as raz\u00f5es e motiva\u00e7\u00f5es que permitam converter cada crente em verdadeiro disc\u00edpulo. \u201cTodos somos chamados a dar aos outros o testemunho expl\u00edcito do amor salv\u00edfico do Senhor, que, sem olhar \u00e0s nossas imperfei\u00e7\u00f5es, nos oferece a sua proximidade, a sua Palavra, a sua for\u00e7a, e d\u00e1 sentido \u00e0 nossa vida\u201d. (<em>EG <\/em>121). Sem obedi\u00eancia ao Esp\u00edrito, que nos desinstala das nossa \u201czonas de conforto\u201d, faltar-nos-\u00e1 a aud\u00e1cia e a criatividade para empreender a\u00e7\u00f5es que permitam, aos nossos contempor\u00e2neos a experi\u00eancia do Deus que se revela em Jesus Cristo.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>4. A par\u00f3quia ao servi\u00e7o da evangeliza\u00e7\u00e3o<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>A par\u00f3quia \u00e9 o espa\u00e7o onde a maioria dos crentes vivem e alimentam a sua f\u00e9. Dentro da Igreja diocesana, a par\u00f3quia \u00e9 a comunidade que, ao estar ligada a um determinado territ\u00f3rio, melhor assegura a consolida\u00e7\u00e3o e a continuidade da vida crist\u00e3 num determinado lugar. Ela procura responder a uma exig\u00eancia pastoral concreta, isto \u00e9, aproximar o Evangelho do povo atrav\u00e9s do an\u00fancio da f\u00e9 e da celebra\u00e7\u00e3o dos sacramentos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O Papa S\u00e3o Jo\u00e3o XXIII dizia que a par\u00f3quia era como o fontan\u00e1rio da aldeia, onde todos iam matar a sede. Por sua vez, o Papa Francisco, ao falar da par\u00f3quia, afirmou que \u00aba par\u00f3quia \u00e9 presen\u00e7a eclesial no territ\u00f3rio, \u00e2mbito para a escuta da Palavra, o crescimento da vida crist\u00e3, o di\u00e1logo, o an\u00fancio, a caridade generosa, a adora\u00e7\u00e3o e a celebra\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s de todas as suas atividades, a par\u00f3quia incentiva e forma os seus membros para serem agentes da evangeliza\u00e7\u00e3o. \u00c9 comunidade de comunidades, santu\u00e1rio onde os sedentos v\u00e3o beber para continuarem a caminhar, e centro de constante envio mission\u00e1rio\u00bb (<em>EG<\/em> 28).<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio fazer a passagem de uma pastoral que tem como preocupa\u00e7\u00e3o fundamental o instruir na f\u00e9 os praticantes e alimentar a vida crist\u00e3 dos fi\u00e9is atrav\u00e9s da celebra\u00e7\u00e3o dos sacramentos, \u00e0 promo\u00e7\u00e3o de uma pastoral mission\u00e1ria (cf. <em>RM<\/em> 33) que torne presente na sociedade atual a for\u00e7a libertadora e salvadora de Jesus Cristo.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>5. Grupos paroquiais em estilo sinodal<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Embora a par\u00f3quia n\u00e3o seja a \u00fanica institui\u00e7\u00e3o evangelizadora, se for capaz de se reformar e adaptar continuamente, continuar\u00e1 a ser a mesma Igreja que vive entre as casas dos seus filhos. Isto pressup\u00f5e que esteja realmente em contacto com as casas e com a vida da aldeia, da vila e da cidade, e n\u00e3o se torne uma estrutura separada das pessoas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Devemos reconhecer que o apelo \u00e0 revis\u00e3o e renova\u00e7\u00e3o das par\u00f3quias ainda n\u00e3o deu frutos suficientes, para que estas sejam lugares de comunh\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o vivas, e sejam completamente orientadas para a miss\u00e3o. A nossa diocese de Aveiro tem como prop\u00f3sito, no plano pastoral para o tri\u00e9nio (2024-2027), criar e implementar as comunidades pastorais como resposta \u00e0s urg\u00eancias e desafios do tempo presente, \u00e0s solicita\u00e7\u00f5es e propostas do povo santo e fiel de Deus.