Padre Arménio – Músico. A sua relação com os órgãos de Aveiro [1]   

No 20.º aniversário da morte do Pe. Arménio           Padre Arménio – Músico. A sua relação com os órgãos de Aveiro [1] Domingos Peixoto           Nota prévia “O Pe. Arménio será sempre uma presença na Igreja de Aveiro pelo muito que Deus lhe deu e ele deu à Diocese”[1].           Há 20 anos que o Pe….

No 25.º aniversário da morte de JÚLIA D’ALMENDRA (1904-92) (8)

No 25.º aniversário da morte de Júlia d’Almendra (1904-92) (8) A estrutura do curso de Órgão Por Domingos Peixoto Júlia d’Almendra, além do contexto francês, conhecia bem as orientações da Igreja Católica relativas à função do organista na liturgia. Assim, nos objectivos da nova escola, a formação deste músico tem um lugar especial: um curso…

No 25.º aniversário da morte de JÚLIA D’ALMENDRA (1904-92) (7)

No 25.º aniversário da morte de Júlia d’Almendra (1904-92) (7) A formação do organista – uma prioridade Por Domingos Peixoto Na escola fundada por Júlia d’Almendra o curso de Órgão ocupa um lugar especial: é o mais longo e o único a ser regido por um professor estrangeiro residente. Esta opção é assim justificada no…

No 25.º aniversário da morte de JÚLIA D’ALMENDRA (1904-92) (6b)

No 25.º aniversário da morte de Júlia d’Almendra (1904-92) (6b) Uma aposta na profissionalização do músico de Igreja Por Domingos Peixoto Júlia d’Almendra faz questão de sublinhar que profissionalização e apostolado não são incompatíveis, e que a solução para assegurar a qualidade na música litúrgica seria simples. Em primeiro lugar, – “Que as nossas igrejas…

No 25.º aniversário da morte de JÚLIA D’ALMENDRA (1904-92) (6a)

No 25.º aniversário da morte de Júlia d’Almendra (1904-92) (6a) A definição de uma estratégia Por Domingos Peixoto Ao planear a execução do seu projecto, Júlia d’Almendra teve em conta o papel do canto gregoriano na cultura e na música ocidental; sendo a principal fonte inspiradora da polifonia e da música para órgão, com elas…

No 25.º aniversário da morte de JÚLIA D’ALMENDRA (1904-92) (5)

No 25.º aniversário da morte de Júlia d’Almendra (1904-92) (5) Um projecto para a Música Sacra em Portugal Por Domingos Peixoto Durante a sua formação, Júlia d’Almendra fizera o diagnóstico da situação da música sacra em Portugal e, ao regressar de Paris, tinha já delineado um plano de acção, de acordo com as orientações da Igreja…

No 25.º aniversário da morte de JÚLIA D’ALMENDRA (1904-92) (4)

No 25.º aniversário da morte de Júlia d’Almendra (1904-92) (4) A sua formação em Paris Por Domingos Peixoto Abandonada definitivamente a carreira de violinista, Júlia d’Almendra passa a dedicar-se em exclusividade ao estudo e promoção do canto gregoriano e da música sacra em geral. Após alguns anos de leccionação no Instituto de Serviço Social (entre…

No 25.º aniversário da morte de JÚLIA D’ALMENDRA (1904-92) (3)

No 25.º aniversário da morte de Júlia d’Almendra (1904-92) (3) A missão de Júlia d’Almendra Por Domingos Peixoto Nos primeiros anos da década de 40, esteve em Portugal a eminente musicóloga francesa Solange Corbin a fazer uma importante pesquisa sobre as fontes documentais mais antigas da música gregoriana nos arquivos de igrejas e conventos[1]; Júlia…

No 25.º aniversário da morte de JÚLIA D’ALMENDRA (1904-92) (2)

No 25.º aniversário da morte de Júlia d’Almendra (1904-92) (2) Do violino ao Canto Gregoriano Por Domingos Peixoto Júlia d’Almendra nasceu em Samões – Vila Flor (Trás-os-Montes) em 3 de Outubro de 1904; fixou-se em Lisboa em 1912-13, altura em que inicia os estudos de violino, tendo-se apresentado no Teatro Nacional de S. Carlos aos 11…

No 25.º aniversário da morte de JÚLIA D’ALMENDRA (1904-92) (1)

No 25.º aniversário da morte de Júlia d’Almendra (1904-92) (1) Nota introdutória  Por Domingos Peixoto “Não sei se alguma vez a Igreja terá premiado um seu servidor com mais justiça do que o fez neste momento com a Sr.ª D. Júlia d’Almendra”. São palavras do eminente compositor bracarense Cónego Dr. Manuel Faria, na cerimónia em que Júlia…