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por comunidade pastoral entendemos uma comunidade de fi\u00e9is, configurada como agrupamento de par\u00f3quias confinantes que, conservando a sua identidade, est\u00e3o chamadas a formar uma comunidade viva e org\u00e2nica, centrada em Jesus Cristo, com crit\u00e9rios pastorais comuns, com perfil pastoral mission\u00e1rio e sinodal; a comunidade pastoral est\u00e1 confiada a um ou mais presb\u00edteros, com a participa\u00e7\u00e3o ativa e correspons\u00e1vel de fi\u00e9is leigos, di\u00e1conos permanentes e religiosos, por mandato do bispo diocesano. Ela tem como finalidade formar comunidades crist\u00e3s vivas, fraternas e org\u00e2nicas que permitam desenvolver as atividades apost\u00f3licas pr\u00f3prias de uma pastoral de evangeliza\u00e7\u00e3o em favor do Povo de Deus favorecendoe promovendo a participa\u00e7\u00e3o e a corresponsabilidade de todos os seus membros.<\/p>\n\n\n\n<p>O documento final do S\u00ednodo de 2024 \u2013 <em>Para uma Igreja sinodal: comunh\u00e3o, participa\u00e7\u00e3o, miss\u00e3o<\/em> \u2013afirmou que \u201ca sinodalidade \u00e9 o caminhar juntos dos crist\u00e3os com Cristo e para o Reino de Deus, em uni\u00e3o com toda a humanidade; orientada para a miss\u00e3o, implica o encontro em assembleia nos diversos n\u00edveis da vida eclesial, a escuta rec\u00edproca, o di\u00e1logo, o discernimento comunit\u00e1rio, a forma\u00e7\u00e3o de consensos como express\u00e3o da presen\u00e7a de Cristo no Esp\u00edrito e a tomada de uma decis\u00e3o em corresponsabilidade diferenciada. Nesta linha, compreendemos melhor o que significa que a sinodalidade \u00e9 dimens\u00e3o constitutiva da Igreja\u201d (DF 28).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Calend\u00e1rio<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Segundo o Plano Pastoral apresentado no Dia da Assembleia Diocesana, dia 6 de julho e de acordo com os objetivos definidos, preveem-se as seguintes atividades, que \u00e9 necess\u00e1rio acolher e dinamizar:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em outubro, dia 11, haver\u00e1 forma\u00e7\u00e3o para os dinamizadores de grupos paroquiais, com base no documento \u201cAs Comunidades Pastorais\u201d. A seguir, cada par\u00f3quia deve fazer dois encontros com os grupos paroquiais em outubro e novembro, de tal forma que sejam enviadas para a Equipa Diocesana de Pastoral as respostas\/reflex\u00f5es at\u00e9 15 de dezembro. O mesmo acontece com os encontros de janeiro e fevereiro e o envio das respostas\/reflex\u00f5es at\u00e9 15 de mar\u00e7o. Estes encontros podem ser feitos de acordo com o calend\u00e1rio das par\u00f3quias (um em cada m\u00eas, em duas semanas seguidas\u2026).<\/p>\n\n\n\n<p>As Assembleias Arciprestais decorrem depois da P\u00e1scoa e at\u00e9 20 de maio, a fim de se preparar o documento para a Assembleia Diocesana que se realiza a 5 de julho. Estas datas ser\u00e3o calendarizadas no Conselho de Arciprestes.<\/p>\n\n\n\n<p>No dia 5 de julho de 2026 realiza-se a Assembleia Diocesana.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao iniciarmos um novo ano pastoral, desejo que todos nos empenhemos como Igreja diocesana numa renovada pastoral evangelizadora e mission\u00e1ria, que responda ao que o Senhor nos pede e a Igreja necessita.<\/p>\n\n\n\n<p>Que Santa Joana Princesa, nossa padroeira, nos acompanhe neste caminho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">Aveiro, 13 de setembro de 2025 (11\u00ba anivers\u00e1rio como bispo de Aveiro)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\">+ <em>Ant\u00f3nio Manuel Moiteiro Ramos<\/em>, Bispo de Aveiro<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cartas Pastoral AS COMUNIDADES PASTORAIS AO SERVI\u00c7O DA EVANGELIZA\u00c7\u00c3O Estimados diocesanos,&nbsp; Aproximamo-nos da abertura de um novo ano pastoral, que vai exigir de todos n\u00f3s um redobrado esfor\u00e7o para continuarmos a refletir e a implementar as comunidades pastorais. 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